Bem vindo!

"...É muito melhor arriscar coisas grandiosas, alcançar triunfos e glórias, mesmo expondo-se a Fracassos e Derrotas, do que formar fila com os pobres de espírito que nem gozam muito nem sofrem muito, pois vivem em uma penumbra cinzenta tão grande que não conhece vitória nem derrota...."

(..Theodore Roosevelt..)

Que Deus nos abençoe!

“A maior habilidade de um líder é desenvolver habilidades extraordinárias em pessoas comuns.”

(Abraham Lincoln)

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Aumento no consumo de energia nas residências brasileiras.


Com as recentes medidas do governo no setor de energia, é notório que no período de verão o consumo aumenta. Então fica a questão, é um bom momento para investir no setor?

O consumo de energia nas residências brasileiras subiu 2,2% no nono mês do ano, ante o mesmo período do ano passado, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (29) pela EPE (Empresa de Pesquisa Energética). 

Por região, no mesmo período, o destaque ficou com o Norte, com crescimento de 6,3%. As regiões Centro-Oeste (5,8%), Nordeste (2,7%) e Sudeste (1,4%) aparecem em seguida, enquanto a região Sul foi a que apresentou menor crescimento do consumo residencial de energia do país, de 1,1%.

 Em setembro, no geral, o consumo de energia elétrica nas residências brasileiras foi de 9.736 GWh (Gigawatts-hora).

Geral
Considerando, além do consumo residencial, o industrial, o comercial e outros, o consumo de energia elétrica no Brasil  totalizou 37,6mil GWh no mês passado, um aumento de 1,8% em relação ao mesmo período de 2011.

Fonte: Infomoney

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Trabalhadores poderão usar conta de FGTS para construir, ampliar ou reformar moradia


A partir do dia 1 de novembro, trabalhadores beneficiários do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) poderão utilizar recursos do fundo para financiar a compra de materiais de construção para imóveis rurais e urbanos. 

A nova linha de crédito poderá ser usada para construção, reforma ou ampliação de unidade habitacional e instalação de hidrômetro e sistema de aquecimento solar para residências. O limite dos empréstimos será de 20.000 reais e serão cobrados juros de 8,5% ao ano, além de uma taxa de risco de até 0,8% ao ano. O pagamento do financiamento poderá ser feito em um prazo de até dez anos.

O crédito será concedido apenas a titulares de conta vinculada ao FGTS, que não sejam donos de imóveis no município onde residem ou trabalham. Os recursos devem ser destinados a construção ou reforma de um imóvel cujo valor máximo seja de 500.000 reais, segundo as condições de financiamento do Sistema Financeiro da Habitação (SFH).

Apesar de a aprovação do empréstimo não depender de renda familiar, as concessões darão prioridade para famílias com renda de até 5.400 reais, compras de materiais para imóveis de até 90.000 reais, além de idosos, pessoas com deficiência e mulheres chefes de família.

Para obter os recursos, o beneficiário do FGTS deve enviar ao Programa Financiamento de Material de Construção (Fimac) do FGTS uma proposta que se encaixe dentro dos seguintes requisitos: compatibilidade entre os valores do financiamento solicitado e a capacidade de pagamento do Fundo; comprovação da idoneidade dos responsáveis pela construção e pela autorização do projeto técnico por entidade competente; compatibilidade com as diretrizes do Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade (PBQP), do Ministério das Cidades; imóvel situado em local residencial adequado; e comprovação da regularização da mão de obra usada na execução da obra quando o valor pleiteado for acima de 10.000 reais. 

Outras regras sobre a concessão do crédito estipulam ainda que é preciso ser beneficiário do FGTS por no mínimo três anos (na mesma empresa ou em locais diferentes), ter contrato de trabalho ativo equivalente a, no mínimo, 10% do valor contratado, não ter outros financiamentos do SFH e não ser proprietário de imóvel no município onde reside ou exerce a atividade profissional principal.

Fontes: Jornal diário do aço, contato.net, exame.com

É possível perder dinheiro na renda fixa.


Os investimentos em renda fixa, que permitem ao investidor saber qual será a sua remuneração no momento da aplicação, são reconhecidos por terem um risco de volatilidade menor do que a renda variável, na qual não é possível saber qual será a rentabilidade futura. Apesar desta característica conservadora, os investimentos em renda fixa - até mesmo a poupança - envolvem outros riscos, que podem levar o investidor a perder o poder de compra ou efetivamente perder o principal investido.

A seguir, veja como é possível perder dinheiro em cada aplicação de renda fixa:

Poupança

A poupança é erroneamente considerada a aplicação mais segura que existe. Isso porque o dinheiro investido na caderneta está sujeito ao mesmo risco de crédito que muitas outras aplicações de renda fixa privada. Se o banco onde a quantia foi depositada quebrar, apenas são garantidos no máximo 70.000 reais, que é a quantia coberta pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC). O que ultrapassar este valor será perdido.

Está certo que a chance de um grande banco brasileiro quebrar é pequena. Mas há outra maneira de "perder" dinheiro ao aplicar na poupança: ganhar menos que a inflação. Neste caso, não se perde o principal investido e até se ganha uma rentabilidade, mas se perde em poder de compra. Até a mudanças das regras da remuneração da caderneta em maio, as chances de perder para a inflação eram pequenas. Mas agora que a poupança está rendendo 70% da Selic mais TR quando a Selic é menor ou igual a 8,5% ao ano, os redimentos frequentemente ficam abaixo da inflação.

Tesouro Direto 

Os títulos públicos têm risco de crédito mínimo, uma vez que hoje em dia é remota a possibilidade de o governo quebrar e não honrar suas dívidas. Por isso, os títulos são de fato a aplicação mais segura existente no Brasil atualmente. Ocorre que, mesmo assim, existe o risco de mercado.

Letra do Tesouro Nacional (LTN) e Nota do Tesouro Nacional-série F

As Letras do Tesouro Nacional (LTN) e as Notas do Tesouro Nacional-série F são títulos prefixados, cuja rentabilidade é definida no momento da compra. Se levados ao vencimento, os títulos pagarão o principal mais os juros previamente acordados, sem erro. Contudo, se o investidor vender os títulos antes do vencimento, pode perder não só a rentabilidade, como também parte do dinheiro investido.

Os títulos prefixados ganham valor quando a Selic cai, e perdem valor quando a Selic aumenta. Assim, se hoje o investidor compra uma LTN que pagará 7% ao ano e a Selic subir para 8% ao ano, o papel vai se desvalorizar. Com a Selic a 8% ao ano certamente serão ofertados no mercado papéis com uma taxa prefixada mais atraente que 7% ao ano. Assim, se esta LTN for vendida antes do vencimento, o investidor perderá dinheiro, pois comprou na alta e vendeu na baixa. “Na LTN, o investidor tem o risco de oscilação da taxa de juros. E quanto mais longo o prazo, maior o risco de haver oscilações no mercado”, explica Gabriel Matos, que é consultor de investimentos da Geração Futuro e possui a certificação CFP® (Certified Financial Planner) .

O consultor financeiro Beto Veiga, autor dos livros "O essencial sobre o Tesouro Direto" e "Case com seu banco com separação de bens", explica o mecanismo. O preço de um título prefixado é determinado da seguinte forma: quanto ele deve custar hoje para que, com a taxa de juros do mercado, seu valor atinja 1.000 reais no vencimento? Num exemplo hipotético, se a taxa de juros do mercado totalizar 20% ao final do período do investimento, o investidor terá que pagar 833,33 reais para que a LTN atinja 1.000 reais no vencimento. Se amanhã a taxa de juros subir para 30%, o preço daquele título cairá para 700 reais, já que a taxa acordada no prefixado não pode mudar.

O sujeito que comprar o papel por 800 reais e vendê-lo depois que a taxa de juros subir vai perder 100 reais. Como os juros da LTN só são pagos no vencimento, nesta negociação o investidor só recebe 700 reais mesmo. Porém, se ele levar o título ao vencimento, ganhará 1.000 reais - o principal de 800 reais mais 20% de rentabilidade, conforme o acordado.

Além disso, se a inflação subir acima do juro prefixado, ainda existe o risco de o investidor perder poder de compra, ainda que carregue o título até o vencimento.

Nota do Tesouro Nacional-série B

A Nota do Tesouro Nacional-série B (NTN-B) paga uma taxa de juros prefixada mais a variação da inflação medida pelo IPCA. Se o título for levado ao vencimento, independentemente do que ocorrer no mercado, o investidor receberá o valor do papel mais os juros fixados no início da aplicação.

Por ser um título pré e pós-fixado, a NTN-B corre o mesmo risco da LTN e da NTN-F de sofrer uma desvalorização no seu preço de mercado. A situação é análoga: a parte prefixada de sua remuneração pode ser baixa em relação aos juros do mercado, o que leva a essa queda no preço do papel.

Diferentemente dos papéis prefixados, porém, a NTN-B tem a vantagem de sempre apresentar rentabilidade real, isto é, acima da inflação, quando carregada ao vencimento.

Letra Financeira do Tesouro (LFT)

A Letra Financeira do Tesouro (LFT) é um título pós-fixado atrelado à Selic. É o título mais conservador que existe. Como sua remuneração oscila de acordo com a taxa de juros, praticamente inexiste o risco de mercado. O investidor receberá os juros do período, não importando se vai ficar com o papel até o vencimento ou vendê-lo antes disso.

Segundo Beto Veiga, há apenas duas situações atípicas em que o investidor poderia perder dinheiro ao vender uma LFT antes do vencimento. A primeira delas seria um descasamento entre a política monetária e o mercado. “Em casos raros, o mercado pode não compactuar com a decisão do Banco Central sobre a taxa Selic. Com isso, o mercado poderia colocar um deságio na LFT para compensar o descolamento da remuneração do título em relação aos juros praticados no mercado. Se o investidor precisar vender o titulo nesse momento, ele pagará o preço de mercado, que viria com esse deságio”, explica Veiga.

A outra situação decorre de uma repentina elevação da inflação. "Nesse caso, haveria uma perda em relação à inflação na hora da venda do título antes do vencimento. Mas também é algo muito raro. Precisa acontecer algo como uma crise internacional aguda. Mesmo assim, a Selic seria corrigida rapidamente. Seria uma perda se o investimento fosse de curtíssimo prazo, como 45 dias, entre uma e outra decisão do Banco Central sobre os juros", diz Veiga.

Certificado de Depósitos Bancários (CDB)

O principal risco dos Certificados de Depósitos Bancários (CDBs) é o risco de crédito. Isto é, de o banco emissor quebrar e não conseguir remunerar quem investiu em seus papéis. Esse risco é maior no caso dos CDBs dos bancos médios, que por isso mesmo pagam remunerações mais elevadas que os CDBs de grandes bancos. Enquanto nestes é difícil obter 100% do CDI em um CDB pós-fixado, nos bancos menores essa é a remuneração oferecida para qualquer aporte e com liquidez diária.

Os CDBs também são garantidos pelo FGC até 70.000 reais por CPF, por instituição financeira. No caso de um banco quebrar, como ocorreu recentemente com os bancos BVA e Cruzeiro do Sul, os investidores que possuem menos de 70.000 reais investidos em CDBs receberão o valor de seu investimento de volta. Mas tudo que exceder este valor, para um mesmo investidor, será perdido.

O mais comum é que os CDBs sejam pós-fixados ao CDI, taxa de juros próxima à Selic que baliza as operações interbancárias. Mas eles também podem ser prefixados ou indexados à inflação, nos moldes das LTNs e NTN-Bs, respectivamente. Nestes dois casos - e em alguns casos de pós-fixados com remuneração mais alta - os CDBs costumam ter uma carência, isto é, não têm liquidez diária.

Nos casos em que os bancos se dispõem a fazer o resgate de CDBs com carência antes do vencimento, geralmente há sacrifício da rentabilidade. Contudo, o investidor não chega a perder dinheiro. Existem regras como uma remuneração prefixada de 7% ao ano para um vencimento em seis meses, permitindo resgate antecipado mediante o pagamento de apenas 80% do CDI. O problema disso é que o percentual do CDI pago no resgate antecipado pode ser tão baixo que a rentabilidade líquida de IR acaba sendo menor que a da poupança.

Letra de Crédito Imobiliário (LCI)

A Letra de Crédito Imobiliário (LCI) é emitida por instituições financeiras ou outras empresas autorizadas para captação de recursos, tem lastro no crédito imobiliário, é isenta de imposto de renda e invariavelmente possui um período de carência. Seu funcionamento, porém, é muito semelhante ao dos CDBs, inclusive na cobertura pelo FGC e no fato de poderem ser pós-fixadas ao DI ou prefixadas. Seus riscos, portanto, são os mesmos dos CDBs, citados no item anterior.

Debêntures 

Debêntures são títulos de crédito emitidos por empresas não financeiras. Ao comprar uma debênture, o investidor está emprestando dinheiro a uma empresa sob a promessa de receber juros. "A Petrobras não pode emitir um CDB, mas pode emitir uma debênture. Este títuo segue o mesmo regime de pagamento prefixado ou pós-fixado dos CDBs", explica Gabriel Matos.

A hipótese de perder dinheiro, neste caso, ocorre se a empresa emissora do papel não puder pagar seus investidores. O risco de crédito pode, portanto, ser mais devastador do que o risco de mercado de uma ação. Isso porque, no caso das ações, o investidor pode perder apenas parte do capital investido. No caso das debêntures, LCIs e CDBs de bancos médios, o pagamento pode simplesmente não ser honrado, perdendo-se tudo.

Felizmente, são raros os defaults de empresas que emitem debêntures no Brasil. O que não significa que eles não possam ocorrer. De qualquer forma, ao investir em um papel como esse, é preciso prestar atenção na solidez das contas do emissor e em sua classificação de risco.

Fundos de renda fixa 

O primeiro risco de perda em um fundo de renda fixa é o de perder para a inflação após a incidência da taxa de administração e do IR. Esse risco é especialmente alto nos fundos DI, os mais conservadores e que investem, no mínimo, 95% de seu patrimônio em papéis pós-fixados, assemelhando-se à caderneta de poupança em segurança e rentabilidade. O risco de perder para a inflação ficou especialmente alto depois que a Selic começou a cair, mas a inflação manteve-se elevada.

Gabriel Matos, da Geração Futuro, orienta a observar o histórico de rentabilidade de um fundo DI antes de investir, pois as rentabilidades já são líquidas de taxa de administração, mas não de IR. "Se a taxa for muito alta, nem que a gestão faça milagre", diz Matos. Descontando-se o IR da rentabilidade do fundo dá para perceber se, ao longo de seu histórico, ele tem batido ou não a inflação.

Outra coisa que pode acarretar perdas - e perdas de fato - é a má gestão do fundo, notadamente nos fundos de renda fixa que aplicam em outros ativos que não apenas títulos públicos pós-fixados. Como já foi mostrado anteriormente, é possível perder dinheiro de fato ao especular com títulos prefixados e indexados à inflação ou aplicar em maus papéis de crédito privado. "É importante avaliar a gestão do fundo, porque muitas vezes os cotistas deixam o dinheiro no fundo achando que ali está tudo bem. Está tudo bem só se o gestor não fizer uma grande besteira", diz Beto Veiga.

Ele comenta ainda que o cuidado ao investir em fundos de bancos deve ser redobrado. Isto porque estas instituições podem preferir investir nos seus próprios CDBs, mesmo que essa não seja a opção mais rentável. Pior: a alta concentração da carteira pode se revelar perigosa se o banco tiver problemas financeiros. Mesmo o fundo tendo um CNPJ próprio e mantendo seu patrimônio separado do patrimônio do banco, se este não conseguir arcar com suas obrigações será o credor - o fundo - quem pagará o pato.

Lembrando que nos fundos as garantias do FGC são para o fundo (o CNPJ), e não para cada cotista. Assim, se o fundo tiver mais de 70.000 reais aplicados em CDBs de uma única instituição - e certamente terá, pois este valor é muito baixo para um investidor tão grande -, nem todo o valor será coberto em caso de default.

Fonte: Exame.com

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Dicas para garantir os resultados do seu negócio neste ano


Antes de começar a elaborar o planejamento de 2013, vale a pena focar em melhorias para faturar nestes últimos meses do ano. “A dica fundamental é que tem uma ingestão de dinheiro no mercado e é preciso estar focado em tirar proveito desta sobra”, opina Mário Rodrigues, diretor do IBVendas.

Para começar a recuperar o ritmo de vendas, é bom entender porque o resultado até agora não foi como esperado. É hora de realizar uma correção de rota e analisar se foi por preço ou atendimento que os clientes não compraram. “É importante que o empreendedor tenha um olhar para dentro de forma crítica e saiba por que os clientes não compraram. Pode ser porque o cliente não chegou até a loja, e precisa melhorar a propaganda, ou ele chegou mas fechou com o concorrente”, diz Rodrigues.

Vá para a rua

Quando as vendas estão em baixa, a figura do empreendedor se torna ainda mais necessária no negócio. Ir para a frente de vendas e conversar com os clientes é fundamental. “Eu acho que tem algumas coisas que são fundamentais e nem todas as empresas praticam. Uma delas é a liderança estar na rua para valer, entender o que o cliente quer, tomando a dianteira para recuperar o negócio”, diz Tatiana Vidal, consultora e fundadora da Go Ahead. Segundo ela, ter a direção da empresa conversando com os clientes ajuda muito a trazer resultados rápidos em momentos de crise.

Prepare os vendedores

Nesta época do ano, muitos empresários começam a buscar vendedores temporários para aumentar a equipe. “Eles precisam estar preparados para atender bem esse cliente”, afirma Galhardo.

A preparação deve envolver novos e antigos funcionários e passar por padrões de atendimento, informações sobre os produtos e técnicas para aumentar o ticket médio. “A principal dica para qualquer vendedor é perguntar mais. Quando vem um cliente, entender o motivo efetivo de ele querer conhecer aquele produto”, diz Rodrigues.

Divulgue a marca

Invista em táticas de divulgação do seu negócio a partir de agora para garantir que a clientela vai chegar. “Não espere a demanda vir bater na porta. Pode começar um trabalho de marketing e publicidade, para divulgação do produto e da marca”, diz Galhardo. O consultor lembra que não adianta esperar a primeira semana de dezembro para divulgar a empresa. “Até o final do mês a campanha tem que estar pronta para começar em novembro”, sugere.

Para Tatiana, esta é a hora de ter certeza que você tem a melhor vitrine. “Não colocar na vitrine só o que o cliente sabe que você tem, mas o mix completo e através da vitrine atrair outros públicos”, diz a consultora.

Garanta o estoque

Não adianta atrair o cliente e ter um atendimento impecável se o estoque não estiver preparado para a demanda. Até o final do mês, a maioria das empresas já vai ter feito os pedidos para as vendas do Natal. “De acordo com as expectativas, a empresa se prepara em questão de estoque e logística. Em dezembro, não consegue repor estoque na maioria dos negócios. Quando você perceber, os concorrentes já correram no fabricante para pedir mais produto”, alerta Galhardo. Por isso, a preparação envolve não só na equipe, mas também a estrutura.

Envolva todas as áreas

Quando as coisas não vão bem, todas as áreas da empresa costumam dar palpites. Para Tatiana, este momento é de fazer parcerias. “Precisa envolver todo mundo para entender o que o cliente precisa. Cada um fazendo a sua parte para agregar valores e ser relevante para o cliente”, sugere.

Fonte: Exame.com

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Se você não consegue se livrar das dívidas, eis uma informação útil.


Se suas dívidas são maiores do que seu salário, não fique aflito. Você é um dos muitos brasileiros superendividados que agora podem contar com a ajuda do serviço público para tirar o pé da lama. É considerado superendividado quem deve mais do que a soma do próprio patrimônio. Cinco estados mantêm serviços especializados para assessorar os brasileiros que se entusiasmaram com o crédito fácil e os juros baixos e foram surpreendidos por imprevistos como perda do emprego, separação conjugal ou doença na família.

O Rio de Janeiro foi pioneiro ao criar a Comissão Especial de Proteção e Defesa do Consumidor Superendividado há seis anos. No ano seguinte, foi a vez de o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul iniciar o projeto Tratamento das Situações de Superendividamento do Consumidor. A partir de 2010, as iniciativas se espalharam pelo país. Em maio do ano passado, o Tribunal de Justiça do Paraná iniciou o mesmo projeto. E, em 2011, São Paulo e Pernambuco também partiram para a assistência a quem não consegue pagar as dívidas aos credores.

O funcionário público carioca Vítor Hugo Barbosa Vieira, de 38 anos, é um superendividado. Com 15 empréstimos consignados contratados desde 2006, ele passou a sobreviver com o que restava do salário de 2 000 reais no mês: 300 reais. “Saí do controle quando perdi o segundo emprego e minha mulher deixou de trabalhar quando meu filho nasceu”, diz. Hoje, ele deve 28 000 reais e os juros ficam em 3% ao mês. Afogado pelas dívidas, em outubro do ano passado Vítor procurou o Núcleo de Defesa do Consumidor (Nudecon), no Rio de Janeiro.

No mês seguinte, participou da primeira audiência de conciliação com os credores. Ele fechou um acordo com seu principal credor, a quem devia 12 000 reais entre faturas atrasadas de cartão de crédito e empréstimos bancários. Na audiência conciliatória, o valor caiu para 7 200 reais, divididos em 36 parcelas mensais de 200 reais. Vítor tem o perfil básico do superendividado: são pessoas que obtêm crédito fácil e, sem uma reserva de emergência, não conseguem pagar a dívida quando surge uma eventualidade.

Dos 300 superendividados inscritos no projeto piloto de São Paulo, metade tem até 40 anos, pertence às classes A e B e está trabalhando. “As pessoas não pagam porque não sabem se planejar e não sabem o que são juros compostos”, diz Vera Lúcia Remedi Pereira, do Procon-SP. Além disso, são poucos os meios para renegociação de dívidas. Na França, há regras que permitem a recuperação do devedor por meio do reescalonamento de pagamentos e diminuição dos juros.

No Brasil, as ações são tímidas, o caminho é procurar o serviço gratuito prestado pelos defensores públicos, juízes dos tribunais de Justiça e Procons. A renegociação da dívida é feita em audiências coletivas e os prazos de pagamento variam entre 24 e 36 meses. O acordo é homologado por um juiz e vale como sentença, que, se não for cumprida, é executada pelo credor. As emoções têm influência poderosa nas finanças (veja quadro O Que Não Fazer). De cada dez superendividados, pelo menos um pode ter distúrbio emocional.

“Sem tratamento médico, não dá para ficar longe das dívidas”, afirma a psicóloga Tatiana Filomensky, do Ambulatório Integrado dos Transtornos do Impulso (Amiti), do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, em São Paulo.

O que não fazer 
Conheça os comportamentos que devem ser evitados quando for negociar com os credores

Emoção à flor da pele 
As emoções devem ficar de fora da mesa de negociação ao falar com os credores.Coloque sua situação financeira numa planilha. Se preciso, peça a ajuda de um especialista. Pode ser o gerente de seu banco. Discuta com ele eventuais saídas para seu caso. Tendo isso em mãos, a negociação ficará mais fácil.

Cuidado com a ancoragem 
Quando uma das partes (credor ou devedor) menciona uma quantia, ela passa a ser um ponto de referência, que vai nortear toda a negociação. Tenha em mente que o valor não é definitivo.

Não seja "otimista" 
O otimista acredita demais em si mesmo. Para ele, força de vontade e trabalho são suficientes para o pagamento das parcelas negociadas. É preciso considerar os imprevistos.

Olho nos detalhes 
O superendividado pode fechar um acordo sem considerar todos os detalhes e depois não conseguir pagá-lo. Evite negociar às pressas.

Calculadora mental 
As pessoas se lembram apenas dos valores que entram na conta bancária (remuneração e 13o salário, por exemplo) e se esquecem das despesas do orçamento doméstico (tarifa do ônibus, impostos, aluguel, supermercado, farmácia). É preciso contabilizar tudo.

10 Sinais para saber se você é um consumidor compulsivo

1 - Fica preocupado excessivamente em ter coisas novas 
2 - Realiza compras para fugir dos problemas 
3 - Compra itens desnecessários com frequência 
4 - Fica inquieto, irritado e ansioso quando não adquire algo 
5 - Se sente culpado após a compra 
6 - Faz compras sozinho para evitar críticas 
7 - Esconde os produtos adquiridos 
8 - Omite o preço real dos produtos para quem pergunta 
9 - Relações familiares, profissionais e sociais são prejudicadas pelo hábito de comprar 
10 - As dívidas aumentam

Fonte: você s/a

Informações úteis para quem se encontra endividado.


No mundo ideal, seria prudente ter uma quantia de dinheiro equivalente a seis meses o valor de seus gastos mensais para cobrir eventualidades e não usar o cheque especial. o dinheiro deve ficar aplicado em investimentos que podem ser sacados a qualquer momento, com boa liquidez, como a caderneta de poupança e os Certificados de Depósito Bancário (CDBs). Dessa forma, não seria necessário usar o limite do cheque especial, que é concedido pelos bancos sem a gente pedir. 

O uso do limite especial deve ser usado para contratempos por, no máximo, dois ou três dias. Para períodos maiores, recorra às linhas de financiamento mais baratas, como o crédito consignado, que tem juros de 2% ao mês. 

Se você já caiu no cheque especial e a empresa em que trabalha deposita sua remuneração em uma conta-corrente, é preciso conversar com o departamento de recursos humanos para mudar essa situação. Você pode pedir para que seja aberta uma conta-corrente em outro banco na qual sua grana será creditada. 

Se está endividado, vá até o banco em que está devendo e peça a renegociação do valor da dívida. "Quando negociar qualquer dívida, nunca aceite a primeira proposta, procure barganhar. Se for oferecido dividir o débito em seis meses, peça 20. Claro que essa proposta não será aceita, mas as parcelas podem ficar em 15 ou 12 meses", diz Emanuel Gonçalves da Silva, criador do SoS Dívidas. 

Se você tem sangue frio e não se incomoda em ter seu nome incluído nos cadastros de maus pagadores — no Sistema de Proteção ao Crédito (SPC) ou no Serasa —, pode esperar até dois anos para renegociar o débito em condições melhores, com prazos maiores e juros mais baixos. É que depois desse período os bancos consideram que você não irá mais pagar a dívida e decidem renegociar para tentar receber pelo menos uma parte do dinheiro. "Ter dívidas não é pecado nem crime, basta ir até o banco e renegociar", diz Rogério Estevão, superintendente executivo de empréstimos do Grupo Santander, em São Paulo. Uma modalidade recente de crédito que está começando no país, mas que já é comum no exterior, e pode ser usada na renegociação de seus débitos é o refinanciamento da dívida. Seu carro e sua casa servem como garantia nos novos empréstimos. Caso você não pague o combinado, o banco pode tomar o seu bem. Nesse modelo, como há uma garantia física, as taxas de juros ficam mais baratas, 1,5% ao mês. O problema é que, se você não pagar perde, seu carro ou sua casa. Vai encarar?

Fonte: você s/a

Dicas para economizar com alguns serviços bancários.


Abrir conta no banco é algo bastante corriqueiro na vida do cidadão brasileiro, entretanto, poucos sabem que os bancos são obrigados, por determinação do Banco Central, a oferecer uma série de serviços gratuitos aos clientes.  Conhecer o que pode ou não ser cobrado é fundamental neste relacionamento para que a gente  não acabe gastando mais do que o necessário com a conta.  Lembre-se que gastar menos é ter mais dinheiro disponível para investir, e com isso alcançar a independência financeira mais rápido!

Conheça agora alguns dos Serviços Bancários Essenciais e Gratuitos:

Isenção das Tarifas Bancárias - Quem não usa muitos serviços do banco não precisa contratar um pacote de tarifas. Todos os bancos são obrigados a oferecer uma quantidade mínima de serviços de forma gratuita, como o fornecimento do cartão de débito, a possibilidade de realização de até quatro saques e duas transferências por mês e o fornecimento de até 2 extratos e 10 folhas de cheque mensais, por exemplo.

Pacote de Serviços - É normal que, na hora de abrir a conta, o banco “ofereça” um determinado pacote de serviços, que, na teoria, se encaixaria bem no perfil daquele cliente, ou na sua capacidade financeira. Ninguém é obrigado, no entanto, a aceitar estes pacotes. É obrigação do banco, deixar em local visível as informações sobre os pacotes existentes e seus preços, para que os clientes tenham condições de escolher o que mais lhe agradam.

Anuidade do Cartão de Crédito – Ha algum tempo é uma prática comum o banco ou a administradora vender cartão de crédito concedendo anuidade gratuita. A gratuidade, no entanto, pode valer só para o primeiro ano, e depois, caberá a você ligar para a instituição e pedir o cancelamento do cartão ou desconto no valor da fatura.

Tarifa de Abertura de Crédito – Há alguns anos o Banco Central criou normas para o setor e proibiu a TAC (Tarifa de Abertura de Crédito), que era cobrada sempre que o cliente solicitava um empréstimo. O banco pode, no entanto, cobrar pela criação do cadastro do cliente quando ele a abre a conta, e por sua renovação uma vez por ano.

Envio do Cartão de Crédito - O envio de cartão de crédito sem que o cliente tenha solicitado é uma prática antiga porém proibida pelo Código de Defesa do Consumidor, apesar de ainda ser feita por algumas instituições. Alguns bancos argumentam que o cartão só será cobrado se for usado, mas mesmo assim o envio pode se tornar um problema para seja extraviado e usado indevidamente, por exemplo.

Portabilidade do Crédito – Pouca gente sabe, mas quem tem dívida com um banco, e considera as taxas de juros cobradas muito altas, pode optar pela portabilidade de crédito, ou seja, transferir a dívida para outra instituição. Para fazer a portabilidade, é preciso procurar o banco para onde se quer transferir a dívida. Se essa instituição financeira aceitar o consumidor como cliente, ele terá de quitar o empréstimo com a instituição onde a dívida foi feita originalmente e depois negociar novas condições de pagamento.

Conta Salário - Se você já tem conta em um banco, mas a empresa para a qual trabalha faz o pagamento por meio de outro, você pode optar por receber em uma conta chamada de “conta-salário”. Trata-se de um tipo especial de conta que não permite nenhum depósito além do salário. Quem opta por esta modalidade não paga nada para transferir o valor para outra conta, mesmo sendo de outro banco (desde que a transferência não seja feita em parcelas), nem para fazer até cinco saques mensais.

Fonte: Guia de Investimento