Bem vindo!

"...É muito melhor arriscar coisas grandiosas, alcançar triunfos e glórias, mesmo expondo-se a Fracassos e Derrotas, do que formar fila com os pobres de espírito que nem gozam muito nem sofrem muito, pois vivem em uma penumbra cinzenta tão grande que não conhece vitória nem derrota...."

(..Theodore Roosevelt..)

Que Deus nos abençoe!

“A maior habilidade de um líder é desenvolver habilidades extraordinárias em pessoas comuns.”

(Abraham Lincoln)

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Ponto de atenção: Caixa corta taxa de juros em linha com recursos do - BNDES


Os juros da linha de crédito para capital de giro BNDES Progeren praticado pela Caixa Econômica Federal serão reduzidos hoje. O banco estatal informou nesta segunda-feira que a taxa mínima vai cair dos atuais  0,96% ao mês para 0,89% ao mês. Isso representa um corte de quase um ponto percentual ao ano. De acordo com a Caixa, a mudança "acompanha a redução do custo da operação de 0,5% ao ano comunicada pelo BNDES". Essa linha é um das que tiveram suas taxas reduzidas no início do mês, dentro da nova fase do Plano Brasil Maior. Em nota, o diretor executivo de Pessoa Jurídica da Caixa, Roberto Derziê, diz que "o banco reafirma seu posicionamento de oferecer as melhores taxas de mercado e facilitar o acesso ao crédito para as empresas, ampliando o leque de opções de capital de giro".

Fonte: DCI

Conquistando mais espaço: MasterCard fecha parceria com a Vivo em pagamentos móveis


A bandeira MasterCard e a empresa de telefonia Vivo devem iniciar, no segundo semestre, as operações da joint venture que anunciaram no final de 2011 para operar no pagamento com celular. "Estamos na fase de estruturação da nova empresa", disse a jornalistas o presidente da MasterCard, Gilberto Caldart. O objetivo é ter um primeiro produto no mercado até o final do ano.

A empresa, ainda sem nome definido, será 50% controlada pela Vivo e 50% pela bandeira. O foco é desenvolver soluções para o pagamento com celular. Caldart destaca que o objetivo é criar soluções que possam ser usadas por qualquer operadora de telefonia e não apenas pela Vivo.

A MasterCard resolveu criar duas empresas diferentes para o pagamento com celular. Uma para 12 países da América Latina, em parceria com a Telefónica, que já está operacional em países como a Argentina e recebeu o nome de Wanda. A outra é só para o mercado brasileiro. A região é uma das que mais crescem dentro das operações da bandeira americana no mundo.

Caldart avalia que o mercado de cartões brasileiro pode dobrar de tamanho. Atualmente, aproximadamente 25% do consumo privado é pago com meios eletrônicos de pagamento, ante média bem maior, na casa dos 45% a 50%, em países desenvolvidos. "Podemos atingir esse percentual em alguns anos", afirmou.

No Brasil, um dos segmentos em que a MasterCard aposta é o de cartões pré-pagos, que são carregados em dinheiro e podem ser usados em toda a rede que aceita plásticos de crédito e débito. Recentemente, a bandeira lançou um produto, em parceria com a Ticket e o Itaú, para o pagamento de fretes por caminhoneiros. O motorista recebe o valor do frete no cartão e usa o plástico nas estradas, em postos de combustível, oficinas e restaurantes.

"O mercado de cartões pré-pagos ainda é inexplorado no Brasil", destacou Caldart. No entanto, tem crescido acima da média nos últimos anos.

Fonte: DCI

Itaú, Bradesco e Santander somam R$ 11,594 bi em tarifas


Juntos, os três maiores bancos privados no Brasil obtiveram R$ 11,594 bilhões em receitas com a prestação de serviços e tarifas bancárias durante os três primeiros meses de 2012. No Bradesco, o crescimento foi de 17,3% na comparação com o primeiro trimestre do último ano, de R$ 3,510 bilhões para R$ 4,118 bilhões. O Santander Brasil expandiu 15,5% no mesmo período, de R$ 2,142 bilhões para R$ 2,473 bilhões. Já o Itaú Unibanco ampliou em 12%, para R$ 5,003 bilhões.

Os números já refletem uma nova tendência entre as instituições financeiras de ganhos além do crédito, apontou o educador financeiro Reinaldo Domingos. "Sabendo da maior tendência de baixa dos juros, os bancos já começaram a migrar os ganhos para os serviços. Há uma necessidade de transferir as margens do spread, mas é um reflexo ainda pequeno perto do que virá no próximo trimestre".

Domingos detalhou que as receitas de prestação de serviços serviam para balancear as despesas das agências, principalmente com funcionários, mas que o cenário agora é de lucratividade, já que as quedas nas taxas de juros tendem a reduzir os ganhos com o crédito. "Baixa com o spread e vai buscar em outro lugar. Ainda há a tecnologia, que deixa os custos destes serviços muito baixos."

Em seus resultados, o Bradesco já demonstrou dependência menor do crédito. Do total, 27% correspondem à área de financiamentos, 25% de serviços, 9% de títulos e valores mobiliários e 7% das captações. Até março de 2011, a proporção era de 30%, 25%, 10% e 7%, respectivamente.

A maior expansão, de 20,3% no acumulado de 12 meses, ocorreu nas rendas de cartão, para R$ 1,389 bilhão. Com alta de 19%, as receitas da administração de consórcios cresceram para R$ 144 milhões. Já com conta corrente, o Bradesco faturou R$ 748 milhões no período, acréscimo de 15,3%. "Alta com receita de serviços com a entrada de 2 milhões de novos correntistas e 12 milhões de novos cartões", explicou Luiz Carlos Angelotti, diretor executivo do banco, durante divulgação do balanço.

O economista da consultoria Lopes Filho, João Augusto Salles, disse que o aumento nas receitas com a prestação de serviços está relacionado a entrada de novos clientes, tarifas, sinergia operacional e novos produtos. "32% do resultado do Bradesco veio com seguros e ainda há a área de cobrança, administração de carteiras. O fee é muito elevado".

Salles concordou sobre as reduções de gastos. "A receita com serviços fica ombreando com despesas de pessoal. Enxugam gastos e maximizam ganhos".

Na divulgação do balanço do primeiro trimestre deste ano, Marcial Portela, presidente do Santander Brasil, destacou os bons rendimentos com o ramo de tesouraria e serviços. "Significa que o banco está em uma boa colocação com a queda dos juros".

Ao todo, a instituição obteve R$ 2,473 bilhões em receitas de prestação de serviços e tarifas. Em relação ao período de janeiro a março de 2011, cartões acumulou crescimento de 36,7%, de R$ 473 milhões para R$ 646 milhões. Portela creditou a alta aos serviços de credenciamento de estabelecimentos comerciais para o uso de meios eletrônicos de pagamento, em parceria com a GetNet. "A adquirente tem uma ampla oferta de serviços para pessoa jurídica, que está crescendo e ajuda nas receitas de cartões".

Em seguida, a renda com operações de crédito ampliou 23,4%, para R$ 272 milhões, e serviços de recebimento teve acréscimo de 17,2% ante o primeiro trimestre de 2011, para R$ 146 milhões.

Já o Itaú Unibanco obteve expansão da renda com prestação de serviços e tarifas de 12% no ano, para R$ 5,003 bilhões. Os destaques, segundo Rogério Calderón, diretor Corporativo e de Controladoria do Itaú, ficam com o aumento no número de clientes, gestão de fundos e cartões.

Os serviços de conta corrente expandiram 30,3% no período, para R$ 750 milhões. O faturamento com a administração de recursos evoluiu 11%, para R$ 707 milhões, e com cartões de crédito subiu 20,1%, para R$ 2,031 bilhões. "O maior uso de cartões permitiu o crescimento anualizado de 20%", disse Calderón.

Fonte: DCI

Fique ligado: Isenção de parte de IR sobre PLR


Nas festas de comemoração deste 1º de Maio em São Paulo, o ministro-chefe da Secretaria Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, anunciou que o governo aceitou discutir com as centrais sindicais a concessão de isenção de parte do Imposto de Renda sobre a Participação nos Lucros e Resultados (PLR).

"Falta a gente chegar, essa semana ainda, a um número para o acordo entre o governo e as centrais sindicais", disse o ministro. A presidente Dilma Rousseff deve se reunir com as centrais nesta quinta-feira, 3, para tentar chegar a um acordo sobre a proposta, mas Carvalho adiantou que não haverá isenção completa de imposto sobre a PLR. "Não chegaremos ao que as centrais querem, mas chegaremos a um número médio", avisou o ministro.

De acordo com Carvalho, a presidente Dilma Rousseff está convencida de que a medida pode ajudar a aquecer a economia interna. "Sabemos que este dinheiro, no bolso do trabalhador, é uma injeção na veia do mercado", afirmou.

O ministro repetiu o discurso no evento organizado pela Força Sindical, na manhã desta terça-feira na praça Campos de Bagatelle, e na comemoração promovida pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), no Vale do Anhangabaú. Gilberto Carvalho destacou que o Brasil vive uma situação diferente do resto do mundo. "Aqui nós celebramos o pleno emprego", disse.

Ao apresentar o futuro ministro do Trabalho, deputado federal Brizola Neto, na festa da CUT, Carvalho reiterou a disposição do governo com a isenção do imposto de renda sobre a participação nos lucros. "É dessa forma, negociando, que construímos um País democrático", disse.

O encontro da presidente com as centrais sindicais vai acontecer no mesmo dia da posse de Brizola Neto no Ministério do Trabalho.

Entenda a cobrança de IR sobre a PLR e o que pode mudar


Sindicatos ligados à Central Única dos Trabalhadores (CUT) e à Força Sindical reivindicam a alteração das alíquotas do Imposto de Renda que incide sobre a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) paga pelas empresas aos trabalhadores.

A PLR foi tributada em 2011 a partir de um ganho mensal de R$ 1.566,62 e os trabalhadores propõem que a cobrança incida a partir de um rendimento de R$ 8.000,01. As alíquotas vão de 7,5% a 27,5% (veja a tabela abaixo).



Um empregado, por exemplo, que tenha recebido da empresa, em outubro de 2011, R$ 3 mil de PLR será tributado a uma alíquota de 15% e terá uma  retenção de R$ 156,42.

Durante o ano, o imposto retido na fonte da PLR é calculado de forma separada dos salários e das férias. No ajuste anual, contudo, os ganhos são somados. “(Essa somatória) às vezes faz o contribuinte ter imposto a pagar em vez de restituição a receber”, explica o consultor tributário da IOB Folhamatic Antônio Bacalhau.

PLR X dividendos

De acordo com os sindicalistas, a atual alíquota incidente sobre a PLR retira o poder de compra dos trabalhadores e a sua isenção injetaria cerca de R$ 1,8 bilhão na economia. Os representantes alegam que a participação nos lucros possui a mesma característica dos dividendos de acionistas de empresas, que não são tributadas no IR.

Para Bacalhau, porém, a comparação não é válida. “O empregado não é sócio e os dividendos e a PLR não têm a mesma natureza”, diz. Segundo o consultor, o sócio aplica capital no negócio, o que gera emprego, e por isso a isenção se justifica. Ele ressalta que qualquer mudança na tributação exigiria uma alteração na lei, uma vez que as regras estão previstas na Legislação.

A campanha dos sindicatos pretende atuar em duas frentes: uma em apoio aos projetos dos deputados federais Vicentinho (PT-SP) e Ricardo Berzoini (PT-SP), que pretendem zerar a cobrança do imposto sobre a PLR, e outra para conseguir uma mudança imediata nas alíquotas por meio de decretos ou Medida Provisória (MP).

O projeto será encaminhado junto com um abaixoassinado ao presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), e ao Secretário-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho.


Fonte: Agência Estado

Distribuição de lucros aos acionistas cresceu 29% em relação a 2010


Para compensar o mau desempenho da bolsa em 2011, as empresas de capital aberto decidiram engordar o caixa dos acionistas com dividendos generosos. No ano passado, elas repassaram aos investidores R$ 94 bilhões dos lucros, valor 29% superior ao de 2010. Isso significa R$ 21,13 bilhões a mais que no ano anterior, segundo levantamento da empresa de informação financeira Economática, com 294 companhias.

Trata-se o maior volume de dividendos desde 2008. Antes disso, as empresas não eram obrigadas a divulgar os valores.

Vale e Petrobrás lideraram o ranking dos maiores dividendos no ano passado. Juntas, elas repassaram para seus acionistas R$ 25,8 bilhões. De acordo com o levantamento, a maior distribuição foi feita pela mineradora, que elevou em 183% o valor em relação a 2010. Já a Petrobrás aumentou em apenas 13% seus dividendos. Além disso, a taxa de retorno da mineradora (yield) é maior que o da estatal.

Entre os setores, os bancos são os campeões na distribuição de lucros (R$ 19,7 bilhões), seguido pelo setor elétrico (R$ 12,5 bilhões), que tradicionalmente oferece a maior taxa de retorno para os acionistas. No ano passado, as empresas de telecomunicação também apareceram como boas pagadoras de dividendos (R$ 7,9 bilhões), mas o retorno ainda é um pouco menor. As perspectivas, no entanto, são boas para essas companhias, afirma a analista da Ativa Corretora, Mônica Araújo.

Segundo ela, a geração de caixa do setor é significativa. A Telefônica já é historicamente uma boa pagadora de dividendos. Pelo levantamento da Economática, a empresa fez a quarta maior distribuição de 2011, atrás apenas de Vale, Petrobrás e Ambev. "Agora também temos perspectiva positiva para a Oi, com o processo de reestruturação da empresa. Acreditamos que ela entre logo no ranking dos melhores pagadores", avalia a analista.

Revisão

Por outro lado, Mônica teme pelo futuro do setor elétrico, que passa por um processo delicado de revisão tarifária. "Os últimos resultado foram negativos para as empresas, com redução das tarifas praticadas no mercado. A medida tem provocado insegurança sobre o pagamento de dividendos futuros, especialmente no caso das distribuidoras." As empresas mistas, que atuam na geração, transmissão e distribuição de energia, devem ser menos prejudicadas, avalia a analista. Afinal uma área pode compensar a outra.

Segundo o professor da Fundação Getúlio Vargas de São Paulo (FGV/SP), Ernesto Lozardo, 2011 foi um ano atípico. Até então, as empresas vinham limitando os dividendos por causa da necessidade de investimentos. Mas, com as incertezas em relação a atividade econômica em 2012 e com o momento menos favorável para o mercado acionário, as companhias colocaram o pé no freio em relação às expansões da produção.

Do outro lado, tomaram a decisão estratégica de distribuir mais os lucros para segurar os investidores em suas ações. "Esse tipo de iniciativa tem um efeito muito positivo para conquistar o acionista. Cria uma certa lealdade do investidor com uma determinada ação", afirma o professor.

Ele acrescenta que esse tipo de papel é bastante procurado pelo investidor mais conservador. "Quem é mais especulativo vai procurar ações com grandes oscilações."

Fonte: Agência Estado

terça-feira, 1 de maio de 2012

Confira as melhores e piores performances de abril

Com dois meses iniciais de 2012 bastante positivos para o Ibovespa, e mesmo com queda em março, o benchmark da bolsa acumulou alta de 13,67% nos três primeiros meses desse ano, obtendo o melhor primeiro trimestre desde 1999. Entretanto, o principal índice da bolsa intensificou as perdas em abril, em meio a temores sobre a situação na Europa, principalmente em relação à economia espanhola. 

No fim dos 30 dias, o benchmark nacional recuou 4,17%, depois de subir 11,13% e 4,34% em janeiro e fevereiro, respectivamente e ter uma queda de 1,98% em março. Mesmo com o desempenho negativo nos últimos dois meses, no acumulado do ano a performance do benchmark está positiva em 8,93%.

O mês foi marcado, além dos dados econômicos na Europa, pelos indicadores dos Estados Unidos e da China, que trouxeram mau humor aos investidores. O Relatório de Emprego norte-americano, por exemplo, revelou uma criação de vagas menor do que o esperado, enquanto o PIB do país teve avanço de 2,2% no primeiro trimestre, decepcionando o mercado.

O PIB trimestral divulgado pela China também trouxe pessimismo, mostrando avanço de 8,1%, seu pior nível desde 2009, enquanto a balança comercial revelou menores importações e acentuou a percepção por uma desaceleração na atividade econômica do país. Enquanto isso, no Velho Continente, a economia espanhola indicou contração de 0,4% no primeiro trimestre e, com o Banco Central espanhol avisando que os bancos do país podem precisar de mais capital, os CDS (Credit Default Swaps) espanhóis bateram níveis recordes e acentuaram o pessimismo com relação ao país.

Ibovespa X Média das Carteiras Recomendadas em 2012
JaneiroFevereiroMarçoAbrilAcum. 2012
Ibovespa11,13%4,34%-1,98%-4,17%8,93%
Média das7,44%6,74%0,90%0,13%16,81%
Carteiras
Diferença-3,69 p.p.+2,40 p.p.+2,88 p.p.+4,30%+7,88 p.p.


Corretoras têm desempenho bem superior ao Ibovespa
Se o principal índice brasileiro caiu no período, as corretoras conseguiram ter rentabilidade superior, em sua maioria. A média das 23 carteiras compiladas pelo Portal InfoMoney foi de avanço em 0,13%, ficando 4,30 pontos percentuais acima do Ibovespa.

Figuraram no topo do ranking as casas de análise que diversificaram suas escolhas em algumas empresas voltadas ao setor de consumo interno e as que se mantiveram longe do segmento bancário. Com o anúncio de corte de juros pelos bancos no início de abril, o que pode levar a possíveis reduções de margens, os papéis das instituições financeiras sofreram bastante no mês.

As corretoras que montaram seus portfólios com as grandes empresas do setor imobiliário, por sua vez, viram fortes desvalorizações em suas carteiras, devido ao fraco desempenho do setor no mês. Algumas elétricas, que no mês passado tinham se mostrado como uma boa escolha para os investidores, decepcionaram este mês e tiveram forte desvalorização, como no caso da Eletropaulo (ELPL4), que caiu 15,30% no período. Entretanto, ações de outras empresas do setor, como as preferenciais "classe B" da Copel (CPLE6) tiveram forte desempenho positivo. 


Melhores e Piores Performances Mensais de
2012
Mês Melhor Performance Pior Performance
Corretora Rent. Corretora Rent.
Janeiro Planner 14,26% SLW (moderado) -0,32%
Fevereiro Bradesco 12,74% Omar Camargo 3,03%
Março Souza Barros 9,81% Planner -3,93%
Abril Geral 4,23% Planner -3,34%


Geral Investimentos lidera ranking do mês
A Geral Investimentos liderou o ranking do Portal Infomoney durante abril, com rentabilidade de 4,23%, 8,40% p.p. acima do Ibovespa. A próxima na lista foi a carteira Itaú Top 5, com 3,88%. As duas carteiras tiveram os papéis da Telefônica Brasil (VIVT4, R$ 54,50, -0,57%) em comum no portfólio, mas eles não são capazes de explicar o bom desempenho delas, já que os ativos tiveram leve queda no período. 
Os ativos da Cemig (CMIG4, R$ 37,78, +12,71%) e principalmente da Valid  (VLID3, R$ 29,76, +12,85%) impulsionaram o bom retorno da seleção da campeã no mês, assim como a Cielo (CIEL3, R$ 57,20, 10,91%). No caso da carteira do Itaú, as ações da Raia Drogasil (RADL3, R$ 20,54, +15,72%) e da Multiplan (MULT3, R$ 44,72, +5,51%) levaram ao bom desempenho no período. 

Já o pior desempenho foi o da carteira da Planner, que incluía maiores apostas na atividade interna, com importante alocação no setor de energia, bancário e imobiliário. No entanto, as ações PN da Eletropaulo (R$ 29,16, -15,30%), do Itaú Unibanco (ITUB4, R$ 30,00, -14,08%) e os papeís ON da OGX Petróleo (OGXP3, R$ 13,23, -12,38%) decepcionaram com fortes baixas.

Souza Barros na liderança anual
Com a forte rentabilidade apresentada pelo portfólio da Souza Barros e apresentando o terceiro lugar no portfólio do mês (+3,14%), a corretora alcançou o topo do ranking anual do Portal InfoMoney. No acumulado dos quatro meses, a alta chega a 33,87%, 24,94 p.p. a mais do que o Ibovespa. Com a liderança alcançada em abril, a Geral Investimentos se firmou no segundo lugar em 2012, com rentabilidade acumulada de 30,53%, 21,60 p.p. acima do benchmark da bolsa.

Comparando o acumulado das seleções neste ano, nenhuma casa de research entregou resultado negativo, mas duas delas desempenharam abaixo do benchmark brasileiro. Os menores retornos foram apresentados, até agora, pela Socopa, com 7,87% de avanço, 1,06 p.p. menor que o Ibovespa; e pelo BB Investimentos, com 8,01% - desempenho 0,92 p.p. abaixo do benchmark.

Desempenho acumulado das carteiras recomendadas pelas corretoras em 2012
Posição Banco/Corretora* Rentabilidade  Diferença sobre
acumulada em 2012 o Ibovespa
Souza Barros 33,87% +24,94 p.p.
Geral Investimentos 30,53% +21,60 p.p.
Itaú (Top 5) 26,30% +17,37 p.p.
Coinvalores 22,40% +13,47 p.p.
WinTrade 21,35% +12,42 p.p.
XP Investimentos 21,11% +12,18 p.p.
Octo 19,33% +10,40 p.p.
PAX 18,18% +9,25 p.p.
Bradesco 18,03% +9,10 p.p.
10º Gradual 17,59% +8,66 p.p.
11º Omar Camargo 17,11% +8,18 p.p.
12º SLW (Arrojado) 17,05% +8,12 p.p.
13º Um Investimentos 16,26% +7,33 p.p.
14º Geração Futuro 16,15% +7,22 p.p.
15º Planner 15,33% +6,40 p.p.
16º Amaril Franklin 13,98% +5,05 p.p.
17º Inva Capital 13,44% +4,51 p.p.
18º BTG Pactual 12,62% +3,69 p.p.
19º Banco Fator Corretora 10,90% +1,97 p.p.
20º Ativa Corretora 10,13% +1,20 p.p.
21º HSBC 9,49% +0.56 p.p.
22º BB Investimentos 8,01% -0,92 p.p.
23º Socopa 7,87% -1,06 p.p.

Fonte: Infomoney

Lucro líquido da Sul América cresce 10,6% no 1º trimestre


A Sul América (SULA11) apresentou lucro líquido  de R$ 112,8 milhões nos três primeiros meses de 2012, alta de 10,6% sobre o mesmo período do ano anterior. A seguradora teve os números impulsionados pelo segmento de saúde, especialmente por conta dos produtos voltados à pequenas e médias empresas e odontológicos.

Os beneficiários de seguro odontológico cresceram 98%, para 467 mil, enquanto planos de saúde aumentaram em 5,5% seus cadastrados, para 1,96 bilhão. Somando os dois segmentos, o aumento foi de 15,9% sobre o primeiro trimestre de 2011, para 2,43 bilhões de beneficiários. 

Os prêmios de seguro saúde para grupos cresceram 26,2% no trimestre. Já o segmento de automóveis, com um ambiente de mais concorrência, foi impactado pelo aumento de roubos e furtos e faturou R$ 527,1 milhões, aumento de 2,3% sobre o mesmo quarto de 2011. No total, incluindo saúde, automóveis, ramos elementares e pessoas, os prêmios de seguros cresceram 14,5% na comparação de base anual, com total de R$ 2,5 bilhões.

Fonte: Infomoney