Bem vindo!

"...É muito melhor arriscar coisas grandiosas, alcançar triunfos e glórias, mesmo expondo-se a Fracassos e Derrotas, do que formar fila com os pobres de espírito que nem gozam muito nem sofrem muito, pois vivem em uma penumbra cinzenta tão grande que não conhece vitória nem derrota...."

(..Theodore Roosevelt..)

Que Deus nos abençoe!

“A maior habilidade de um líder é desenvolver habilidades extraordinárias em pessoas comuns.”

(Abraham Lincoln)

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Equipe econômica reduz para 3% previsão oficial de crescimento da economia em 2012


A equipe econômica reduziu para 3% a previsão oficial de crescimento da economia  para este ano. O número consta do Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas Primárias, divulgado nesta sexta-feira (20) pelo Ministério do Planejamento. Lançado a cada dois meses, o documento contém projeções para a economia e estimativas de gastos do governo com base nas receitas e na meta fiscal.

No relatório anterior, apresentado no fim de março, o governo previa expansão de 4,5% no Produto Interno Bruto (PIB). O relatório manteve em 4,7% a projeção de inflação oficial pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) para este ano. Embora o Planejamento seja o responsável pela divulgação do documento, as estimativas para a economia são feitas pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda.

As estimativas são mais otimistas que a do Banco Central. No Relatório de Inflação, divulgado no fim de junho, a autoridade monetária projeta que o Produto Interno Bruto (PIB) crescerá apenas 2,5% em 2012. Em relação ao IPCA, o Banco Central também prevê que a inflação oficial encerrará o ano em 4,7%.

Por causa da depreciação do real nos últimos meses, o documento também trouxe ajustes em relação às estimativas para o câmbio. De acordo com o relatório, o dólar fechará o ano em R$ 1,95, ante R$ 1,76 projetados anteriormente. A inflação pelo IGP-DI, índice da Fundação Getulio Vargas influenciado por preços no atacado e pelo câmbio, atingirá 6,19%, ante 4,9% previstos no documento anterior.

Fonte: DCI

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Sugestões de como lidar com os clientes no e-commerce.


Analisar psicologicamente as pessoas é uma estratégia bastante eficaz quando se trata de negócios, especialmente, comércio eletrônico, onde é preciso saber lidar com os clientes que não estão frente a frente com você. No entanto, é possível traçar um perfil dos principais tipos de clientes, facilitando assim a análise para aproximá-los com as estratégias de marketing. Dessa forma, será possível entender e construir um bom relacionamento profissional com seus clientes.

Cliente Passivo-Agressivo

Este cliente é aquele que se mostra muito passivo no início das negociações, expondo com clareza tudo aquilo que deseja obter da loja. Contudo, se mostra bastante agressivo com relação à mudanças, não gosta de cooperar com o lojista e priva por uma comunicação unilateral. Deve ser tratado com paciência extra.

Cliente Amigo da família

É o tipo de cliente que o conhece de longas datas e que, por isso, pode exigir um “preço especial” e tirar proveito de seu vínculo. Lidar com esse cliente depende de quão bem você o conhece e quanto você valoriza o seu relacionamento com ele. Contudo, lembre-se sempre, que quem quisesse tirar vantagem de tal relação não é realmente um amigo, por isso, começar com um profissional e não um tom pessoal, pode fazê-lo seguir a sua liderança.

Cliente Crítico

É o tipo de cliente que nunca está satisfeito com o seu trabalho, seu atendimento, suas formas de pagamentos, e sempre vai pegar nos pequenos detalhes. Para lidar com esse cliente, mais uma vez a paciência é importante. No entanto, é fácil sentir-se ferido ou ficar na defensiva quando seu trabalho é questionado e, por isso, você pode começar a duvidar de sua habilidade. Mas, isto não é motivo para duvidar do seu empreendimento, pois esta é só mais uma característica de um cliente. Mas cuidado, certifique-se de que sua loja satisfaça os outros perfis de cliente.

Cliente “Eu posso fazer isso sozinho”

É o cliente apressado e agitado, que deseja que as coisas saiam o mais rápido possível, pois acreditam que o processo todo de negociação é muito simples, e que poderiam “fazer sozinhos”. Lidar com este cliente é um tanto simples, seja claro e sincero, e ele oferecerá sugestões e comentários.

Cliente Perfeito

Este cliente de fato existe e compreende todo o alcance e o trabalho que tem a loja. Ele valoriza o papel do lojista e confia no seu trabalho. Expõe suas ideias para melhoria da loja, confirma as informações assim que recebidas e se a transação foi um sucesso, sempre se mostram satisfeitos. Lidar com esse tipo de cliente é relativamente fácil: escute-o, deixe-o sempre satisfeito e fidelize-o.

Fonte: Artigos e-commerce

sábado, 7 de julho de 2012

Empresas captaram R$ 56,6 bilhões no mercado doméstico no 1º semestre


As captações das empresas somaram R$ 56,6 bilhões no mercado de capitais, mostrou a Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) nesta sexta-feira (6). Esse total não consegue superar os primeiros seis meses do ano anterior, mas representa o segundo maior total desde o início da série histórica, em 2007. No mesmo período em 2011, foram captados R$ 67,01 bilhões, volume 18,37% superior à 2012. 

É válido destacar, porém, que o total de renda variável foi de apenas R$ 8,63 bilhões - aproximadamente 15,5% do total ofertado no ano. Esse é o menor valor desde o início da série histórica e é um efeito de como o mercado acionário brasileiro foi impactado pelas incertezas trazidas pela crise na Europa. De acordo com a Anbima, essas incertezas impactaram também a renda fixa: os R$ 5,6 bilhões captados no mês de junho estão abaixo da média mensal de 2012 de R$ 8 bilhões.

"A incerteza, contudo, teve impacto ainda mais relevante sobre as ofertas internacionais, mantendo o mercado local como a melhor alternativa para a captação de recursos no mês", afirma a associação em comunicado. O total captado em junho foi de R$ 7,6 bilhões, dentre os quais R$ 2 bilhões em ofertas de ações da Suzano (SUZB5) e Brazil Pharma (BPHA3). 

Debênture foi o instrumento favorito
Este ano, a emissão de debêntures foi o instrumento favorito de captação, correspondendo por parte de 56,8% do total. Esse é um aumento de relevância frente ao mesmo período ano passado, quando esse instrumento havia representado 44,1% de todas as captações. 

O segundo instrumento mais utilizado foi a emissão de notas promissórias, que representaram 18,4% de todas as captações. Mesmo com a renda variável em baixa, o terceiro instrumento de maior captação foi a emissão primária de ações, representando 11,8% do total captado. Os estrangeiros foram responsáveis por 52,4% dos recursos captados por empresas brasileiras até junho através de ações, enquanto os investidores institucionais responderam por 39,1% do montante. 

Exterior
No exterior foram captados US$ 3 bilhões em junho, levando o total do ano para US$ 30,3 bilhões - 99,6% com títulos de renda fixa. Nestes seis meses, os lançamentos de bônus foi significativo de acordo com a Anbima. Movimentando US$ 19,5 bilhões, com 64,7% das captações vindo através desses ativos. 

Fonte: Infomoney

Estratégias de fundos que se destacaram no 1º semestre do ano.


Os primeiros seis meses de 2012 foram bastante agitados para a economia nacional, com resultados impactantes nos investimentos. Do lado da renda variável, a bolsa até ensaiou uma recuperação das perdas de 2011 nos primeiros dois meses do ano, mas não teve forças para sustentar o movimento. A crise na Europa, e as incertezas econômicas globais de uma forma geral pesaram sobre o desempenho do Ibovespa, que terminou o primeiro semestre do ano com perdas acumuladas de 4,24%.

Na parte de renda fixa, 2012 deve entrar para a história como o ano em que os juros atingiram o menor patamar (a Selic está em 8,5% ao ano). Mas mesmo com as adversidades e com a taxa de juros mais baixa, alguns profissionais de gestão se destacaram no primeiro semestre e conseguiram oferecer uma rentabilidade acima da média do mercado para os investidores. Confira:

Renda Fixa
Fundo: Inflatie RF LP
Gestora: SulAmérica
Rentabilidade no ano (até 5 de julho): +9,98%

O Inflatié, fundo de renda fixa da SulAmérica Investimentos, existe desde julho de 2008 e usa como bechmark (referencial de rentabilidade) o IMA-B (Índice de Mercado Anbima – B), que mede o desempenho das NTN-B – títulos públicos atrelados à inflação. Ou seja, é um fundo em que o gestor investe, principalmente, em títulos atrelados ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).

“É uma gestão ativa onde o gestor não fica exatamente igual ao seu benchmark. A carteira não reflete 100% da composição do IMA-B. Ora ele fica um pouco mais pesado em títulos de longo prazo, ora em títulos de curto prazo. Também pode colocar um pouco de títulos prefixados – sempre dentro do nível de risco do fundo, e ainda fazer alguma estrutura com um risco baixo, mas que dependendo do movimento dos juros de cada vencimento pode gerar valor para o fundo. Ou seja, a essência é o IMA-B, mas o produto tem uma liberdade para fazer estratégias, fugindo um pouco do benchmark, justamente para tentar ultrapassá-lo”, afirma o diretor da SulAmérica Investimentos, Marcelo Saddi.

De acordo com ele, mesmo com a inflação mais controlada do que nos anos anteriores, investir em títulos indexados a índices de preços ainda faz sentido. Isso porque a demanda pode aumentar, devido aos estímulos do governo à economia, e voltar a provocar uma alta dos preços.

“Parece razoável apostar que vem mais cortes de juros pela frente. Além disso, os estímulos monetários já foram dados, estão havendo estímulos fiscais. Pode até ser que demore um pouco para surtir o efeito, mas a gente acredita que vai surtir. Logo, é preciso ter cautela com o nível inflacionário”, explica Saddi.

Multimercado
Fundo: R&C TOP FIM
Gestora: R & C Gestão de Recursos
Rentabilidade no ano (até 4 de julho): +19,55%

O fundo R&C TOP FIM, da R&C Gestão de Recursos, foi um dos destaques entre os multimercados neste primeiro semestre. De acordo com o gestor do fundo, Cláudio Coppola, o bom desempenho no semestre é resultado de uma análise de que o dólar teria valorização ante o real. “A moeda norte-americana foi o principal responsável pelo desempenho do fundo no semestre. Achei que era a principal defesa para uma piora da crise européia, aliada a uma política intervencionista do banco central brasileiro para desvalorizar o Real”, afirma Coppola.

Segundo ele, o fundo pode adotar diversas estratégias, que vão depender do mercado, mas a regra principal vale para todos. “Em todo mercado, seja juros, bolsa ou dólar, nós trabalhamos com preço de entrada e saída para cada ativo e respeitando sempre o stop (ordem de venda automática) quando este é acionado”, disse.

Segundo ele, o atual cenário econômico brasileiro incentiva a sua estratégia de ficar comprado no dólar. “O governo aproveita a baixa atividade para testar o juro real a nível internacional e para dar um incentivo a indústria nacional. Enquanto não se traduzir em inflação, acho que o governo só controla a velocidade de desvalorização do real”, afirma.

Em relação ao cenário externo, o gestor afirma que ainda é preciso cautela. “A nossa visão é que a crise é de longo prazo na Europa, onde vamos ter baixo crescimento ou até uma possível recessão”, afirma. Segundo ele, nos Estados Unidos, a situação está um pouco melhor. “Os EUA estão apresentando um comportamento até surpreendente. 0 problema americano será que a partir da eleiçãp deverão ser tomadas medidas para cortar o déficit, o que vai impactar no crescimento econômico do próximo ano”, diz.

Na China, ele afirma que a mudança de patamar de crescimento econômico tem impacto direto no Brasil, já que o gigante asiático é nosso maior parceiro comercial.

Ações
Fundo: Apogeo Dividendos
Gestora: Apogeo
Rentabilidade acumulada no ano (até o dia 4 de julho): +23,53%

Com as incertezas externas e a bolsa andando de lado no primeiro semestre, um tipo de fundo de ações tem apresentado resultados melhores do que a indústria em geral: os fundos de dividendos, que concentram ações consideradas “defensivas” - que além de terem menor volatilidade, ainda garantem uma renda periódica com o pagamento de proventos. E, dentro desta categoria, o fundo Apogeo Dividendos foi um dos destaques no primeiro semestre.

De acordo com o diretor técnico da Apogeo, Paulo Bittencourt, o gestor do fundo faz um processo intensivo de análise de empresas que vão fazer parte do portfólio. “O segredo é uma análise muito intensiva. Você precisa antecipar quais empresas - e setores - estão melhor posicionadas neste cenário adverso. A escolha foi pelas empresas do setor de energia e do setor de telefonia. São setores que atuam com serviços que são sempre necessários, independentemente de ter uma crise. Algumas empresas de consumo geral também fazem parte da carteira”, afirma.

Mas ele lembra que o bom resultado não foi construído neste semestre. “É um processo mais antigo do gestor, que já acompanha as empresas há alguns anos. Estamos colhendo os frutos de uma análise de longo prazo”, explica o executivo.

Ele lembra que os fundos de dividendos possuem esta característica de oscilarem menos e podem ser uma alternativa interessante dependendo do prazo e do perfil de risco do investidor. Mas lembra que existem outros fundos que também podem performar bem, especialmente no longo prazo. “É importante diversificar. Eu não deixaria de lado também um investimento em um fundo mais agressivo de ações, em uma proporção menor, se o seu objetivo for para uma aposentadoria, por exemplo”, afirma Bittencourt.

Fonte: Infomoney

Mesmo com queda da bolsa, fundos de ações se destacam em junho


Mesmo com a queda do Ibovespa no mês de junho, os fundos de ações foram destaque de rentabilidade no sexto mês do ano. De acordo com dados da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais), o maior retorno da indústria foi registrado pelo tipo Ações Dividendos, que renderam 3,06%. 

Com valorização de 2,74% e 1,81%, respectivamente, os tipos Sustentabilidade e Governança e Ibovespa Ativo também apresentaram bom desempenho no mês. Já os fundos Ações Livre renderam 1,23% e os do tipo IBrX Ativo apresentaram retorno de 0,89%. Dos fundos de ações, o único tipo que apresentou rentabilidade negativa foi o Ações Small Caps, que recuaram 1,56% no mês passado. 

No mesmo período, o Ibovespa (principal índice da bolsa paulista) recuou 0,25%.

Renda fixa
Ainda de acordo com a Anbima, os fundos Renda Fixa Índices registraram rentabilidade negativa de 0,08% no mês passado, impactados, segundo a entidade, pelo recuo de 0,5% do IMA-B (Índice que mede o desempenho das NTN-B).

Já os fundos classificados como Renda Fixa registraram rentabilidade de 0,64% em junho. Os fundos de curto prazo, por sua vez, tiveram retorno médio de 0,64% e os referenciados DI, de 0,65%.

Fonte: Infomoney

Vinculando competência à capacidade de entrega.


O termo "competência" tem sido simultaneamente um dos mais empregados e controvertidos no jargão da administração contemporânea. Diferentes conceitos e dimensões marcam a sua apropriação tanto no ambiente empresarial quanto no acadêmico. Você já parou para refletir o que essa palavra significa e quais são suas implicações na vida profissional?

Nos últimos anos, profundas modificações qualitativas ocorreram em relação às interações entre, de um lado, as pessoas e seus saberes e suas capacidades e, de outro, as organizações e suas demandas no campo dos processos de trabalho essenciais e relacionais - relações com clientes, fornecedores e com os próprios funcionários. A fim de acompanhar estas modificações, a noção de competência tem surgido como uma forma de repensar essas interações.

No senso comum, competência se relaciona com a qualificação de uma pessoa para realizar algo. O seu oposto, ou o seu antônimo, não implica apenas a negação desta capacidade, mas resguarda um sentimento pejorativo, depreciativo. Chega mesmo a sinalizar que a pessoa encontra-se ou se encontrará brevemente marginalizada dos circuitos de trabalho e do reconhecimento social.

Alguns profissionais compreendem competência como o conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes necessário para que a pessoa desenvolva suas atribuições e responsabilidades. Entender essas três dimensões básicas que compõem a competência é importante, mas não suficiente! O fato das pessoas possuírem conhecimentos, habilidades e atitudes não traz benefícios para a empresa a menos que ocorra a entrega por parte do funcionário, ou seja, que ele efetivamente coloque em prática essas competências. Particularmente, adoto competência como a capacidade de mobilizar conhecimentos, habilidades e atitudes para entregar resultados, na qualidade e no prazo esperados.

Na prática, o que se vê é a inserção desse conceito no negócio como um todo. Não se deseja mais um trabalhador restrito a seu posto de trabalho, com qualificação suficiente e apenas para realizar as tarefas básicas. Deseja-se um trabalhador completo, que mobilize todos os recursos para o bem da organização, gere valor econômico e que interaja na organização de modo a possibilitar a disseminação do conhecimento por meio das relações interpessoais.

É preciso entender que a competência não se limita a um estoque de conhecimentos teóricos e empíricos adquiridos pelo indivíduo, nem se encontra encapsulada na tarefa. Está vinculada à capacidade de entrega do indivíduo, seu comprometimento considerando as necessidades da organização. Além de focar predominantemente o desempenho, a mobilização contextualizada e a contribuição do trabalho direcionado à estratégia da empresa.

Já que as organizações são constituídas por recursos tangíveis e intangíveis e também por indivíduos, responsáveis pela mobilização dos recursos e capacidades da organização em ações contextuais, elas também podem ser compreendidas como portfólios de competências. Sendo assim, competência organizacional pode ser definida como o saber fazer da empresa em um domínio particular, que se origina e se sustenta pela combinação, mistura e integração de competências profissionais individuais aliadas aos métodos organizacionais - e outros recursos - e que gera produtos e serviços, de tal modo que o resultado total é maior do que a soma das competências individuais.

Quando falamos em Gestão por Competência, estamos nos referindo ao modelo gerencial que surge como alternativa aos tradicionalmente utilizados. Esse modelo, já adotado por muitas empresas, propõe-se a orientar esforços para planejar, captar, desenvolver e avaliar, nos diferentes níveis, as competências necessárias à consecução dos objetivos organizacionais. A proposta é identificar e/ou compreender quais são as competências organizacionais essenciais para o sucesso empresarial, desdobrá-las em competências individuais e desenvolvê-las junto aos seus profissionais, procurando eliminar ou minimizar os gaps ou as lacunas de competências eventualmente existentes na organização ou na equipe.

Você já é capaz de identificar as competências que possui e as que ainda precisa aprimorar? Verifique quais são seus conhecimentos técnicos, suas habilidades, suas atitudes e, principalmente, os resultados entregues à organização onde atua. Observe onde esses pontos se cruzam e encontre sua competência.

Fonte: RH.com.br 

Onde encontro o meu cliente ?


Como o empreendedor pode aproveitar ferramentas da internet para encontrar e atingir seu público-alvo.

O consumidor está cada vez mais informado e preparado para tomar decisões, ou seja, ele tem mais poder do que tinha antes e, muitas vezes, ele que vai achar a sua empresa e não o contrário.

Fazer marketing nos dias de hoje se tornou uma tarefa ainda mais desafiadora do que já era nos tempos antes da internet, dos smartphones, Google, Facebook, blogs, etc... O que eu devo fazer nessa confusão toda? O caminho a ser seguido vai depender do seu negócio, mas existem algumas coisas que podem ser aplicadas para a maioria das empresas:

1)  Tenha um bom site ou uma boa página de destino. Um bom site não significa um site complexo, pelo contrário, faça um site simples que vá direto ao assunto. Em alguns casos a melhor opção é fazer apenas uma página de destino (landing page). Comece por ela e depois, se precisar crie outras páginas auxiliares. Sua página de destino deve ter uma breve explicação do seu serviço/produto, preços, seus diferenciais, fotos/vídeos, depoimentos de clientes e como as pessoas podem entrar em contato com sua empresa ou encontrar seu produto.  Pense em um valor de investimento para fazer ou refazer o seu site. Pensou? Considere gastar até o dobro, mas faça ele bem feito!

2)  Ajude seus clientes e prospects a te encontrarem no Google e outras ferramentas de busca. As visitas que seu site recebe de lá são muito qualificadas, pois a pessoa está procurando pelo tipo de produto ou serviço que você oferece. Para ter uma boa cobertura e aparecer em posições de destaque nas buscas você deve combinar a busca gratuita com os links patrocinados.

3)  E-mail marketing. Cadastre o e-mail de seus clientes e prospects para que eles possam receber informações e novidades sobre sua empresa. Sempre que você cadastrar o e-mail de alguém, peça autorização e deixe claro que tipo de e-mails você pretende enviar.

4)  Vale a pena criar uma página no Facebook, mas reserve algum tempo para se dedicar a ela. Lá é um ótimo lugar para conversar e se relacionar com seus clientes. Além disso, você deve estimular o boca-a-boca de pessoas que gostam da sua empresa e seus produtos.

5)  Mensure seus resultados e entenda como você pode melhorar seu site e seus esforços de comunicação. Utilize ferramentas de análise como o Google Analytics (gratuito). Procure ter algumas métricas de sucesso como vendas ou leads para comparar resultados de diferentes fontes de tráfegos, anúncios, páginas de destinos e estratégias.

Existem diversas outras ferramentas e mídias como o Linkedin, Twitter, comparadores de preço, portais, blogs entre outras que você pode utilizar.  Espero falar sobre elas e mais detalhadamente sobre essas aqui em outros artigos. Até mais!

Fonte: EndeavorBrasil