Bem vindo!

"...É muito melhor arriscar coisas grandiosas, alcançar triunfos e glórias, mesmo expondo-se a Fracassos e Derrotas, do que formar fila com os pobres de espírito que nem gozam muito nem sofrem muito, pois vivem em uma penumbra cinzenta tão grande que não conhece vitória nem derrota...."

(..Theodore Roosevelt..)

Que Deus nos abençoe!

“A maior habilidade de um líder é desenvolver habilidades extraordinárias em pessoas comuns.”

(Abraham Lincoln)

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

REFLEXÃO SOBRE DECISÕES E ATITUDES


"lmagine a vida como um jogo em que você está fazendo malabarismo com cinco bolas no ar."
Estas são: seu trabalho, sua família, sua saúde, seus amigos e sua vida espiritual. E você terá de mantê-las todas no ar.
Logo você vai perceber que o trabalho é como uma bola de borracha. 
Se deixar cair ela rebaterá e irá saltar de volta.
Mas as outras quatro bolas: família, saúde, amigos e vida espiritual são frágeis como vidro.
Se você deixar cair uma destas, inevitavelmente serão lascadas, marcadas, danificadas ou mesmo quebradas, vale dizer, nunca mais será a mesma.
Temos de entender isso: apreciar e se esforçar para alcançar e cuidar do mais valioso.
Trabalhar de forma eficaz nas horas normais de trabalho e deixar o trabalho a tempo.
Dê o tempo necessário a sua família e amigos.
Exercitar-se, comer e descansar adequadamente.
E acima de tudo...
Crescer na vida interior, espiritual, que é o mais importante, porque é eterna.
Shakespeare disse:
“Eu sempre me sinto feliz, sabes por quê?
Porque eu não espero nada de ninguém.
Esperar sempre dói.”
Os problemas não são eternos, sempre têm soluções. 
O único que não se resolve é a morte.
A vida é curta, por isso ame-a!
Viva intensamente e lembre-se:
Antes de falar...Ouça!
Antes de escrever... Pense!
Antes de criticar...Examine!
Antes de ferir...Sente!
Antes de orar...Perdoe!
Antes de gastar...Ganhe!
Antes de desistir...Tente!
ANTES DE MORRER...VIVA!

Fonte: Discurso de Bryan Dyson, pronunciado no momento em que deixou o cargo de presidente da Coca-Cola.

domingo, 9 de setembro de 2012

Aplicação sem IR que rende até 7% além da inflação pode ficar mais acessível


Os CRIs (Certificados de Recebíveis Imobiliários), investimentos lastreados em créditos de imóveis, devem ficar mais próximos dos pequenos investidores em breve. A Gaia Securitizadora estuda fazer, ainda este ano, uma emissão voltada para investidores de varejo, sem necessidade de serem classificados como “qualificados” (investidores que têm R$ 300 mil em aplicações financeiras e atestam esta condição por escrito).
“Estamos estudando um trabalho para atingir esses investidores (de varejo). Este ano pode sair uma operação de teste, a primeira operação para os investidores terem acesso a isso, e acredito que a partir da segunda metade do ano que vem vai ser mais comum para o investidor começar a comprar este tipo de título”, disse o presidente do Grupo Gaia, João Pacífico ao InfoMoney, durante o evento “Perspectivas do Mercado Imobiliário”, realizado pela N, F&BC Advogados na última semana.

Atualmente, a maioria das emissões destes certificados é feita por meio da instrução 476 da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), que exige que os investidores sejam qualificados. Esta instrução dispensa de registro na CVM as ofertas públicas de determinados valores mobiliários dirigidas a até 50 e adquiridas por, no máximo, 20 investidores qualificados.
Até hoje, das cerca de 60 operações realizadas pela Gaia – que atingiram um volume total de mais de R$ 6 bilhões, todas foram voltadas para os investidores de alta renda, com exceção de um fundo imobiliário que compra CRI e permite a compra de cotas por R$ 10 mil – o XP Gaia Lote I.

“É muito mais fácil vender CRIs com preço unitário acima de R$ 300 mil, porque a CVM impõe mais burocracia para valores menores do que estes. O prazo é mais longo e a emissão mais cara. Como a demanda por papéis acima de R$ 300 mil é muito alta, a maioria das emissões se concentram para este tipo de investidor”, pontua o executivo. “Hoje é assim, mas esperamos que não continue assim”, completa.
De maneira geral, pouquíssimas emissões de CRI foram destinadas a pequenos investidores. No ano passado, a Caixa Econômica Federal fez uma emissão de R$ 250 milhões em que 80% dos títulos eram destinados aos pequenos investidores – a aplicação mínima era de R$ 10 mil.

Remuneração

Não é raro que a remuneração dos CRIs atinja até 7% ao ano mais algum índice de inflação, bem acima do que os investimentos de renda fixa têm oferecido ultimamente – principalmente por conta do cenário de juros baixos. Além disso, o investimento é isento de imposto de renda para as pessoas físicas.
A própria Gaia efetuou uma emissão de CRIs, em maio deste ano, lastreados em um contrato de locação do imóvel entre o Fleury e a Union Capital Imobiliária, cuja rentabilidade era de 7% mais IGP-M. “Normalmente, o indexador é IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) ou IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), mais 7%, até 8% ao ano. Se você pegar um título público, ele está pagando IPCA mais 4%. Então você vai conseguir 3% ou 4% a mais por ano e com muita garantia”, disse Pacífico.
Ele lembra que as operações de CRI que saem atualmente no mercado, em sua maioria, são feitas com muita “amarração”. “Você tem fundo de reserva, fundo de liquidez, tem o imóvel com alienação fiduciária em garantia, tem uma incorporadora que normalmente é coobrigada. Todos estes conceitos hoje em dia são muito demandados pelos investidores”, pontua o executivo.

Por conta disso e da remuneração, a procura dos investidores qualificados pelos CRIs é sempre bastante elevada. “A gente lança um papel e a venda é muito rápida. Hoje em dia, se a operação for boa, o prazo de distribuição é muito pequeno, a gente vê muita demanda. E para pessoa física abaixo de 300 mil vai ser mais interessante ainda, porque eles têm menos opções de investimento. São pessoas que ainda estão na poupança, ou no CDB, por exemplo. O CRI não chegou para ele ainda, mas vai chegar”, aponta.
Mais sobre os CRIs

Os CRIs são títulos lastreados em créditos imobiliários, cuja rentabilidade se baseia na venda de imóveis residenciais, comerciais ou de lotes urbanos e aluguéis de shopping centers e prédios comerciais.
Quando você adquire um CRI, portanto, o rendimento vai se basear nos créditos obtidos com operações de venda e compra a prazo, ou financiamento e locação de imóveis residenciais, comerciais ou industriais.

Fonte: Infomoney

Pessoas com renda de até 10 mínimos têm mais dificuldades em pagar dívidas

O número de famílias paulistanas endividadas, com contas em atraso e sem condições de pagar os débitos é maior entre aqueles com renda de até dez salários mínimos. Em agosto deste ano, 6,9% delas afirmaram que não poderão honrar com o pagamento dos débitos no próximo mês. Entre os que ganham mais do que dez mínimos, este percentual é de apenas 1,3%.
Segundo a Peic (Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor), divulgada pela Fecomercio-SP (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo),considerando apenas as famílias que possuem contas em atraso, 38,1% dos entrevistados que recebem até dez mínimos disseram que vão pagar parte do débito e outros 22,6% deverão pagá-lo integralmente. Neste caso, 35,2% acredita que não terão condições de pagar.

Considerando as famílias com as contas em atraso e que ganham mais de dez mínimos, 41,7% conseguirão honrar totalmente seus compromissos, enquanto 33,3% disseram que vão quitá-los parcialmente. Já 25% não terão condições de pagar nada.
Do total de endividados com contas em atraso, considerando todas as faixas de renda, 32,6% disseram que não terão condições de pagar as dívidas no próximo mês, outros 36,8% conseguirão pagar parte delas e 27,5% afirmaram que pagarão totalmente os débitos.

Endividados

A pesquisa mostra que, do total dos entrevistados, 14% disseram que estão muito endividados. Esse percentual é maior entre os que recebem até dez salários mínimos (16,6%) do que entre as famílias com renda superior a esse patamar (6,4%).
De modo geral, 17,9% dos entrevistados estão mais ou menos endividados e 21,7% estão pouco endividados. Em compensação, 46,1% das famílias não têm dívidas, sendo que, entre aquelas com renda de até dez salários mínimos, o número cai para 41,3% e, entre aquelas com renda superior a dez mínimos, sobe para 59,8%.

Cartão de crédito lidera

Analisando os tipos de dívida, de maneira geral, o cartão de crédito lidera, com 71,5% das respostas, seguido por carnês, 18,9% e financiamento de carro, 14,9%.
Considerando as faixas de renda, novamente o cartão de crédito aparece no topo da lista, sendo o principal tipo de dívida de 75,7% das famílias que ganham até 10 salários mínimos e de 59,1% das que têm renda acima deste valor.
Já o carnê endivida mais as famílias que recebem até 10 mínimos (22,5%) do que as que ganham mais do que isso (8,6%). Por fim, o financiamento de carros endivida mais os de renda maior, 20,4% do que os de renda abaixo de 10 mínimos, 12,9%.

Fonte: Infomoney

14 coisas que você deve fazer antes de sair do trabalho

Pior que sair do seu trabalho estressado é saber que amanhã estará batendo o mesmo ponto. Normalmente, não se pode mudar o futuro a curto prazo, mas há coisas que você pode fazer que deixará o final de seu dia muito menos exaustivo.
“Terminar o dia bem disposto é fundamental, pois isso determinará como você irá começar o dia seguinte”, analisa a especialista em ambiente de trabalho para a Forbes, Lynn Taylor. Para ela, tudo irá interferir na produtividade do profissional.

Se terminar o dia bem também irá garantir um olhar para trás com um sentimento de realização e satisfação, fazendo você acordar mais fácil dia seguinte para recomeçar a rotina, acrescenta a autora do livro “Blind Spots: The 10 Business Myths You Can’t Afford to Believe on Your New Path to Success”, Alexandra Levit.
Para obter esses benefícios e tornar sua vida mais saudável e realizada, a Forbes levantou junto a especialistas, 14 dicas do que você deve fazer no final do seu expediente de trabalho, confira:
1. Avalie a sua lista de coisas para fazer
Faça uma relação do que você fez durante o dia e do que ainda tem em pendência. “Se você não está satisfeito com sua produtividade, planejar o que você precisa fazer e quando precisa entregar fará você ter uma noção de tempo para colocar tudo em ordem”, disse a coaching de carreira, Anita Attridge. Se você pode fazer algo rapidamente antes de sair, utilize esse tempo. Isso vai poupar preocupações antecipadas na manhã seguinte.
2. Reveja sua agenda para o dia seguinte
Você precisa estar ciente de quaisquer reuniões ou atividades importantes do próximo dia. Ainda pode usar esta oportunidade de programar o tempo em seu calendário para realizar os demais itens da lista. “Pense no que você está mais ansioso para realizar amanhã. Isso vai ajudar a deixar para trás o que aconteceu hoje, irá enriquecer o seu humor e colocar um ponto final no seu dia de trabalho”, sugere especialista em empregabilidade, David Shindler.
3. Check-list com seu chefe e colegas
Após listar todas suas atividades pendentes e achar que talvez não consiga realizá-las até o final do dia, converse com o seu chefe e veja com ele se algum prazo pode ser prorrogado. Esta também é uma boa oportunidade para checar prazos e confirmar se todos estão na data e horário certos.
4. Organização
Ninguém é tão produtivo com uma mesa, gavetas e agendas desorganizadas. A situação piora quando você vai embora e não sabe onde estão suas chaves, o telefone que terá de ligar no dia seguinte ou o crachá de acesso. Esses minutos perdidos deixam qualquer profissional estressado no final do dia. A dica de organização também serve para a caixa de e-mail e os diversos post-it distribuídos ao redor de seu computador.
5. Hora certa
O final do dia é o melhor momento para lidar com a papelada e tarefas que não requerem ligações ou reuniões (atividades que exigem mais tempo). "E-mails, relatórios, memorandos e projetos são melhor tratadas quando telefonemas, textos e outras distrações desaparecem", diz Taylor.
6. Assuntos dominados
Certifique-se de amarrar todas as tarefas soltas para que você possa realmente desligar quando sair do trabalho. Não deixe nada suspenso, se pode ser rapidamente resolvido. “Não há nada pior do que ter aquela sensação de algo incompleto na cabeça”, diz Woodward.
7. Faça outra lista de afazeres
Determine o que você deve fazer no dia seguinte e ter um plano de como e em quanto tempo realizará essas tarefas. Você provavelmente vai atualizar ou expandir sua lista de afazeres na manhã seguinte. "Qualquer coisa que você pode fazer para ter um bom começo de manhã vai ajudar a atingir dias mais produtivos e uma carreira mais feliz”, afirma Taylor.
8. Reflexão sobre o dia
A maiora das pessoas não faz isso, mas deveria. Saber o que deu certo e o que deu errado e pensar sobre como melhorar sua produtividade ou relação com colegas e chefe traz soluções inimagináveis para grande parte dos problemas que “lhe tiravam o sono”.
9. Rotina
É muito importante criar rotinas e rituais no trabalho, pois ajuda a nos sentirmos satisfeitos ao final do dia com nossas realizações. Também, ao longo prazo, as tarefas vão ficando cada vez mais fáceis e sistemáticas, o que diminui as chances de se esquecer de algo importante. Ter o hábito de tratar bem seus colegas de trabalho, também te faz bem ao final do dia.
"Nós tendemos a pensar sobre a importância de dizer bom dia para começar o dia, mas nos esquecemos de que dizer boa noite pode ser tão importante quanto. Fará bem a todos dizer um adeus apropriado, em vez de apenas silenciosamente ir embora. Isto fica triplamente importante se você é o supervisor ou chefe", diz Kerr.
10. Nota positiva
Se algo deu certo em seu dia, se algum cliente fechou contrato ou seu colega te fez rir, deixe um agradecimento a eles. “A ideia é encontrar algo positivo que faz você se sentir bem com o seu trabalho e ter certeza de que ir embora é a última coisa que estará em sua mente", diz Wooodwad.
11. Seja verde
Ajudar o meio ambiente não faz mal a ninguém, muito pelo contrário. Desligue as luzes e equipamentos, não custa nada.
12. Desconecte-se
Não tenha medo de desligar seu smartphone, tablet ou os alertas de e-mail. Seu trabalho se limita as horas cumpridas e não aos finais de semanas, feriados ou tarde da noite, em casa.
13. Deixe seu estresse atrás da porta
Quando fechar a porta do trabalho, não pense nas preocupações que ficaram lá dentro, isso não ajudará em nada, só te fará perder o resto do dia. "Sua família precisa de você presente e bem, por isso faça o que puder para garantir que o estresse permanece no escritório”, afirma Woodward.
14. Vá para casa
Às vezes não é a empresa, o chefe, o trabalho ou os colegas que fazem péssimo o final do expediente, mas sim você mesmo. Geralmente, os workaholic esquecem que têm uma vida após o trabalho, e mesmo achando que está tudo bem por estar trabalhando, uma hora o cansaço bate e você poderá culpar a empresa.

"Não fique apenas para fazer sala com o chefe mas também não vá embora só porque você pode. Seus colegas podem depender de você. Faça as coisas certas, mas as faça direito".

Fonte: Infomoney

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Mais rentável, novo FGTS vai ser discutido com governo, trabalhadores e patrões


Aumentar a rentabilidade do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e transformá-lo em instrumento de poupança e empréstimo para o trabalhador são os principais objetivos do anteprojeto de lei apresentado pela senadora Marta Suplicy (PT-SP). A proposta, aprovada nesta quinta-feira (30), faz parte do relatório preliminar da Subcomissão Temporária do FGTS, que funciona no âmbito da Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

De acordo com o anteprojeto, definido pela relatora como "inovador e ousado", o FGTS será remunerado pela Taxa Referencial de Juros (TR) acrescida de 4,5% de juros ao ano. Além disso, prevê o anteprojeto, metade dos lucros anuais do fundo será distribuída com todos os trabalhadores a ele vinculados e o valor relativo ao lucro depositado poderá ser livremente sacado pelo trabalhador.

Atualmente o fundo é remunerado na base de 3% ao ano mais TR.

Para aumentar a rentabilidade do trabalhador Marta propõe a seguinte regra: quando a meta da taxa Selic (Sistema Especial de Liquidação e de Custódia) for superior a 8% ao ano, o FGTS será remunerado pela TR mais 4,5%. No entanto, se a meta da taxa Selic for igual ou inferior a 8,5% ao ano, a remuneração do fundo será calculada com aplicação da TR mais 50% da Selic.

- Com isso, atacamos o problema da corrosão do saldo das contas pela inflação no longo prazo e de forma sustentável, sem desequilibrar financeiramente o Fundo - garantiu a senadora Marta Suplicy.

A relatora explicou que a proposta resultou de debates em quatro audiências públicas e levou em conta cerca de 20 projetos de lei do Senado e 190 da Câmara dos Deputados, que tentam flexibilizar o FGTS e, assim, evitar perdas ao trabalhador. A intenção, ressaltou a senadora, é permitir ao empregado ser cotista e poder depositar recursos em sua conta. O trabalhador ainda poderá realizar empréstimo com juros mais baixos que os praticados no mercado.

Marta Suplicy observou que a proposta foi elaborada com a contribuição do Conselho Curador do FGTS e, agora, terá de ser discutida e negociada com o governo para que, depois de aprovada pelo Congresso Nacional, seja sancionada de forma tranquila.

Audiências

O anteprojeto ainda poderá receber contribuições dos parlamentares e da sociedade, ressaltou Marta Suplicy. Na próxima segunda-feira (3), os senadores da subcomissão discutirão texto com a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). A subcomissão também vai discutir o assunto com o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), em São Paulo. A data marcada com o Dieese, dia 24 de setembro, será alterada em razão de outros compromissos do senador Cyro Miranda.

A senadora Ana Amélia (PP-RS) informou que promoverá, juntamente com o vice-presidente da subcomissão, senador Paulo Paim (PT-RS), debates sobre o anteprojeto no Rio Grande do Sul. O presidente da subcomissão, senador Cyro Miranda (PSDB-GO) vai propor, na próxima reunião do colegiado, que senadores do Norte e Nordeste também promovam discussões em seus estados para o aprimoramento da proposta.

Cronograma

A subcomissão do FGTS aprovou ainda, na manhã da quinta-feira, o cronograma de trabalho. No dia 18 de outubro (uma quinta-feira) será realizada audiência pública no Senado para discutir o texto com especialistas. No dia 8 de novembro, também no Senado, haverá audiência pública com acadêmicos e representantes do Conselho Curador do FGTS.

A apresentação do relatório final na CAS será feita em 28 de novembro e, no dia seguinte (29), o texto final será votado pela comissão. A partir de então, o anteprojeto começará a tramitar como um projeto de lei.

FONTE: Agência Senado

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

As 7 máximas do péssimo funcionário


Algumas atitudes no ambiente de trabalho podem acabar com a imagem de qualquer pessoa e acender o sinal vermelho na empresa. 
Quem busca sucesso na carreira deve evitar todos eles. Mas quem está interessado em uma curva descendente na vida profissional pode começar a exercitá-los desde já. Confira o que diz o código de conduta às avessas:

1 Comprometimento zero

É a regra de ouro para quem se esforça para ser um péssimo funcionário, na opinião dos especialistas. Envolve uma série de práticas como: deixar de cumprir o que prometeu, não respeitar acordos com clientes, pactos e datas de entrega de projetos. Todos são pontos negativos que vão prejudicando a imagem da pessoa no ambiente de trabalho.
“A empresa vive dos resultados”, diz Jeffrey Abrahams, sócio-fundador da Abrahams Executive Search, consultoria internacional de recrutamento.
“O bom funcionário tem que se virar para fazer a coisa acontecer”, diz, Heitor Mello Peixoto, diretor executivo da Produtive.
“Ficar reclamando de cada nova tarefa recebida também pode indicar que falta compromisso com a atividade profissional”, diz Abrahams.
Colocar empecilhos para cumprir as obrigações certamente não é um comportamento que vai agregar valor a sua conduta na empresa.

2 Apropriar-se das ideias dos outros

Muito comum no mundo dos negócios é uma prática que pode acontecer entre colegas e também na relação entre chefes e subordinados.
“É como o aluno que não faz o trabalho de faculdade e pede para os colegas colocarem o nome dele na apresentação”, compara Peixoto.
Não reconhecer o trabalho alheio e ainda ficar com os louros é um comportamento profissional lamentável e quebra a confiança, um aspecto essencial para o trabalho em equipe. “Eu chamo isso de pirataria corporativa”, diz Abrahams.


3  Não aceitar feedbacks

Esse é um calcanhar de Aquiles hoje em dia nas empresas, na opinião de Abrahms. “A resistência aos feedbacks é uma das doenças do mundo corporativo e um dos grandes problemas dos executivos”, diz o especialista.
Avaliações em relação ao trabalho fazem parte do trabalho em equipe e devem ser encaradas como uma forma de crescimento. Segundo ele, há pessoas que não sabem fazer a crítica e há quem não saiba receber.
“Depende muito de como a crítica é feita, mas se ela é adequada, levar para o lado pessoal é um péssimo comportamento”, diz Peixoto. 

4 Falar mal de lugares e colegas com quem já trabalhou

É uma conduta “fatal” e que muitas vezes impede até a pessoa de conseguir uma nova oportunidade profissional. “O candidato que chegar à entrevista com o headhunter e tiver este tipo de discurso será desconsiderado”, diz Peixoto.
Mesmo quem já conquistou a cadeira deve evitar críticas a ex-colegas e ou à antiga empresa. “É uma atitude que acaba denegrindo a própria pessoa”, diz Abrahams.
Não importa o quanto a experiência profissional anterior tenha sido negativa, no máximo explique o que aconteceu, mas sem julgamentos. “Falar menos é mais”, diz Abrahams.

5 Puxar o tapete

Há diversas maneiras de prejudicar os colegas de trabalho. Cavar demissões, espalhar boatos maldosos, sabotar projetos alheios são algumas formas.
“Já assisti muitas puxadas de tapete, é uma doença da sociedade”, diz Abrahams. Para ele, há mercados em que esta prática é mais comum. “A questão da ambição é mais exacerbada na área de transações financeiras”, diz. 
Este tipo de atitude não cria sustentabilidade nas relações a médio e longo prazo, na opinião do especialista. “Quem sofre uma puxada de tapete não esquece”, explica. O problema nesse caso é a lei do retorno. “Acaba, de uma maneira ou de outra voltando para que fez”, diz o especialista.

6 Chegar sempre atrasado

É um clássico do manual de qualquer péssimo funcionário. Começar o expediente fora de hora e ainda escapar do escritório mais cedo, com frequência, é uma atitude que irrita qualquer gestor.
Mesmo que o trabalho seja bem feito, respeito aos horários de entrada e saída é uma exigência do mundo profissional. “É preferível chegar uma hora antes a chegar cinco minutos atrasado”, diz Abrahams. 

7 Descontrole emocional

Gritar, humilhar colegas ou subordinados é um comportamento antiprofissional por excelência. “Quem sai do eixo emocional perde a razão”, diz Abrahams.
Além de deixar o clima pesado na empresa, cria uma cultura do desrespeito no ambiente profissional. “Acaba caindo na questão do assédio moral”, explica o especialista.
Entrar em pânico ao receber um novo desafio na empresa também é um comportamento indicativo de falta de controle emocional. “Certa cautela em relação ao novo é positiva, mas entrar em pânico certamente vai prejudicar o desempenho”, diz Peixoto.

Fonte: Exame.com

BTG Pactual levará vendedora de carros usados à Bovespa


A empresa de compra e venda de carros usados AutoBrasil pediu aval da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para realizar uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês).
A operação, que consiste na venda primária (papéis novos) e secundária (ações detidas pelos atuais sócios), terá o BTG Pactual como coordenador líder, em parceria com o Credit Suisse e Itaú BBA.
Um dos acionistas vendedores na oferta, o FIP Gulf II, é administrado pela BTG Pactual Serviços Financeiros, braço do banco do bilionário André Esteves. A Investparts e pessoas físicas serão os demais vendedores.
Criada em abril e com sede na cidade do Rio de Janeiro, a AutoBrasil apresenta-se como a maior companhia de compra e venda de automóveis usados do Brasil e uma das três maiores das Américas, com 215 pontos comerciais em 15 Estados, incluindo redes como Itavema, Atri e Germânica. O objetivo é unificar as redes sob a marca AutoBrasil.
Segundo o prospecto preliminar, a AutoBrasil foi idealizada pela Gulf, empresa que atuou na consolidação dos setores de corretagem de imóveis e de seguros no Brasil, dando origem à Brasil Brokers e à Brasil Insurance.
A empresa acredita ter cerca de 1,2 por cento de participação em um mercado que movimentou em 2011 cerca de 85 bilhões de reais no Brasil, número semelhante ao detido pela Carmax, companhia que a AutoBrasil usa como referência e que é sediada nos Estados Unidos.
No prospecto preliminar da oferta, a empresa afirma que, apesar do forte crescimento das vendas de veículos no Brasil nos últimos anos, o setor de seminovos tem potencial de crescimento significativo, apoiado na expansão de renda da população e na relativa baixa penetração de veículos no país em relação a mercados mais maduros.
Segundo a companhia, o mercado de veículos usados no Brasil, composto por automóveis e veículos comerciais leves, movimentou mais de 155 bilhões de reais em 2011, com os seminovos (veículos com menos de seis anos de uso) representando 85 bilhões.
A empresa prevê que as vendas de carros usados no Brasil cresçam de 5,5 milhões de unidades em 2011 para 6,1 milhões em 2015. Já a comercialização de seminovos deve passar de 3,4 milhões para 4,6 milhões no mesmo período.
No documento, a AutoBrasil afirma que pretende usar os recursos obtidos com a operação para capital de giro e investimentos na abertura de novas lojas. O plano é abrir aproximadamente 60 lojas nos próximos 3 anos.
A meta inicial do prospecto é de que as ações façam a estreia no pregão da BM&Fovespa no dia 18 de outubro.

Fonte: Reuters