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(..Theodore Roosevelt..)

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“A maior habilidade de um líder é desenvolver habilidades extraordinárias em pessoas comuns.”

(Abraham Lincoln)

domingo, 4 de março de 2012

Ações da B2W lideram perdas do Ibovespa na semana, com queda de 12,04%


As ações da B2W (BTOW3) lideraram as perdas da carteira teórica do Ibovespa na semana terminada em 2 de março, apontando recuo de 12,04% e cotadas a R$ 9,94. Já o benchmark da bolsa brasileira obteve valorização de 2,79% no mesmo período, chegando aos 67.781 pontos.

Nesta semana, a ação da companhia figurou entre as maiores quedas do Ibovespa em três oportunidades. Na terça-feira (28), o papel da B2W obteve a quarta maior queda do índice, ao cair 0,62%, enquanto liderou as perdas nos pregões de quinta-feira (1) e sexta-feira (2), quando recuou 4,27% e 5,60%, respectivamente.

O desempenho do ativo BTOW3 é explicado pelas expectativas negativas em relação aos resultados do quarto trimestre do ano passado, que foram confirmadas após a empresa reportar seu balanço depois do fechamento do pregão regular da véspera. A B2W teve um prejuízo líquido de R$ 28,8 milhões nos últimos três meses de 2011, frente ao saldo negativo de R$ 14,2 milhões obtido no mesmo período do ano anterior.

Em teleconferência realizada para a apresentação dos resultados, a companhia afirmou que os números apresentados ficaram aquém das expectativas da empresa. Segundo a administração, o ano de 2011 foi um período de transição para que muitos problemas, sobretudo relacionados à logística e distribuição, fossem corrigidos.

BofA avalia resultados
Além do aumento do prejuízo líquido, a equipe de análise do Bank of America Merril Lynch também destacou que as vendas da empresa mostraram um crescimento muito modesto em relação ao quarto trimestre de 2010. Por conta disso, foi elevada a projeção de prejuízo por ação da B2W para este ano, de R$ 0,11 para R$ 0,25. Para 2013, as perdas estimadas também aumentaram, de R$ 0,01 para R$ 0,12 por papel.

"Continuamos olhando para a pressão da concorrência sobre a margem bruta e a antecipação dos elevados níveis de despesas por conta dos investimentos agressivos da B2W em sistemas e infra-estrutura de distribuição", escrevem os analistas Robert Ford, Melissa Byun e Marcelo Santos em relatório do banco norte-americano.

Para eles, a combinação desses fatores poderia abalar ainda mais a confiança do mercado na capacidade da B2W mostrar uma recuperação operacional no curto prazo. A entrada de novos concorrentes ameaça tirar ainda mais participação de mercado da companhia.

Recomendação underperform
O BofA manteve a recomendação de underperform (desempenho abaixo da média do mercado) para as ações da companhia, com preço-alvo de R$ 10,00 - o que representa um desconto de 5,03% sobre o preço de fechamento do último pregão.

Destaques da semana
Entre as maiores quedas do Ibovespa nesta semana, também ganham destaque as ações de OGX (OGXP3, R$ 17,43, -4,13%), Lojas Americanas (LAME4, R$ 17,49, -2,62%), ALL (ALLL3, R$ 10,15, -2,40%), LLX (LLXL3, R$ 3,73, -2,36%) e Gafisa (GFSA3, R$ 5,05, -2,13%). 

Fonte: Infomoney

Inflação do IPC-S sobe 0,24% em fevereiro


Com o resultado, o IPC-S acumula altas de 1,06% no ano e de 5,62% em 12 meses

A inflação apurada pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) fechou o mês de fevereiro com taxa de 0,24%, informou há pouco a Fundação Getúlio Vargas (FGV). O resultado indica desaceleração ante a taxa de 0,81% de janeiro e a taxa de 0,27% do IPC-S até a terceira quadrissemana de fevereiro.
A inflação pelo IPC-S em fevereiro ficou dentro das estimativas do AE Projeções, que apontavam taxa entre 0,15% e 0,27%, e exatamente em cima da mediana de 0,24%. Com o resultado de hoje, o IPC-S acumula altas de 1,06% no ano e de 5,62% em 12 meses.
O grupo Educação, Leitura e Recreação foi a principal contribuição para a desaceleração do IPC-S. O grupo apresentou taxa menor de inflação no período, de 1,01% para 0,03%, em razão do fim da influência dos reajustes das mensalidades escolares no IPC-S. Sozinho, o item cursos formais passou de 1,98% para 0,03%.
Houve ainda decréscimos nas taxas de variação de preços da terceira quadrissemana para o fim de fevereiro os grupos Saúde e Cuidados Pessoais (0,58% para 0,42%), Despesas Diversas (0,30% para 0,16%) e Comunicação (0,14% para 0,04%). A FGV destacou, nestes casos, o comportamento de medicamentos em geral (0,42% para 0,12%), alimento para animais domésticos (0,89% para 0,08%) e tarifa de telefone residencial (0,37% para 0,03%), respectivamente.
Por outro lado, os grupos Habitação (0,31% para 0,53%), Alimentação (-0,09% para -0,02%), Vestuário (-0,14% para 0,02%) e Transportes (0,30% para 0,31%) registraram acréscimo em suas taxas de variação de preços. Os destaques foram, respectivamente, empregada doméstica mensalista (0,89% para 2,15%), panificados e biscoitos (0,33% para 1,04%), roupas (-0,31% para -0,16%) e serviço de reparo em automóvel (1,06% para 1,56%).

Projeção

O IPC-S deve ficar em 0,40% no encerramento de março, previu há pouco o coordenador do índice e pesquisador da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Paulo Picchetti. "A inflação deve ser puxada sobretudo por alimentos", comentou. O IPC-S fechou fevereiro com taxa de 0,24%, ante 0,81% em janeiro.
Para o encerramento do ano, o coordenador mantém sua expectativa de alta acumulada em 5,2%.

Fonte: Agência Estado

Sem motivo aparente, ação da JBS dispara 15% e lidera Ibovespa na semana


Com um forte volume negociado nos dois últimos pregões da semana, as ações da JBS (JBSS3) encerram o período entre 27 de fevereiro e 2 de março com a maior alta do Ibovespa, em um movimento incomum e sem catalisadores claros para a oscilação.

Ao fim da sexta-feira (2), os papéis registraram um avanço de 14,79%, sendo negociados a R$ 8,07. Na mesma comparação, o benchmark da bolsa brasileira subiu 2,79%. Só na quinta-feira (1), os ganhos apresentados atingiram 10,14%. O ativo já acumula seis sessões consecutivas de valorização.

Vale mencionar também que os dois últimos dias foram de volume financeiro pouco usual para JBSS3. Na quinta, foram movimentados R$ 71,44 milhões e na sexta, R$ 76,37 milhões. A ação não registrava um montante negociado tão forte durante um pregão desde agosto de 2010.

Eventos no exterior
O único evento mais relevante vivenciado pela empresa na semana foi a venda de 44,4 milhões de novos papéis da subsidiária norte-americana Pilgrim’s Pride, ao preço de US$ 4,50, por direitos de subscrição. O valor ficou 26,23% abaixo do fechamento de 2 de fevereiro da Nyse, a Bolsa de Nova York.

Além disso, a equipe de análise da XP Investimentos menciona um road show da empresa nos Estados Unidos, onde deve apresentar os pontos positivos da companhia. No entanto, os analistas afirmam que nenhuma informação nova foi revelada, fazendo com que o catalisador dessa forte alta seja desconhecido pelo resto do mercado.

Perspectiva é positiva
Henrique Koch, do BB Investimentos, cita o desdobramento da Vigor da estrutura de capital da JBS como um ponto positivo que traz boas perspectivas. A empresa tenta fazer com que a área de laticínios seja melhor visada pelos investidores, através de um IPO (Oferta Inicial Pública, na sigla em inglês) do segmento.

Além disso, o preço dos papéis em ascensão pode estar demonstrando a avaliação de que as estimativas, principalmente de criação de valor e geração de caixa com essa operação, são boas daqui para frente.

Outros destaques
Mais um frigorífico foi destaque positivo durante a semana na bolsa. As ações da Marfrig (MRFG3, R$ 10,34, +12,03%) também dispararam no período, depois da criação da Seara Foods. Além destas, Vanguarda Agro (VAGR3, R$ 0,45, +9,76%), Souza Cruz (CRUZ3, R$ 27,06, +9,55%) e Santander Brasil (SANB11, R$ 19,45, +8,78%) também subiram forte.

Fonte: Infomoney

Estrangeiro que comprar ações de empresa estrangeira no Brasil não pagará IOF


Os investidores internacionais que comprarem ações de empresas estrangeiras no Brasil deixarão de pagar Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) na hora de trazer o dinheiro para o país. A medida consta do pacote editado em 1º de Março pelo Ministério da Fazenda para conter a valorização do real.

De acordo com a chefe da Divisão de Tributação sobre Operações Financeiras da Receita Federal, Maria da Consolação Silva, a decisão de zerar a alíquota nesses casos foi para estimular o mercado de Brazilian Depositary Receipts (BDR), papéis que representam ações de empresas estrangeiras na bolsa brasileira. Anteriormente, os estrangeiros pagavam 6% de IOF na hora de converter a moeda estrangeira em reais para comprar os BDR.

"Quisemos dar o mesmo tratamento ao estrangeiro que compra ações da Petrobras e não paga IOF, mas pagava o imposto na hora de comprar ação de uma empresa estrangeira no Brasil", explicou Consolação. Ela esclareceu que a alíquota zero atinge tanto as ações estrangeiras negociadas na Bolsa de São Paulo como no mercado da balcão, que são operações registradas em cartório fora do ambiente da bolsa.

Consolação explicou ainda que a tributação não ocorre na compra da ação, mas na entrada da moeda estrangeira no país. "O investidor residente no Brasil não precisa fazer liquidação cambial para comprar ação de empresa estrangeira, portanto já não pagava IOF".

Fonte: Notícias Agência Brasil - ABr

IOF de 6% também incidirá sobre dinheiro que multinacionais emprestam a filiais brasileiras


A alíquota de 6% do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para empréstimos de até três anos tomados por bancos e empresas no exterior também será cobrada das multinacionais que emprestam dinheiro às filiais no Brasil. O esclarecimento foi feito pela chefe da Divisão de Tributação sobre Operações Financeiras da Receita Federal, Maria da Consolação Silva. De acordo com ela, esse tipo de operação está submetida às mesmas regras dos demais tipos de empréstimo.

Chamados empréstimos intercompanhias, os empréstimos de matrizes no exterior a filiais no Brasil são classificados pelo Banco Central como investimento estrangeiro direto (IED), que paga apenas 0,38% de IOF para entrar no país como estímulo para o dinheiro que é destinado à produção e à geração empregos. Mas a Receita Federal considera os empréstimos intercompanhias como operações financeiras normais, que rendem juros, têm prazo de pagamento e podem ser amortizadas. "Por cumprirem todos os procedimentos de um empréstimo, os empréstimos intercompanhias também pagam IOF de 6%", explicou Maria da Consolação.

Ela negou qualquer conflito de legislação com o Banco Central e ressaltou que, em agosto do ano passado, a Receita editou um ato declaratório para esclarecer a questão. "Não é por serem classificados como investimentos diretos pelo Banco Central que os empréstimos intercompanhias deixam de ser empréstimos", disse ela.

A Receita Federal não tem estimativa de quanto vai arrecadar com a ampliação da incidência do IOF sobre esse tipo de empréstimo. Segundo Maria da Consolação, como a medida foi tomada para inibir a entrada de dólares no país, o Fisco não tem como prever o impacto fiscal. Ela informou apenas que a arrecadação deve ser desprezível. "Nesse tipo de medida, é mais fácil o tomador do crédito se adaptar. Se houvesse aumento significativo da arrecadação, a medida seria ineficaz", explicou.

Fonte: Notícias Agência Brasil - ABr

Receita recebe 208,3 mil declarações do IR no 1º dia


Um total de 208,3 mil contribuintes entregaram a declaração do Imposto de Renda da Pessoa Física 2012 na quinta-feira, primeiro dia do prazo. O número representa cerca de 1% dos 25 milhões de declarações esperadas para este ano.
O balanço da Receita Federal contabiliza os documentos recebidos até as 18 horas. No mesmo período do ano passado, o Fisco recebeu cerca de 154 mil declarações.
O período da manhã concentrou a maior quantidade de envios: 124 mil contribuintes entregaram o documento neste horário. O órgão garante, no entanto, que não houve períodos de lentidão ou intermitência no sistema.
As declarações podem ser feitas até o dia 30 de abril. Quanto antes for entregue, mais cedo vem a restituição – que começa a ser realizada em junho.

Quem precisa declarar?

Os limites de isenção e os abatimentos previstos em lei foram reajustados este ano em 4,5% em relação aos valores do ano passado. Isto significa que estão obrigados a entregar a declaração os contribuintes que receberam mais de R$ 23.499,15 no ano passado.
Aqueles que tiveram rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma foi superior a R$ 40 mil, também devem prestar contas à Receita.
O Fisco ainda estabeleceu neste ano que os contribuintes com rendimentos tributáveis acima de R$ 10 milhões estão obrigados a enviar a declaração apresentando certificado digital.
Em relação à atividade rural, os brasileiros que obtiveram receita bruta superior a R$ 117.495,75 em 2011 também precisam declarar. A obrigatoriedade vale ainda para aqueles que, em 31 de dezembro, tinham a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, em valor total superior a R$ 300 mil.

Valor das deduções

A dedução no IR por dependente foi fixada em até R$ 1.889,64, enquanto que o limite de abatimento com gastos com educação é de R$ 2.958,23. Já a dedução de gastos com empregada doméstica subiu de R$ 810,60, no ano passado, para R$ 866,60, em 2012.
Para os contribuintes que optarem pela declaração de IR simplificada, o desconto é de 20%, limitado a R$ 13.916,36.
Neste ano, as doações para projetos amparados pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) feitas até 30 de abril de 2012 poderão ser abatidas na declaração deste ano. Até 2011, só era permitido abater as doações feitas no ano anterior. O abatimento está limitado a 3% do imposto devido.

Multas e parcelas

Quem perder o prazo de entrega estará sujeito a uma multa mínima de R$ 165,74 e máxima de 20% do imposto devido.
O saldo do imposto poderá ser pago em até oito cotas mensais com valor mínimo de R$ 50. A primeira parcela ou parcela única vence no dia 30 de abril.

Fonte: Estadão

Governo estende incidência de IOF sobre captação externa


O governo decidiu aumentar de dois para até três anos o prazo de incidência da alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras de (IOF) nas liquidações de operações de câmbio contratadas a partir de 1º de março de 2012. A taxa foi mantida em 6%, de acordo com o Ministério da Fazenda. A alteração foi restrita ao prazo. O decreto que estabelece o aumento foi publicado na edição do "Diário Oficial da União" desta quinta-feira (1º).

A decisão do Ministério da Fazenda vale para ingresso de recursos no país por meio de empréstimo externo, sujeito a registro no Banco Central, contratado de forma direta ou mediante emissão de títulos no mercado internacional.
O objetivo da medida é reduzir o ingresso de dólares no país e evitar uma valorização excessiva do real. Essa é a terceira vez que o governo altera as regras da incidência do IOF sobre esse tipo de operação. Em abril de 2011, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou o aumento do prazo para empréstimos no exterior com alíquota maior do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), de 6%, de um ano para dois anos.

Porém, o IOF já havia subido, no fim de março, para empréstimos de até um ano. Antes destas alterações, o IOF era de 5,38% para operações de até 90 dias e zero para contratações com prazo superior a três meses, segundo informações da Receita Federal.

Em abril do ano passado, na divulgação das novas medidas, Mantega disse: "Eu quero anunciar uma medida cambial cujo objetivo é reduzir o ingresso de dólares no país e evitar uma valorização excessiva do real. Estamos ampliando a cobrança do IOF de 6% para tomada de crédito no exterior por parte de bancos e empresas brasileiras que tomarem esse crédito por um prazo inferior a dois anos. É para desencorajar a tomada de crédito no exterior para prazos mais curtos".

Outras medidas

Em julho do ano passado, o governo, por meio de uma Medida Provisória, permitiu a taxação em até 25% das operações feitas por investidores brasileiros e estrangeiros no Brasil com instrumentos financeiros chamados de derivativos financeiros. 

Com a maior taxação, a tendência era que o volume de dólares que entrasse no país diminuiría, o que reduziria a cotação. Os derivativos cambiais têm grande influência na formação de preços da moeda norte-americana no mercado à vista.

Os derivativos são instrumentos financeiros cujo preço de negociação é baseado no preço futuro de algum outro ativo, como ações, câmbio ou juros. Investidores utilizam esse instrumento em diversas formas no mercado financeiro: uma delas funciona como se fosse um seguro de preço e tem como objetivo proteger o investidor contra variações de taxas, moedas ou preços.

Desvalorização do dólar

Na véspera, o dólar comercial interrompeu a sequência de três quedas e fechou com alta superior a 1% em relação ao real, retomando, com folga, o patamar de R$ 1,70. A valorização veio em linha com a piora nos mercados internacionais e após a firme intervenção do Banco Central no mercado de câmbio para conter a queda da moeda.

A cotação da moeda norte-americana avançou 1,25% no dia, a R$ 1,72 para venda. Esta foi a maior alta diária desde o dia 12 de dezembro, quando a cotação subiu 2,14%, para R$ 1,8445.
Os ganhos desta quarta-feira levaram o dólar a reduzir a queda acumulada em fevereiro. Ainda assim, a moeda fechou o mês com 1,55% de desvalorização.

Fonte: Globo.com