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"...É muito melhor arriscar coisas grandiosas, alcançar triunfos e glórias, mesmo expondo-se a Fracassos e Derrotas, do que formar fila com os pobres de espírito que nem gozam muito nem sofrem muito, pois vivem em uma penumbra cinzenta tão grande que não conhece vitória nem derrota...."

(..Theodore Roosevelt..)

Que Deus nos abençoe!

“A maior habilidade de um líder é desenvolver habilidades extraordinárias em pessoas comuns.”

(Abraham Lincoln)

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Brasileiros são os que mais têm medo de negociar no trabalho, diz pesquisa


Os brasileiros são os que mais sentem medo frente a negociações de carreira, como pedir por um aumento salarial ou fechar um negócio, segundo revela pesquisa realizada pelo Linkedin, divulgada na última terça-feira (3).

De acordo com o levantamento, realizado em oito países, no Brasil, 21% dos profissionais admitiram sentir medo para negociar no trabalho. Globalmente, 35% das pessoas assumem sentir medo ou ansiedade no que diz respeito à negociação.

Outros 34%, ainda na média mundial, acreditam ser confiantes para negociar no trabalho. Este percentual sobe para 37% entre os homens e cai para 26% entre as mulheres.

No geral, 10% dos profissionais dizem que negociações são empolgantes e 10% se mostram indiferentes com relação à atividade.

Outros itens
O estudo do Linkedin analisou a questão da negociação em cinco categorias. Além do medo, foram pesquisadas sensações como ansiedade, confiança, empolgação e indiferença.

Neste sentido, os alemães são os mais positivos sobre negociação, visto que 21% dos entrevistados desta nacionalidade se declaram empolgados com a situação. No Brasil, este percentual é de 12%, o que coloca o país na terceira colocação entre os pesquisados.

Em confiança, os profissionais brasileiros também ficam em terceiro lugar, com 38% se declarando como tal, enquanto que 20% se dizem ansiosos com relação ao ato de negociar, sétima colocação entre os pesquisados. Nestes quesitos, os indianos são os mais confiantes (47%) e os norte-americanos, os mais ansiosos (39%).

Fonte: Infomoney

Mantega: desaceleração do IPCA permitirá queda dos juros bancários


O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta quinta-feira (5) que o resultado de março do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) vai possibilitar a queda dos juros cobrados pelos bancos.

“Acho que a inflação menor abre a possibilidade de um estímulo econômico maior para a queda de juros do setor privado, dos bancos”, disse Mantega, citado pela Agência Brasil.

O IPCA, que mede a inflação oficial do país, ficou em 0,21% no mês passado, desacelerando em relação ao resultado de fevereiro, de alta de 0,45%. 

BB dá a largada
O comentário do ministro vem um dia depois que o Banco do Brasil (BBSA3) anunciou a redução da taxa de juros do rotativo do cartão de crédito e do cheque especial para 3% ao mês. A medida vale para clientes que recebem salário pelo banco e aderirem a um pacote de serviços, cujo valor mensal varia entre R$ 18 e R$ 54. 

A notícia foi recebida com pessimismo pelos analistas, uma vez que a medida pode prejudicar o desempenho do banco por meio da redução de spreads. Além disso, a opinião é de que a iniciativa do BB pode forçar as demais instituições a baixar suas taxas para evitar a perda de clientes.

Fonte: Infomoney

Agência de rating Egan-Jones corta rating norte-americano para "AA"


A agência de classificação de rating Egan-Jones cortou a nota de crédito norte-americana nesta quinta-feira (5), de "AA+" para "AA", com perspectiva negativa. De acordo com a agência, esse movimento ocorre por conta do alto grau de endividamento da maior economia mundial.

"Quando a relação dívida/PIB (Produto Interno Bruto) excede 100%, a flexibilidade financeira do país fica prejudicada", afirmou Sean Egan, diretor da agência. É a primeira vez, desde a Segunda Guerra Mundial, que o endividamento norte-americano alcança esse nível, atualmente por volta de 106%.

Endividamento não parece ter fim
De acordo com o diretor, esse alto endividamento não parece ter fim. Além disso, o crescimento da economia está próximo do ponto de ser negativo, quando ajustado para a economia.

Além disso, as medidas tomadas nos EUA não têm funcionado para diminuir o endividamento. "O supercomitê bipartidário que queria cortar US$ 1,5 trilhão em gastos em 10 anos foi um fracasso", afirma o diretor. A Egan-Jones não é uma das três maiores agências de rating, mas seu movimento pode antecipar uma revisão por parte de Moody's, Standard & Poor's e Fitch. A S&P já cortou o rating norte-americano uma vez. 

Fonte: Infomoney

domingo, 8 de abril de 2012

Gradual acredita em convergência da inflação e Selic de um dígito até 2013


Diante do IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de março ter apresentado inflação de 0,21%, abaixo da taxa de 0,45% registrada em fevereiro, a Gradual Investimentos confirma que o processo de convergência da inflação é uma realidade e a tese do Banco Central permanece válida em relação à inflação no curto prazo.

Para a corretora, as correntes mais alarmistas com a inflação brasileira apostam na possibilidade da retomada do crescimento. "Acreditamos que esta hipótese não é central e sim alternativa de tal sorte que vemos a taxa de juros em um dígito pelo menos até final de 2013".

Segundo os analistas, o IPCA de março, divulgado nesta manhã pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), é "realmente muito comportada". A corretora enfatiza que esta variação fica apenas ligeiramente acima de 2009 na série desde 2004.

Fonte: Infomoney

Com menos dívidas, brasileiros voltam para poupança e captação fica positiva em março


Depois de dois meses no vermelho, a captação líquida da caderneta de poupança, diferença entre os depósitos e os saques, terminou março com sinal positivo.

Segundo dados do Banco Central divulgados nesta quinta-feira (5), a captação da poupança no mês passado ficou positiva em R$ 2,544 bilhões, resultado de R$ 98,940 bilhões de depósitos e R$ 96,395 bilhões de retiradas ocorridas no período de 1 até 30.

Em fevereiro, as retiradas superaram os depósitos em R$ 412 milhões (R$ 87,816 bilhões de aplicações e R$ 88,228 bilhões de saques).

Menos dívidas
Para o especialista da MoneyFit, Antonio De Julio, a captação positiva da poupança no terceiro mês do ano reflete uma “folga” no orçamento dos brasileiros, que voltaram a ter dinheiro sobrando, depois de se endividarem com os pagamentos de tributos, comuns no começo do ano.

“Por mais que sempre aconselhemos as pessoas a pouparem e se prepararem para as contas do início do ano, como IPVA e IPTU, elas dificilmente o fazem e acabam tendo um acúmulo de gastos nesta época. Basta olhar para os números de inadimplência”, afirma De Julio. “Em março, podemos ver que as pessoas já conseguiram poupar mais, devido à quitação desses débitos”, continua.

Melhor opção?
Para De Julio, a captação de março mostra que as pessoas voltaram a poupar mais, o que é positivo. “Esse é o primeiro passo”, diz. Entretanto, ele aponta que existem investimentos que podem fazer frente à caderneta de poupança, com a mesma segurança e garantindo uma rentabilidade mais interessante.

“A poupança é aquele investimento folclórico, que passa de pai para filho, por ser muito simples de entender. Mas outras aplicações, como o CDB (Certificado de Depósito Bancário), podem oferecer um retorno maior com a mesma garantia do FGC (Fundo Garantidor de Crédito) para depósitos de até R$ 70 mil”, aponta.

Outra aplicação segura são os títulos do Tesouro Direto. “Eles não são tão fáceis de compreender quanto a caderneta de poupança, mas podem ser uma boa alternativa de investimento”, conclui.

Fonte: Infomoney

Seu gestor está mentindo? Observe expressões, gestos e palavras e descubra!


Não é de hoje que as expressões, os gestos e as palavras podem denunciar se uma pessoa tenta, ou ao menos está tentando, enganar alguém. Por isso, aprender a identificar quando uma mentira entra em cena pode ser crucial para quem deseja crescer profissionalmente, afinal, nunca se sabe quem será o próximo interessado em enganar você. E acredite, em uma corporação, o próximo pode ser até mesmo o seu gestor.

Portanto, é hora de prestar atenção ao ambiente e as pessoas ao seu redor, principalmente se você tem a intenção de, no futuro, pedir um aumento.

“Para saber se o seu gestor está mentindo é preciso observar se ele está agindo de uma maneira muito diferente da habitual. Essa percepção só é possível após muito tempo de convivência”, explica a headhunter, Lívia Falland, De Bernt Entschev Human Capital.

Segundo ela, o fato dele não estar à vontade com a conversa, ser evasivo nas respostas ou ainda apresentar alterações emocionais por conta do bate papo também precisa ser avaliado.

“Quando uma pessoa fala a verdade você sente propriedade, firmeza e energia no que ela diz. Quando ela mente, não. Neste caso, ela se comunica com mais dificuldade e é difícil comprar a ideia dela”, explica Lívia.

Outros sinais
E outros sinais também devem ser observados. Segundo a psicóloga Clarice Barbosa, quando o gestor evita o contato visual, manifesta tiques nervosos, olha para cima ou para à direita, ele também pode estar mentindo.

“Ao olhar para cima ou para a direita, o gestor tenta criar uma imagem que não é real em sua mente”, explica Clarice.

Outros sinais que também podem ser considerados como alertas são o excesso de gestos e as reações exageradas. “Toda reação exagerada deve ser observada com atenção. Por isso, é importante que o trabalhador aprenda a ouvir, pois se o gestor falar demais, alterar o tom da voz de forma exagerada ou mesmo se contradizer nos relatos, algo deve estar errado”, informa Clarice.

Omissão necessária
Mas como no universo corporativo nem sempre falar a verdade pode ser a melhor forma de conduzir os negócios, às vezes a omissão pode ser a melhor solução.

De acordo com Lívia, por exemplo, em uma situação de fusão e aquisição ou até mesmo de demissão em massa, um gestor precisa manter sigilo absoluto da operação até a data de divulgação oficial, e isso tudo para evitar o comprometimento da transação.

“Existem situações declicadas em que é preciso manter um bom clima entre os contratados e evitar as famosas fofocas de corredores. Por isso, o gestor precisa ser forte e representar a companhia nesse momento, omitindo certas informações até que as mesmas possam ser oficialmente liberadas”, explica.

Fonte: Infomoney

BC quer criar ranking para consumidor comparar spread cobrado pelos bancos


O governo resolveu aumentar a pressão sobre os bancos privados para reduzir o custo dos empréstimos oferecidos aos clientes. Depois de a presidente Dilma Rousseff ter reclamado que o nível das margens cobradas nessas operações, o spread bancário, é "tecnicamente de difícil explicação no Brasil", agora é a vez de o Banco Central entrar na briga.

A instituição estuda criar um ranking para revelar a margem cobrada por banco e, assim, mostrar quem ganha mais com os financiamentos. Em meio ao aperto, banqueiros se reúnem novamente com o governo nesta semana e apresentarão propostas iniciais para reduzir o juro.

Após cobrança aos presidentes dos cinco maiores bancos no Brasil – Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal e Santander – em reunião no fim de março, banqueiros voltam ao Ministério da Fazenda nos próximos dias para apresentar ideias do que pode ser feito para reduzir o spread, especialmente para as pessoas físicas.

O segundo encontro entre banqueiros e governo ocorre sob pressão crescente. Além da posição explícita da Fazenda em cobrar solução para o problema, o Banco Central decidiu ser mais "proativo" na discussão. A criação do ranking de spreads, nos mesmos moldes do sistema que compara o juro nas operações de crédito, é um dos exemplos dessa mudança de comportamento.

O instrumento revelaria as diferentes margens dos bancos nos empréstimos e poderia ser uma arma para consumidores pressionarem instituições a cortar o juro. O tema é acompanhado de perto pela presidente Dilma Rousseff.

No início de 2009, o governo chegou a estudar a criação do ranking. O então presidente Luiz Inácio Lula da Silva era simpático à ideia, assim como integrantes do Ministério da Fazenda. O BC, porém, resistiu, e a proposta acabou não prosperando.

Propostas. Com a volta do polêmica sobre as margens nas operações de crédito, os bancos privados costuram algumas ideias para levar ao Ministério da Fazenda. Para os bancos de menor porte, por exemplo, há a intenção de captar recursos em grupo, o chamado "pool de captação", com a emissão de papéis únicos como Certificados de Depósito Bancário (CDB). Nesse tipo de operação, o custo é menor, o que poderia diminuir o juro final nos empréstimos.

Outra proposta que volta ao radar é a possibilidade de clientes sem emprego fixo, mas com cotas de um fundo de previdência privada, possam tomar empréstimos mais baratos. Nesse caso, o juro seria semelhante ao do crédito consignado porque o cliente ofereceria as cotas do fundo de pensão como garantia.

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) disse que não comentaria o tema. O setor deve permanecer discreto com relação ao assunto até que as propostas sejam encaminhadas.

Fonte: Agência Estado