Bem vindo!

"...É muito melhor arriscar coisas grandiosas, alcançar triunfos e glórias, mesmo expondo-se a Fracassos e Derrotas, do que formar fila com os pobres de espírito que nem gozam muito nem sofrem muito, pois vivem em uma penumbra cinzenta tão grande que não conhece vitória nem derrota...."

(..Theodore Roosevelt..)

Que Deus nos abençoe!

“A maior habilidade de um líder é desenvolver habilidades extraordinárias em pessoas comuns.”

(Abraham Lincoln)

quarta-feira, 20 de março de 2013

Economistas e representantes de entidades não acreditam em reforma tributária

Todo mundo sabe, inclusive o governo, que o Brasil precisa de uma reforma tributária de verdade. Mas ela não vai sair porque mexe com interesses diversos e depende de um pacto entre União, estados e municípios. A saída são medidas pontuais e temporárias como as desonerações recentes de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), da folha de pagamento e dos impostos da cesta básica. É mais ou menos isso o que pensam economistas e representantes de diferentes entidades ouvidas pela reportagem da FOLHA. 

"O que o governo vem fazendo são remendos. Estamos chegando ao limite da exaustão do sistema tributário brasileiro. Esse sistema provoca disfunções e desorganização na atividade econômica", afirma o coordenador do Departamento Econômico da Federação das Indústrias do Paraná (Fiep), Maurílio Schmitt. Apesar disso, segundo ele, a reforma não virá. "Ainda mais neste momento que estamos: na antessala das eleições", justifica. 

De acordo com Schmitt, as desonerações da folha de pagamento representaram um avanço para as indústrias que exportam. Em vez de 20% de INSS sobre os salários dos empregados, as empresas passaram a contribuir com alíquotas que vão de 1% a 2% do faturamento. O economista da Fiep explica que, como a legislação isenta as exportações, as indústrias conseguem agora retirar também os encargos trabalhistas da produção que vai para o exterior. "Na hora de fechar a apuração do mês, segrega-se os faturamentos resultantes das vendas internas e externas", afirma. 

Para o mercado interno, segundo ele, o impacto da mudança é pequeno, quando não representa desvantagem. "As indústrias intensivas em mão de obra passaram a pagar menos, só que esta diferença não é tão expressiva como se imagina. Já as que são muito automatizadas não levaram vantagens. Em alguns casos, estão pagando mais", garante. 

Economista e professor da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Marcelo Curado diz que o País precisa de uma "desoneração horizontal para toda a economia, que promova a redução da carga tributária bruta", que hoje é uma das maiores do mundo, chegando a 35% do Produto Interno Bruto (PIB). 

Segundo ele, as medidas do governo da presidente Dilma Rousseff nada têm a ver com reforma tributária, ainda que fatiada. "O governo usa o instrumento tributário como mecanismo de política fiscal a curto prazo", alega. Prova disso, de acordo com ele, foram as reduções do IPI dos automóveis e da linha branca, que já está sendo recomposto nas alíquotas anteriores. "O governo faz assim: se precisa acelerar um determinado setor, ele desonera. Se precisa controlar a inflação, desonera. Não existe uma política planejada e consistente", opina. Para o professor, da mesma maneira que tem feito para acelerar a economia, o governo irá retirar as desonerações quando precisar segurá-la. 

Ele admite que fazer uma reforma tributária é uma tarefa "muito complicada" porque não depende só do presidente, mas também de governadores e prefeitos. "Quando se mexe com tributação, você está mexendo com interesses diversos e muito difíceis de conciliar", declara. Apesar disso, afirma que cabe ao governo federal liderar o processo da reforma, se articulando com as autoridades estaduais, municipais, empresários, trabalhadores e parlamentares. 

Curado lembra que Dilma defendeu a reforma no início do governo. "Havia uma proposta de criação de um imposto único que morreu na praia. O governo não irá implementá-la", acredita. 

Fonte: Folha web

segunda-feira, 11 de março de 2013

Desacelere a vida profissional para preservar a sua saúde

O susto que Elísio João Viciana e Rosângela Ojuara tomaram mudou radicalmente suas vidas. Estresse, sedentarismo e alimentação desregrada os levaram a ter problemas de saúde e, consequentemente, a repensarem sua forma de encarar a vida profissional. Aos 25 anos, Viciana quase teve um enfarte. Mesmo seus pais terem tido problemas coronários, o executivo, que hoje é vice-presidente da Mapfre Investimentos, trabalhava 16 horas por dia, não praticava atividades físicas e quase todos os dias comia fast food em sua mesa do escritório. “A busca pelo sucesso e pelo bônus anual os estimulava a seguir essa rotina. Achava que lazer era perda de tempo”, lembra Viciana, que ficou oito anos sem sair de férias. Desde o episódio, o executivo mudou sua alimentação, passou a praticar atividade física e a viajar em suas férias. Ele não chegou a se afastar da gestora de recursos para qual trabalhava — e administrava R$ 4,5 bilhões de terceiros —, mas mudou radicalmente sua postura. "Busquei melhorar minha alimentação, principalmente no que diz respeito à qualidade dos alimentos. Também passei a frequentar a academia três vezes por semana e busquei reduzir o ritmo frenético do trabalho, embora este último tenha sido mais difícil”, diz.

O executivo, hoje com 39 anos, mantém até hoje a rotina que adotou desde os 25 anos. “Se pudesse dar um conselho aos profissionais que buscam, a qualquer custo, sucesso e retorno financeiro é: tenha mais equilíbrio entre a vida profissional e a pessoal. Você pode até ver o resultado no curto prazo, porém o prejuízo no longo prazo, principalmente no que diz respeito à saúde, pode ser grande”, sugere. Já Rosângela se alimentava bem e praticava exercícios físicos regularmente. Porém, seu "calcanhar de Aquiles" era o estresse e pressão que sofria por resultados. “Certa vez, estava fazendo exercícios e meus batimentos cardíacos foram a 200 por minuto. Me levaram ao hospital e o médico me disse que o caso era grave e que precisaria operar. Não dei ouvidos. Consultei mais dois especialistas que disseram o mesmo. Um deles, inclusive, disse que se não o fizesse teria só mais um mês de vida”, lembra.

Demissão

Rosângela tinha um problema congênito no coração, agravado pelo estresse.Otrauma a fez pedir demissão mesmo estando afastada do trabalho por três meses. Foi então que ela decidiu virar coaching. “Continuo fazendo absolutamente tudo o que fazia antes. Porém agora meus horários são flexíveis”, diz, ponderando que quando a mudança de vida é muito radical, a pessoa precisa saber que se privará de algumas coisas e se poupará de outras. Especialistas dizem que casos como os de Elísio e Rosângela são mais comuns do que imaginamos e, para evitá-los, é preciso alguns cuidados. “As pessoas têm a ideia de que o tempo precisa ser aproveitado ao máximo e, consequentemente família, amigos e até a própria saúde ficam de lado”, alerta Antonio Carlos Till, diretor-médico da clínica Vita Check-Up Center, lembrando que muitas vezes um susto, seja com ele ou com pessoas próximas, é sempre um fator motivador de mudanças.

Andrea Sette, clínica geral da Rede D'Or São Luiz diz que é preciso praticar atividade física, de três a quatro vezes por semana e alimentar-se adequadamente, ou seja, reduzir a ingestão de alimentos processados, refrigerante e frituras. “A primeira medida é entender os fatores que levam ao enfarte e ao acidente vascular cerebral (AVC) e evitá-los, já que são os problemas mais graves, e mais comuns, de executivos de alta liderança”, afirma. Para os que já sofreram algum tipo de problema, os cuidados passam a ser ainda mais intensos, e as visitas aos médicos constantes. “A vigilância é permanente”, diz o diretor-médico da Vita Check-Up Center. 


Fonte: Brasil Econômico

Falta de gestão profissional é entrave para voos mais altos

O Brasil é hoje uma potência econômica, apesar do pibinho de 2012. Ainda falta muito para eliminar a miséria, mas temos desemprego baixo. Mas como alcançar novos patamares econômicos?

É preciso incrementar, obviamente, a infraestrutura, seja na área de transportes e energia, seja na de educação.

Existe muito dinheiro de bancos e fundos de investimento à disposição de bons empreendimentos privados ou não. Mas tudo é muito lento ou não acontece de maneira totalmente eficiente. Então, qual é o problema?

O Brasil tem profissionais entre os mais reconhecidos no mundo em engenharia e medicina. Mas não é possível dizer o mesmo de administradores e de contadores.

Nos Estados Unidos e em países da Europa, esses profissionais são reverenciados. É claro que temos excepcionais representantes dessas áreas no Brasil, mas há também um imenso amadorismo, com alto custo.

Por que empresas pequenas, e mesmo grandes (inclusive bancos), fecham tão cedo? Quantas se tornam altamente endividadas sem ao menos saberem como isso ocorreu? Quantas não conseguem receber investimentos pela simples incapacidade de demonstrar o seu resultado?

É grande o número de empreendedores que operam seus negócios em voos completamente cegos, desorganizados, orientando-se apenas por meio de uma frágil gestão diária da tesouraria.

É preciso haver maior respeito pelas ferramentas do bom gestor: a contabilidade, com seus balanços, controles e fluxos de caixa. Só assim é possível atrair a confiança dos investidores e o respeito do banco na hora de alongar dívidas. A governança depende de informações confiáveis e transparentes.

Até os anos 80, empreendedores eram raros, com a grande massa querendo trabalhar para o Estado -Petrobras, BB, Caixa etc.

Empreender é algo novo por aqui. Então, ainda não se entende nem se apoia devidamente o nobre papel do contador, limitando-o como especialista fiscal e trabalhista. O resultado é que pequenas e grandes corporações ainda perecem pela falta de um acompanhamento técnico dos indicadores de desempenho gerados por uma contabilidade competente.

É preciso haver esses controles já no início do negócio. A contabilidade é a linguagem universal de registro e de comunicação dos eventos econômicos nas empresas. O administrador que a negligencia gosta de riscos.

RICARDO NEGREIROS, da RN Executivos, é reestruturador de empresas e autor do "Manual do Reestruturador de Empresas"

Fonte: Folha de S.Paulo

Rumo à Bolsa


O crescimento cada vez mais descentralizado da economia brasileira está levando a Bolsa a sair do eixo Rio-São Paulo em busca de empresas de médio e pequeno portes, com alto potencial, para abrir o capital.

A explicação é simples. A estimativa é que existam no país 15 mil companhias com potencial para abrir o capital -e a BM&FBovespa conta hoje só com 454 empresas.

Para atrair essas empresas, a BM&FBovespa e a Amcham (Câmara Americana de Comércio) vão fazer, ao longo deste ano, eventos que funcionam como workshops com a exposição de advogados, bancos de investimento, auditores e profissionais do mercado financeiro.

"A gente conhece pouco as empresas fora do eixo Rio-São Paulo, mas há um processo de descentralização da economia brasileira", disse Fernando Schmitt, diretor de regionais da Amcham.

"Começamos a ver empresas que crescem em ritmo de dois dígitos e que vão chegar logo a um faturamento acima de R$ 300 milhões."

As regiões de maior interesse são Curitiba, Belo Horizonte, Ribeirão Preto (interior de São Paulo) e Goiânia.

"Temos muitas empresas regionais familiares, do 'mid-dle market'. O objetivo é ajudar na sofisticação financeira dessas empresas", disse Frederico Rodrigues, sócio do Souza, Cescon Advogados, que participa da iniciativa.

O ponto alto dos eventos é o testemunho de empresas como Arezzo, Odontoprev e Droga Raia sobre o processo de entrada na Bolsa. Os empresários participantes também são levados a Nova York para ter contato com autoridades, reguladores e profissionais de Wall Street.

A iniciativa começou em 2010, mas só agora que algumas empresas despontam com maturidade para estrear no mundo dos investidores profissionais.

É o caso do grupo mineiro Orguel, que atua na fabricação e locação de equipamentos para construção civil, indústria e obras de infraestrutura como exploração de gás.

Fundada há 50 anos, a Orguel investiu na profissionalização da gestão, reorganizou a estrutura societária e, no ano passado, admitiu como sócio o fundo norte-americano Carlyle, de "private equity" (participação em empresas fechadas), que comprou 25% do capital.

Até a entrada do Carlyle, a Orguel financiava um crescimento que superava 30% ao ano com o próprio caixa, o que limitava suas oportunidades de negócio.

O próximo passo é abrir o capital na Bolsa, o que ainda não tem data e que depende de condições favoráveis de mercado para acontecer. "Não temos pressa. Pode acontecer entre um e dois anos", disse Sergio Guerra, presidente da Orguel.

LONGO CAMINHO

A saga de uma empresa familiar que busca dinheiro de investidores profissionais começa com a profissionalização da gestão, organização da contabilidade, cisão entre os bens da família e os da empresa, formalização de um conselho de administração e a contratação de auditores independentes.

Com a contabilidade passada a limpo, o que implica no reconhecimento de perdas potenciais com contenciosos trabalhistas e tributários, abre-se o caminho para a entrada de fundos como sócio.

Se for bem trilhado, chegar à Bolsa será um caminho que demora mais de cinco anos, sem contar as condições nem sempre favoráveis de mercado para captar recursos.

Antes de estrear na Bolsa, a empresa precisa ter pelo menos dois anos de balanço auditado. "Quanto antes se planejar, menor o custo pago pela urgência na hora de abrir o capital", disse Cristiana Pereira, diretora da Bovespa.

Fonte: Folha de S.Paulo

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Probabilidade de alta da Selic em 2013 cresce!


As declarações desta terça-feira, 19, do presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, reforçaram entre analistas a percepção de que a probabilidade de uma elevação dos juros básicos (Selic) ainda em 2013 cresceu substancialmente.

Tombini afirmou que osciclos monetários – ou seja, as altas e baixas da Selic – continuam valendo no País. Em outras palavras, a taxa básica será reajustada para conter a inflação se o BC entender que é preciso.

"Não há dúvidas de que a possibilidade de uma alta da Selic ocorrer ainda neste ano vem crescendo", disse o economista-chefe do Banco Fator, José Francisco de Lima Gonçalves. Isso não significa que essa eventual alta ocorreria em breve, como o próprio mercado chegou a cogitar nas últimas semanas.

Outra observação importante é a de que, mesmo com esse aumento de probabilidade, a maioria dos economistas de mercado continua acreditando que a Selic não sofrerá alterações neste ano. Permanecerá no nível atual, de 7,25% ao ano. O próprio Lima Gonçalves está nesse ‘time’.

"O BC poderia trazer a inflação para o centro da meta no fim do ano ou no início de 2014, mas, para isso, seria obrigado a provocar uma recessão na economia brasileira. Será que algum político está disposto a uma ação como essas?", indaga.

O economista pondera que, apesar de a inflação estar forte neste início de ano (6,15% nos 12 meses encerrados em janeiro, ante um teto de meta de 6,5%), a atividade econômica permanece fraca. A expectativa é de que o Produto Interno Bruto (PIB) tenha crescido apenas 1% em 2012. O dado oficial será divulgado no próximo dia 1º de março.

O economista Fabio Silveira, da RC Consultores, concorda. "No ambiente econômico que vivemos hoje no Brasil, a única variável forte é o consumo. Se o BC acionar a taxa básica de juros, vai atingi-la em cheio", argumenta. Por isso, ele tem uma avaliação ousada em comparação com muitos dos seus colegas: o Copom reduzirá novamente a Selic. "Acreditamos em uma queda de 0,25 ponto porcentual na última reunião do ano", disse.

Câmbio

Nesse contexto, muitos especialistas avaliam que a taxa de câmbio continuará a ter um papel importante no combate à inflação ao longo de 2013.

O vice-presidente de Tesouraria do banco WestLB, Ures Folchini, disse que, apesar de o ministro da Fazenda, Guido Mantega, ter afirmado na sexta-feira que o controle da inflação no Brasil é feito via taxa de juros, os investidores ainda veem o câmbio como variável importante para ajudar a deter a escalada dos preços. Nesta terça, por exemplo, o real voltou a se fortalecer ante o dólar. A moeda americana caiu 0,41%, para R$ 1,955. No ano, a perda ante o real é de 4,4%.

O economista Sidnei Nehme, da NGO Corretora, concorda que o câmbio vem sendo usado como coadjuvante no controle da inflação. Mas, diante das declarações de Tombini, ele levanta outra dúvida. "Se o BC realmente elevar a Selic, será que a autoridade monetária vai soltar um pouco o dólar, que no nível abaixo de R$ 2 representa um risco ao crescimento do País?", indaga.

Fonte: Estadão

Definidas as regras para a apresentação da Declaração de Ajuste Anual referente ao exercício de 2013


A Receita Federal divulgou nesta terça-feira as regras para a declaração do Imposto de Renda (IR) para pessoas físicas de 2013, que tem como base o ano de 2012. O prazo de entrega vai de 1º de março a 30 de abril e a multa mínima para o descumprimento é de R$ 165,74.

A declaração deve ser enviada pela internet, utilizando o Programa Gerador de Declaração (PGD) disponível no site da Receita Federal, ou entregue via disquete nas agências do Banco do Brasil ou da Caixa Econômica Federal.

De acordo com o Diário Oficial da União, estão obrigadas à apresentação da declaração as pessoas físicas que receberam rendimentos tributáveis superiores a R$ 24.556,65 em 2012.Também devem declarar, as pessoas que receberam rendimentos isentos cuja soma foi superior a R$ 40.000,00.

A declaração é obrigatória, ainda, para quem obteve ganho de capital na alienação de bens ou direitos, ou realizou operações em bolsas de valores. Pessoas que passaram a residir no Brasil em qualquer mês de 2012 também devem declarar.

Em relação à atividade rural, a obrigatoriedade está para quem teve receita bruta superior a R$122.783,25 ou a posse de bens ou diretos, incluindo terra nua, de valor total superior a R$ 300.000,00.

Para quem deseja se aprofundar um pouco mais sobre o assunto, segue o link da Instrução Normativa 1.333 de 18/02/13.


Fonte: RFB

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Um ano melhor, ainda somos capazes de viver!


Sabe-se que de uns tempos para cá, a falta de tempo acaba por roubar o tempo de nossa vida, o excesso de trabalho, as muitas responsabilidades, o desejo de conquistar coisas melhores, status, promoções, mais dinheiro, títulos etc... Apesar de vivermos a era da informação da rapidez proporcionada pelo conforto tecnológico, outrora um notebook era algo magnífico, agora temos “smartphone”, “tablet”, objetos esses que cabem na palma da mão e podem acessar qualquer tipo de informação como, conta corrente, materiais de estudo, aplicações financeiras, vídeos, notícias, informação do trânsito, de qualquer lugar, a fim de facilitar a vida das pessoas e fazer com que elas tenham mais tempo para se encherem de outras mil responsabilidades!

A realidade humana em certos momentos parece utopia. Desejamos fazer e realizar tantas coisas que esquecemos que possuímos limitações físicas, psicológicas, emocionais e precisamos uns dos outros para aprender, crescer e conquistar o sonho.

De fato 2012 não foi um ano fácil, contudo não foi ruim ao extremo, pois chegamos ao final dele e estamos de pé!
Agora deixo a seguinte mensagem de ano novo a você meu amigo (a) 2013 não será fácil, e nem difícil isso dependerá de como iremos encará-lo. Não deixemos que a era da informação e facilidade roubem o nosso contato, um almoço, um lanche, um café, ou simplesmente uma troca de ideias entre nós pode fazer toda a diferença para vivermos um ano ainda melhor do que foi 2012 e termos mais tempo para as coisas mais bacanas e simples da vida.

FELIZ 2013 A VOCÊ E TODA A SUA FAMÍLIA!!!
FAÇAMOS A DIFERENÇA!!!

“O temor do Senhor é o princípio da sabedoria e o conhecimento do Santo é prudência” 
(Provérbios 9:10).

"A busca pela sabedoria jamais pode ser separada da busca por Deus. Se a nossa filosofia não é controlado por uma teologia firme, enfrenta uma barreira impossível de superar."