Bem vindo!

"...É muito melhor arriscar coisas grandiosas, alcançar triunfos e glórias, mesmo expondo-se a Fracassos e Derrotas, do que formar fila com os pobres de espírito que nem gozam muito nem sofrem muito, pois vivem em uma penumbra cinzenta tão grande que não conhece vitória nem derrota...."

(..Theodore Roosevelt..)

Que Deus nos abençoe!

“A maior habilidade de um líder é desenvolver habilidades extraordinárias em pessoas comuns.”

(Abraham Lincoln)

sábado, 13 de outubro de 2012

Fundos imobiliários mais rentáveis em Setembro/2012.


Os fundos imobiliários seguem como alternativa interessante para exposição no mercado de imóveis (principalmente comerciais), com baixo capital e a segurança de gestão profissional. No mês de setembro, alguns fundos se destacaram, oferecendo retornos acima da média.

De acordo com levantamento da XP Investimentos, a maior valorização (valorização da cota mais o rendimento) foi do fundo Kinea Renda Imobiliária (KNRI11), com 15,43%. O FII Hotel Maxinvest (HTMX11B) vem logo a seguir, com valorização de 10,84%, conforme a tabela a seguir:

Fundos imobiliários em setembro
fundoCódigoValorização da cota + rendimento
*XP Investimentos
Kinea Renda Imobiliária FIIKNRI11                 15,43%
FII Hotel MaxinvestHTMX11B                 10,84%
FII Vila Olímpia CorporateVLOL11                   6,28%
FII BTG Pactual Fundo de CRIFEXC11B                   4,88%
FII Edifício Almirante BarrosoFAMB11B                   4,79%
FII BTG Pactual Fundo de FundosBCFF11B                   3,23%
FII Shopping West PlazaWPLZ11B                   3,19%
FII Rio Bravo Renda CorporativaFFCI11                   3,09%
FII GWI Condomínios Logísticos FIIGWIC11                   1,09%
VBI FL 4440 FIIFVBI11B                    0,35%



Kinea Renda Imobiliária FII
O Kinea é o primeiro fundo do Grupo Itaú Unibanco. O Fundo iniciou com dois edifícios comerciais localizados no centro da cidade do Rio de Janeiro, um deles na Rua do Lavradio, 132 locado à Caixa Econômica Federal, tendo quase 16.000 m2 de área locável e 280 vagas de garagem. Já o outro se localiza à Av. Gomes Freire, 471 e está alugado pelo Banco do Brasil, com área locável de 5.169m2, sem vagas de garagem.

Hoje, o fundo conta com mais três empreendimentos no estado de São Paulo. Dois estão localizados na capital paulistana, um no bairro Pinheiros, com ABL de 6.230 m² e possuindo como inquilinos as empresas Camargo Correia, American Airlines, Polenghi, entre outros, e o segundo no bairro Itaim, com ABL de 3.198 m² e as empresas OHL, Yamaha e Vetor Zero, entre os inquilinos. O terceiro imóvel está localizado na cidade de Sumaré e possui apenas a Bravo Logística como inquilino dos 13.600m² de ABL.

Hotel Maxinvest
De acordo com a Brasilian Mortgages, gestora do fundo, o Fundo hotel Maxinvest foi criado em 2007 com intuito de se aproveitar a recuperação do mercado hoteleiro da cidade de São Paulo. "Efetivamente, o aumento na distribuição da renda dos hotéis e a valorização das unidades hoteleiras garantiram ao investidor do Maxinvest uma das melhores rentabilidades do mercado", afirma a gestora.


FII Vila Olímpia Corporate
O fundo adquiriu com os recursos da primeira Oferta seis lajes do empreendimento imobiliário denominado Vila Olímpia Corporate, localizado na cidade de São Paulo-SP. O ativo Triple A e com certificação LEED está em fase de construção, com conclusão prevista para Julho de 2013.

O fundo firmou com a incorporadora Odebrecht um contrato de rentabilidade mínima garantida, que oferece rentabilidade de 9%a.a. ao Cotista, até 12 meses após a obtenção do habite-se.

FII BTG Pactual Fundo de CRI
O FII BTG Pacual Fundo de CRI, antigo FII Excellence, tem por objetivo realizar a aquisição de CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários), LHs (Letras Hipotecárias), LCIs (Letras de Créditos Imobiliários) ou direitos a eles relativos, podendo, ainda, investir em Cotas de Fundos de Investimento Imobiliário.

A gestão da carteira é realizada pelo próprio administrador, o BTG Pactual. Os CRIs adquiridos pelo Fundo são exclusivamente seniores e emitidos pela Brazilian Securities.

FII Edifício Almirante Barroso
O Fundo é proprietário de 100% do imóvel denominado Edifício Almirante Barroso, localizado na Avenida Rio Branco, na região do Centro, na cidade do Rio de Janeiro. O empreendimento conta com ABL de 56.331 m², distribuídos em 34 pavimentos, além disso, conta com um Centro Cultural composto por um teatro, dois cinemas, duas salas de exposição, uma galeria e um atelier.

O imóvel é 100% locado para a Caixa Econômica Federal, abrigando escritórios administrativos da instituição, além de duas agências bancárias.

FII BTG Pactual Fundo de Fundos
O Fundo tem como objetivo primordial a aquisição de Cotas de outros Fundos de Investimento Imobiliário, bem como a aplicação em CRIs, LCIs e LHs. A carteira do Fundo é primordialmente composta por Cotas de outros Fundos Imobiliários que invistam em ativos como shoppings, edifícios comerciais, hospitais, entre outros.

Dessa forma, o rendimento do BCFF11B é composto pelas distribuições regulares dos Fundos em carteira, acrescido dos ganhos de capital provenientes de vendas de Cotas, além dos rendimentos relativos aos outros ativos em carteira.

FII Shopping West Plaza
O Fundo é proprietário de 30% do empreendimento denominado Shopping West Plaza, localizado na cidade de São Paulo-SP e tem por objetivo auferir rendimentos por meio das receitas de locação provenientes da área adquirida. Administrado pela Aliansce, o shopping conta com 270 lojas, sendo a C&A, Centauro, Bioritmo, Fast Shop, Lojas Americanas, Marisa, Magazine Luiza e Renner estabelecimentos denominados lojas âncoras.

Possui, ainda, 1,8 mil vagas de estacionamento, 2 salas de cinema e área ao ar livre (“Boulevard West Plaza”). A Brazilian Finance & Real Estate (BRFE) garantiu uma rentabilidade mínima de 0,83%a.m sobre o preço de emissão da Cota durante 48 meses a partir da posse do imóvel pelo Fundo, garantia que se encerrou em julho de 2012.

FII Rio Bravo Renda Corporativa
O Fundo Rio Bravo Renda Corporativa, anteriormente chamado Fundo Financial Center de Investimento Imobiliário, captou, em agosto de 1999, recursos que foram suficientes para adquirir seis lajes do Edifício JK Financial Center, um empreendimento comercial “triple A” construído pela Cyrela/Brazil Realty na cidade São Paulo-SP.

Em Novembro de 2009, observando as condições favoráveis do mercado, seu Administrador, a Rio Bravo Investimentos, efetuou uma mudança no foco de atuação do fundo, que passou para uma gestão ativa com o objetivo de comprar e vender imóveis. Hoje o Fundo possui participação nos empreendimentos JK Financial Center, Jatobá Green Building, Parque Paulista e Edifício New Century, todos de alto padrão e localizados na cidade de São Paulo - SP.

FII GWI Condomínios Logísticos FII
O objetivo do fundo é a aquisição de terrenos, imóveis industriais e comerciais de alto padrão ou de direitos a eles relativos, localizados em áreas urbanas ou rurais, prontos ou em construção, ou ainda outros tipos de imóveis com a finalidade de venda, locação ou arrendamento.

O Fundo possui um galpão logístico em Guarulhos localizado dentro da área metropolitana da grande São Paulo, próximo às rodovias Presidente Dutra, Ayrton Senna, Fernão Dias e do futuro trecho Norte do Rodoanel, próximo ao Aeroporto Internacional de Cumbica. Com terreno de 105.887 m² e área construída de 61.000 m² o Galpão Global Cumbica está com 96% de taxa de ocupação, dos 54.509 m² de ABL. O Fundo é destinado a investidores qualificados.

VBI FL 4440 FII
O Fundo é lastreado pelo ativo imobiliário localizado na Av. Brigadeiro Faria Lima, 4.440, em São Paulo (SP). O FII VBI FL 4440 tem como principal objetivo a realização de investimentos imobiliários de longo prazo, por meio da aquisição de propriedades ou de quaisquer direitos reais sobre imóveis e na aquisição de ativos mobiliários (CRIs, Cotas de FII, entre outros).

Fonte: Infomoney

Atenção na hora de adquirir um imóvel!


Em tempos de altas de imóveis, pesquisas que indicam bolha no mercado brasileiro e outros casos, escolher um lugar para morar também se torna uma situação complicada. Sejam casais, idosos ou “sozinhos”, a importância de pesquisar com responsabilidade é bem grande.

Em média, o brasileiro compra dois imóveis durante a vida, diferentemente de outros bens de consumo que são trocados regularmente; o que por si só já é um bom motivo para se tomar todos os cuidados possíveis antes e após a assinatura do contrato de compra, venda ou locação.

José Augusto Viana, presidente do Creci-SP (Conselho Regional dos Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo), orienta as pessoas a buscarem imóveis, principalmente, de acordo com o número de componentes da família. “Evidentemente, se a família ainda é recém-formada vale um apartamento pequeno, no entanto, se a família tem pretensões de ter filhos ou então, aumentar o número de filhos, é interessante tentar ir direto a um imóvel com 3 dormitórios”, explica. Inclusive, diz ele, os imóveis mais procurados costumam ser os de 2 e 3 dormitórios.

Fonte: Infomoney

Qual o melhor momento para ensinar ao seu filho sobre finanças?


Muitos pais sentem dificuldades de iniciar a educação financeira de seus filhos, seja por não saber qual é a melhor maneira de abordar o assunto ou quando é a hora certa de começar a conversar sobre dinheiro. Mas, para a surpresa dos pais, as crianças aprendem desde muito novas a associarem dinheiro com compras.

Para a educadora financeira e criadora do Programa Educação Financeira, Cássia D’Aquino, quem determina a hora de começar a falar sobre dinheiro é a própria criança. “Em torno dos dois anos e meio a criança já se dá conta de que o dinheiro existe, de que ele dá acesso às coisas e de que os pais possuem esse dinheiro”, afirma Cássia. Por isso, quando os filhos começarem a pedir para comprar produtos, já é hora de incluí-los no planejamento da economia familiar. 

Mesada
Uma das formas mais conhecidas pelos pais de introduzir o tema dinheiro na vida dos filhos é oferecendo mesada para eles. No entanto, Cássia acredita que esta é a maneira mais “chata” de ensinar sobre finanças. “Os pais precisam ter consciência de que é preciso dar a mesada no dia certo, trocar o dinheiro em notas de menor valor, para que a criança possa utilizar, saber punir a criança e entender que não basta dar o dinheiro para o filho, é preciso também conversar sobre os gastos”, explica.

Para os pais que ainda assim preferem fazer uso da mesada, Cássia ensina que dos três aos seis anos, as crianças devem receber pouco dinheiro e uma vez por semana. Junto com a “semanada” os filhos devem ter um calendário para que elas possam ir criando a noção de tempo e possam se acostumar com a espera de receber o dinheiro no dia certo. Os pais não devem se esquecer de explicar, de  forma simples, que o dinheirinho que as crianças estão recebendo serve para elas comprarem o que elas querem.

Dos seis aos onze anos já é possível incentivar os planejamentos de curto prazo, mantendo o sistema de semanada. Para realizar o aumento do valor da mesada, a educadora aconselha acrescentar R$ 1 a cada ano de idade, então, se a criança tem oito anos ela deve receber R$ 8.

A partir dos doze anos, os filhos podem passar a receber mesada, e para que haja aumento, os pais devem incentivar as crianças a justificar e contextualizar o porquê ela precisa ter mais dinheiro, desta forma é composto um ambiente de conversa na família, intera os pais dos gastos dos filhos e prepara as crianças para o mercado de trabalho, onde elas precisarão justificar os pedidos de aumentos de salário. 

Cássia lembra que as falências são bem-vindas durante a infância, pois é uma forma de ensinar as crianças do que fazer se o dinheiro acabar antes do tempo previsto. Além de alertar aos pais se os filhos estão recebendo pouco dinheiro, que não cobre todos os gastos, ou recebendo muito dinheiro, a ponto de não conseguirem controlar o orçamento.

Quando os filhos entram na universidade, a educadora acredita ser o momento ideal de parar de oferecer a mesada, pois desta forma incentiva os adolescentes a procurarem um emprego. “O problema não é parar de dar a mesada, o problema é se conscientizar de que os filhos cresceram”, afirma.

Outras opções
Além da mesada, Cássia sugere outras formas de ensinar educação financeira para os filhos. Uma delas é ajudar na hora de fazer supermercado; a preparação começa ainda em casa quando os pais pedem para a criança ficar responsável por um produto, por exemplo, se a criança é responsável pelo sabonete, ela deve verificar se é preciso comprar o produto, precisa garantir que ele estará na lista de compras e quando chegar ao estabelecimento ela deverá pegar o sabonete. Assim ela aprenderá que é importante planejar antes de sair às compras, e evita que a criança faça escândalo na loja, pois ela se concentra em sua responsabilidade, garante a educadora.

Outra opção é planejar alguma viajem que a família irá fazer; os filhos podem ficar responsáveis de ver o preço do hotel e passagens e planejar junto com os pais quais serão os cortes de gastos necessários para realizar o passeio.

Escolas
Muitas escolas oferecem educação financeira em seus currículos, contudo, Cássia acredita que os pais devem se preocupar com outros aspectos da instituição, além da educação financeira. “É importante que os pais estejam preocupados com a formação de um pensamento crítico na criança, com a relação de consumo entre os alunos e o papel da cantina na escola”, explica.

A educadora ainda lembra que a caderneta da lanchonete – onde as crianças consomem e ficam devendo – é uma prática muito comum nas escolas e extremamente danosa, pois tanto os filhos, quanto os pais, perdem o controle dos gastos, além de ensinar às crianças de que não existe problema de criar dívidas.

Crise financeira
Quando a família estiver passando por uma crise financeira, como a perda do emprego de um dos pais, a melhor maneira de abordar o assunto com a criança é explicando a situação e já passar para ela quais medidas serão tomadas e, se for necessário, quais cortes de gastos serão feitos. Cássia lembra que é importante que os pais resolvam os problemas sozinhos, pois discussões e incertezas só deixam os filhos angustiados e atrapalha no entendimento dos mesmos.

Fonte: Infomoney

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Bancos públicos põem em prática diminuição de tarifas


O Banco do Brasil reduziu o valor de sete pacotes de serviços e de 24 tarifas prioritárias para pessoas físicas. De acordo com o banco estatal, a redução vale a partir da próxima segunda-feira, e pode chegar a 34%. 
Os serviços prioritários são: contas de depósito, cheque, saques, depósitos, consultas, transferências de recursos, transferências por TED/DOC e entre contas na própria instituição, ordens de crédito e cartões de crédito. A tarifa de saques, por exemplo, cai de R$ 1,70 para R$ 1,20. 

A instituição também vai isentar novos clientes da tarifa de confecção de cadastro, que é de R$ 30,00. O pacote de tarifas padronizado pelo Banco Central passa de R$ 13,50 para R$ 9,90 (-26,6%). As cestas de serviços que têm hoje preços entre R$ 40,60 e R$ 49,90 passam a custar R$ 38,00 por mês. 

"Com essa ação, o BB espera que, da mesma forma como ocorreu quando reduziu as taxas de juros com a estratégia BomPraTodos, se crie um novo círculo virtuoso e que a baixa de preços permita ao cliente consumir mais produtos e serviços BB, gerando assim um novo ganho de escala", disse a instituição mediante nota. 

O vice-presidente de Negócios de Varejo do BB, Alexandre Abreu, disse que o ganho de escala vai compensar a redução de tarifas bancárias para pessoas físicas anunciada nesta segunda-feira pela instituição. Segundo Abreu, essa compensação virá do aumento da base de clientes registrado desde abril, quando o BB iniciou o processo atual de redução dos juros, e da expectativa de mais crescimento nesse número. 
"Reduzimos as tarifas mais usadas pelo público. As razões para isso são um ganho muito forte com clientes que passaram a utilizar o banco depois da redução dos juros, e um ganho de escala que nos permite revisar para baixo alguns preços", disse. De acordo com o executivo, o BB tem agora o pacote de serviços mais barato do mercado. 

O executivo do BB disse que as tarifas bancárias da instituição teriam de ser reduzidas por questões de mercado e que o banco está se antecipando a esse movimento, assim como ocorreu em relação às taxas de juros. "O mercado entrou em uma nova fase de competição. No campo das tarifas a competição também vai se acirrar", afirmou. 
Ele informou também que o corte anunciado nesta segunda-feira "é o que foi possível fazer" neste momento. 
"Com novos ganhos de escala, podem ocorrer novos movimentos. Mas não há nada previsto neste momento", disse Abreu. 

Ele disse que o BB mantém o compromisso de ser uma empresa pública e com responsabilidade de gerar bons resultados. Para ele, a medida anunciada é sustentável e vai gerar valor para o acionista no médio prazo. Há 3 milhões de novos clientes ativos no banco estatal desde abril, considerando correntistas que vieram de outras instituições e também aqueles que tinham conta aberta no BB, mas estavam sem movimentação pelos clientes. 
Segundo o executivo do BB, a redução de tarifas não deverá ter grandes impactos no resultado do atual trimestre. "As contas foram feitas nesse sentido, para que, no final, o resultado seja positivo para o banco e para os clientes", disse. "É a mesma lógica da redução dos juros." 
Abreu informou que as tarifas correspondem a 27% do resultado do banco, incluindo taxas com seguros, tarifas de fundos. Já as tarifas de conta corrente, que foram reduzidas, correspondem a 17% desse total. "É um impacto que existe, mas não é tão significativo", afirmou. "O aumento que haverá até o final do ano no uso maior desses pacotes vai neutralizar esse resultado, por isso não esperamos grandes impactos no resultado do trimestre." 

Caixa vai seguir tendência 
A Caixa Econômica Federal vai anunciar ainda nesta semana a redução de algumas tarifas bancárias para pessoas físicas, segundo informou o vice-presidente de Finanças do banco, Márcio Percival. A manifestação aconteceu depois do anúncio feito pelo Banco do Brasil. De acordo com Percival, no caso da Caixa, a redução é uma questão de estratégia e concorrência, e não há pressão do governo para isso. "Nesse cenário de concorrência, a Caixa está sempre buscando as menores taxas de juros e de serviços do mercado. Vamos fazer isso de forma responsável, avaliando a estrutura de custos do banco", afirmou em entrevista ontem. 

De acordo com o executivo, a magnitude dos cortes ainda está em estudo. Já está definido que haverá redução na cesta padrão de serviços, que hoje é de R$ 10,00. A Caixa também vai cortar tarifas isoladas, como DOC/TED (transferência de recursos entre dois bancos diferentes), saques, ordem de pagamento e segunda via de cartões. 

O BB anunciou a redução de 24 tarifas classificadas pelo Banco Central como prioritárias a partir da próxima semana. Delas, 22 ficaram mais baratas que na Caixa, a maioria com diferença entre cinco e trinta centavos no valor. Outras duas, com o mesmo preço, na comparação entre os novos valores divulgados pelo BB e os números da Caixa que constam da pesquisa feita pelo BC. 

Fonte: DCI

Sugestões para aproveitar melhor o tempo de casa até o trabalho.


A tecnologia transforma-se em grande aliada quando o assunto é aproveitar melhor o tempo de trajeto casa-trabalho-casa. Usar este período diário de maneira dupla, ou seja, escolhendo alguma outra atividade que seja possível fazer enquanto você se desloca, pode mudar sua percepção do tempo de trajeto. “Hoje, toda a tecnologia possibilita fazer algo útil nesses momentos de deslocamento”, diz Fernando Serra, diretor acadêmico da HSM Educação e especialista em administração do tempo.

Em vez de “perder”, por exemplo, duas horas todos os dias no deslocamento, você passa a ganhar este tempo para investir em você. “A partir do momento em que eu aceito que vivo numa grande cidade e que o trânsito, infelizmente, é parte integral da minha rotina, acabo por me adaptar para diminuir meu nível de estresse, de desgaste emocional”, diz Andrea Piscitelli, consultora e especialista em administração do tempo.

A dica, de acordo com os dois especialistas, é entender o que é útil para você. “Eleger uma prioridade é o principal critério”, diz Serra. É o trabalho? Os estudos? Os relacionamentos? Descansar? “Vale lembrar que investimento pessoal não é apenas necessariamente fazer algo intelectualmente produtivo; entendo investimento pessoal como cuidar do equilíbrio da mente. Uma pessoa mais resiliente, equilibrada emocionalmente e feliz tem inúmeras vantagens competitivas no mercado de trabalho e sai à frente em processos de tomada de decisão, apresentação pessoal, de projetos e até de liderança”, diz Andrea.

Por isso, tenha em mente o que é mais importante para você neste momento antes de decidir o que fazer. Confira também as nove sugestões dos especialistas.

1 Grave suas ideias

Boas ideias podem surgir a qualquer momento. Seja dirigindo, andando de táxi, de ônibus, de metrô ou a pé, é fato que o ideal é guardá-las no instante em que surgem. Como nem sempre é possível anotar, gravar pode ser uma boa pedida. Fernando Serra conta que na época em que trabalhava em uma multinacional no Rio de Janeiro gastava uma hora em meia em deslocamento entre a zona sul do Rio e a Baixada Fluminense. “Certa vez, um belga, que era gerente da empresa, me deu um gravador de presente e disse: durante este trajeto você deve ter um monte de ideias. Grave”, diz o especialista.

2 Coloque a leitura em dia

Se você não é responsável pela condução de um veículo durante o trajeto, pode separar um livro para ser o seu acompanhante no deslocamento, indica Serra. “Tenho um Kindle e leio artigos. Quando viajo de avião, às vezes é possível ler um livro na ida e outro na volta”, diz Serra. Este recurso também vale para pedestres e motoristas. “Hoje em dia, existem áudio-livros de inúmeros assuntos. De meditação a livros narrados”, lembra Andrea.

3 Ouça palestras

O ritmo acelerado do dia a dia nem sempre permite espaços na agenda para assistir a uma palestra. “Em deslocamentos, ouço muito as palestras disponíveis no site TED. Tem vários palestrantes com ideias inovadoras”, diz Serra. Há muitas opções traduzidas, mas a grande maioria está em inglês.

4 Informe-se

Aproveitar para se antenar das principais notícias também é uma opção, diz Andrea. Você pode ter as informações na palma da mão se carregar consigo um smartphone ou tablet com acesso à internet. 

Se você vai de carro e não pode ler durante o deslocamento, as rádios são as mais indicadas. “Atualmente, existem rádios contemporâneas e com uma programação bastante ampla - de política à cultura - para quem não quer fazer feio numa reunião ou mesmo em um happy hour. Nunca é demais estar informado e ter cultura”, diz Andrea.

5 Estude

Para quem trabalha e estuda, qualquer minuto é importante, uma vez que as duas atividades tomam quase todo o tempo de um dia. “É possível gravar as aulas com o celular ou tablet e ir revisando o conteúdo passado em sala”, diz Serra. Outra dica é usar esse tempo para acrescentar conhecimentos ao seu currículo. “Você pode ter acesso a aulas diversas: línguas, cultura geral, conduta e comportamento”, sugere Andrea. 

6 Atualize a agenda do dia e sua lista de afazeres

Faça uma lista de tudo o que precisa fazer para ter um dia mais produtivo. “É um grande economizador de tempo”, diz Andrea. De acordo com ela, na ida ao trabalho, no começo da manhã, vá priorizando as tarefas para quando chegar ao trabalho já começar com foco. “E se for ao final do dia, pode fazer um rápido balanço de como foi o seu dia e desenhar suas prioridades do dia seguinte”, diz a especialista.

Vale lembrar que as tarefas pessoais também devem entrar na lista. “Supermercado, compromissos da semana, academia, amigos para os quais precisa ligar, entre outras tarefas importantes de sua vida social e pessoal também valem”, sugere a especialista.

7 Observe

Ensaiar o olhar de turista pode torná-lo um profissional melhor e não exige tecnologia alguma. “Bons observadores são menos julgamentais e menos impulsivos, caraterísticas de ouro no mercado de trabalho”, diz Andrea.

Imaginar-se um estrangeiro e aproveitar este tempo de trajeto para observar o cotidiano pode revelar belezas escondidas. “Vale até observar a sabedoria e as esquisitices do comportamento humano. Isto tudo certamente te trará maior capacidade analítica e maior repertório”, diz Andrea.

8 Só relaxe ou pense no futuro

Com uma rotina agitada, a sua prioridade durante o trajeto pode ser apenas relaxar. “Se a prioridade é descansar, ouça músicas relaxantes”, diz Serra. 

Na opinião de Andrea, pensar e sonhar com o futuro também é uma alternativa. “Comprovadamente, as pessoas que têm uma visão clara de seus futuros, obtém melhores recursos para atingir suas metas. Então, porque não pensar mais: ‘o que eu quero para meu futuro próximo?’, ou ’O que eu estou fazendo para isto?'". complementa a especialista.

Fonte: Exame.com

sábado, 6 de outubro de 2012

Dicas para medir o sucesso de seu negócio.

Ter um negócio estável, além de ser uma preocupação do empreendedor, é também sinal de que a pequena empresa tem estabilidade. Para que você consiga gerir a sua marca de forma efetiva, é preciso ter controle sobre alguns indicadores fundamentais. “O desempenho deve ser medido através de poucas e boas ações", avalia Maurício Galhardo, sócio-diretor da Praxis Education e responsável pela área administrativa e financeira da empresa.

Muitos indicadores para acompanhar podem causar confusão ou erro na hora de priorizar as ações e é preciso ter números que realmente são relevantes para o negócio.

Dentre as suas preocupações devem estar a capacidade de vender, de gastar e de lucrar, além de se preocupar com a gestão de funcionários e com a qualidade dos serviços. “Acima de tudo é preciso pensar na estabilidade de longo prazo do negócio. Para isso, tem de haver um fluxo de produtos e serviços com demanda estável no futuro. A única garantia para que isso aconteça é ter um executivo que seja capaz de analisar a situação e de mudar de opinião quando as condições se alteram”, diz Paulo Vicente, professor de estratégia da Fundação Dom Cabral.

Preste atenção, então, nos quatro indicativos que você deve acompanhar para que a sua empresa mantenha-se financeiramente saudável.

1. Vendas

A sua primeira preocupação deve ser com as vendas, tendo em vista o volume total vendido no período. “Esse é o indicador mais utilizado porque é fácil de calcular e dá a diretriz para saber se a empresa está vendendo bem ou não. Consequentemente sabe-se também se entrará mais dinheiro no caixa”, ressalta Gualhardo. Para isso, acompanhe a percentagem de vendas com relação à meta de cada temporada.

Outro ponto importante aqui é o ticket médio, pois ele ajuda a saber quanto se vende por cliente e indica se há necessidade de treinamento da equipe para melhorar a venda. “O mais seguro, no entanto, é analisar o curto prazo, tendo em vista a demanda constante dos produtos, e o longo prazo, que deve levar em conta a criação bem sucedida de novos produtos e serviços”, revela Vicente.

2. Finanças

Para fazer esta análise, é preciso acompanhar o custo da mercadoria vendida, o percentual que sobra das vendas após descontar os gastos variáveis da empresa, a rentabilidade do negócio, o prazo de retorno e a lucratividade. “Esse último significa medir o percentual que sobra do negócio e, ao meu ver, é o mais importante dos pontos desse indicador, pois de nada adianta vender bem se não sobrar dinheiro no final do mês”, aconselha Galhardo.

3. Equipe

Muita gente ainda pensa que a equipe não influencia no rumo da empresa, mas o giro de funcionários é um ótimo indicador de que o negócio está no caminho certo. “O cálculo do giro de funcionários é importante para saber se a empresa está saudável. Por isso, avalie quanto tempo um funcionário fica em média na empresa, ou de quanto em quanto tempo é necessário fazer novas contratações”, revela Galhardo. Também é importante medir o índice de satisfação dos funcionários, outro ponto do negócio que deve estar funcionando muito bem para que a empresa renda bons frutos.

4. Satisfação dos clientes

Esse é um ponto essencial, pois se o cliente não estiver satisfeito com o seu negócio, com certeza ele está rumo ao fracasso. “Aqui é preciso medir o índice de reclamações de clientes e o tempo médio de atendimento na sua empresa”, ensina Galhardo. Isso fará com que você tenha dados para melhorar cada vez mais a sua relação com aquele que mantém a sua marca viva.

Fonte: Exame.com

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Carteiras de dividendos, ponto de atenção!


As carteiras recomendadas de dividendos foram marcadas, em setembro, pela publicação da Medida Provisória 579, que prevê a renovação das concessões e a redução de tarifas de energia elétrica. As ações do setor sofreram com a perspectiva de uma queda nos lucros, o que levou muitas corretoras a retirarem alguns papéis combalidos da carteira.

O futuro das empresas ainda é incerto, mas as corretoras já se anteciparam e retiraram da carteira papéis de empresas mais afetadas, como Cemig e AES Tietê, preferindo, em alguns casos, empresas de distribuição de energia, não afetadas pelas medidas anunciadas pelo governo e talvez até beneficiadas. O setor elétrico, contudo, continuou presente nas carteiras acompanhadas, assim como outras concessionárias e empresas de utilidade pública, além de companhias ligadas ao consumo.

Fonte: Exame.com