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(..Theodore Roosevelt..)

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“A maior habilidade de um líder é desenvolver habilidades extraordinárias em pessoas comuns.”

(Abraham Lincoln)

domingo, 4 de março de 2012

Queda de juros afasta investidores das LFT


A Selic (taxa básica de juro) já caiu 2 pontos percentuais desde agosto do ano passado, quando o governo iniciou o ciclo de afrouxamento monetário, e está atualmente em 10,5% ao ano. Apesar de o nível ainda ser considerado alto, o governo já sinalizou que devem vir mais cortes pela frente – a ata do Copom apontou que a taxa pode chegar a um dígito até o final de 2012.

Com isso, as aplicações pós-fixadas atreladas à taxa básica de juro vêm perdendo espaço no portfólio do investidor. Para se ter uma ideia, em janeiro deste ano, os títulos públicos indexados à taxa Selic (LFT) apresentaram participação de 7,4% nas vendas no mês do Tesouro Direto.

Seis meses antes, em julho de 2011 (quando a Selic estava em 12,5% ao ano), estes mesmos títulos representaram 14,87% das vendas mensais. “O governo está anunciando que pretende reduzir ainda mais a Selic e, com isso, os investidores estão procurando outras alternativas”, afirma o professor do LabFin, Keyler Carvalho Rocha.

Para o educador financeiro e fundador do Centro de Estudos e Formação de Patrimônio Calil & Calil, Mauro Calil, esta “fuga” das LFT deve continuar. “O [Alexandre] Tombini [presidente do Banco Central] sinalizou recentemente que há mais espaço para corte nos juros, já que a inflção está sob controle. Com isso, a procura por estes títulos deve continuar diminuindo”, afirma.

Melhores opções
Para o educador financeiro, a melhor opção para quem pretende investir em título públicos atualmente são os prefixados. “Ao comprar um prefixado agora, o investidor garante a taxa atual, que ainda é considerada alta, em um cenário que tanto a inflação quanto a Selic podem ficar menores”, afirma Calil.

Já o professor do LabFin ressalta que investir em títulos pós-fixados indexados à inflação (NTN-B) pode ser uma alternativa interessante. “Assim, o investidor garante o ganho real. Mesmo que a inflação surpreenda, ele vai ter uma rentabilidade acima do índice de preços”, conclui.

Fonte: Infomoney

Déficit da Previdência Social supera R$ 3 bilhões em janeiro


O déficit da Previdência Social teve resultados significativos em janeiro, tanto no confronto mensal, quanto no anual. De acordo com balanço divulgado nesta quinta-feira (1), o saldo entre arrecadação e pagamento de benefícios fechou negativo em R$ 3,005 bilhões no mês passado, depois de ter registrado superávit de quase R$ 5 bilhões em dezembro.
Na comparação com janeiro do ano anterior, quando o deficit foi de R$ 3,192 bilhões, houve queda de 5,8% no saldo negativo da Previdência.
Em janeiro, o setor urbano registrou superávit de R$ 1,774 bilhão. Já o setor rural ficou com as contas negativas em R$ 4,780 bilhões.
No geral, a Previdência arrecadou R$ 19,597 bilhões e registrou despesas de R$ 22,603 bilhões com pagamento de benefícios. Os números foram deflacionados pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor).
O montante ainda considera o passivo judicial e a Comprev (compensação previdenciária) e exclui as renúncias com o Simples Nacional e entidades filantrópicas.

Acumulado
O balanço mostra que o saldo entre arrecadação e pagamento de benefícios, no geral, fechou negativo em R$ 36,540 bilhões entre fevereiro de 2011 e janeiro deste ano.
Ainda conforme o levantamento, a arrecadação líquida ficou em R$ 254,002 bilhões no acumulado dos últimos 12 meses até janeiro. Já as despesas com benefícios previdenciários somaram R$ 290,543 bilhões no período.

Arrecadação e pagamento
Na área urbana, a arrecadação líquida atingiu R$ 19,210 bilhões no primeiro mês do ano, um aumento de 8,6% ante janeiro do ano passado e queda de 44% ante dezembro. Os benefícios pagos, por sua vez, atingiram R$ 17,435 bilhões no mês passado, montante 5,2% superior a igual período de 2011 e 28% inferior ao último mês do ano passado.
Já na área rural, a arrecadação apresentou queda, neste caso, de 2%, na comparação entre janeiro de 2012 e de 2011, e de 26,3% sobre dezembro de 2011. O montante atingiu R$ 387,1 milhões. Já as despesas com benefícios rurais somaram R$ 5,1 bilhões em janeiro, queda de 9,2% sobre o mês anterior e aumento de 10% frente a 2011.

Fonte: Infomoney

Aposentado que continuar trabalhando pode ter compensação financeira


Os aposentados que quiserem continuar trabalhando poderão ter uma compensação financeira no futuro, pelo fato de continuarem contribuindo com o RGPS (Regime Geral de Previdência Social). A afirmação foi feita nesta quinta-feira (1) pelo secretário de Políticas de Previdência Social, Leonardo Rolim.

Segundo o secretário, como o sistema é solidário, é importante adotar uma forma de retribuição aos aposentados que continuarem contribuindo com a Previdência por causa do vínculo com o empregador. “Muitos estudos são feitos, há discussões, mas não existe nenhuma posição definida sobre isso ainda”, afirma, conforme publicado pela Agência Brasil.

Desaposentação
De acordo com Rolim, o governo é contra a desaposentação. “É insustentável do ponto de vista financeiro. Não é uma coisa justa, cria um problema gerencial enorme para o INSS”, afirma.

Para adotar a desaposentação, o trabalhador deve desistir do benefício atual para poder contar mais tempo de serviço e, assim, requerer nova aposentadoria com valores maiores.

O tema é motivo de centenas de ações na Justiça que, em primeira instância, costuma dar ganho de causa aos desaposentados. Além disso, o assunto também está sendo julgado pelo STF (Supremo Tribunal Federal).

Fonte: Infomoney

BTG Pactual protocola pedido de IPO de units primárias e secundárias


O Banco BTG Pactual protocolou nesta quinta-feira (1) junto à CVM (Comissão de Valores Mobiliários) um pedido para realizar IPO (Initial Public Offering) de distribuição primária e secundária de ações.
De acordo com o comunicado, a companhia efetuará uma distribuição primária e secundária de units, em mercado de balcão não-organizado e com esforços de colocação de units no exterior.
Cada unit representará ações ordinárias e preferenciais de emissão do Banco BTG Pactual, além de BDRs (Brazilian Depositary Receipts) representativos de ações classe A do BTG Pactual e classe B do BTG Pactual Participations.

Negociação
A companhia informa que as units serão listadas e negociadas na BM&FBovespa. As ações ordinárias e as preferenciais serão admitidas no Nível 1 de Governança Corporativa da Bolsa. A instituição financeira escrituradora e custodiante das ações ordinárias, preferencias, BDRs e units é o Banco Bradesco.

BTG fará oferta internacional

Também nesta data, o BTG Pactual Participations protocolou na CVM um pedido de registro de emissor de valores mobiliários, além de pedido de registro de dois programas de BDR patrocinados Nível III, relacionados às ações classes A e B.
Assim, segundo comunicado da empresa, a oferta brasileira será realizada simultaneamente a uma oferta internacional de Global Depositary Units, denominadas por units euronext, a qual será realizada exclusivamente no exterior junto a investidores institucionais.
Cada unit euronext será representativa de GDRs (Global Depositary Receipts) de ações ordinárias, preferencias e de ações classe A e B. Portanto, os units e os units euronext serão compostos pelos mesmos ativos, reforça o BTG Pactual.
Os units euronext serão listadas e negociadas no Euronext Amsterdam. A instituição financeira escrituradora e depositária é o The Bank of New York Mellon.

Fonte: Infomoney

Juros futuros ampliam chance de Selic cair 0,5pp


Os participantes do mercado de juros futuros encerram a semana com apostas mais encorpadas para um corte agressivo, de 0,75 ponto porcentual, da Selic na reunião do Copom nos dias 6 e 7, ante o nível corrente de 10,50%. Esse movimento tem por base uma carga intensa de declarações de autoridades e também demonstrações, como é interpretado o caso do IOF. Na esteira de devolução de prêmios dos DIs, alguns economistas também revisaram suas projeções para um corte do juro básico de maior magnitude.

A percepção dos investidores para citar possibilidade de um corte de mais intenso da Selic foi ganhando força a cada dia nesta semana, começando a ser delineada pelas declarações do presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, na terça-feira, sobre juro neutro e crescimento da economia abaixo do PIB potencial, e deslanchando com a ampliação para três anos da alíquota do IOF de 6% cobrada sobre os empréstimos externos. Somaram-se a isso as afirmações do ministro da Fazenda, Guido Mantega, e da presidente Dilma Rousseff sobre o excesso de liquidez global. Ao longo da semana, também contribuiu para o recuo das taxas futuras de juros o debate em torno da mudança na remuneração da poupança e o superávit primário recorde em janeiro.

Assim, ao término da negociação normal na BM&F, o DI janeiro de 2013 (393.160 contratos) estava em 9,03%, ante 9,15% no ajuste, enquanto o DI janeiro de 2014 (374.735 contratos) marcava 9,59%, de 9,68% na véspera. O DI janeiro de 2017, com giro de 46.180 contratos, apontava 10,76%, de 10,83% ontem, e o DI janeiro de 2021 (1.785 contratos) indicava máxima de 11,24%, de 11,26%.

A aceleração da queda dos DIs continua sendo conduzida pela percepção de que as autoridades brasileiras permanecem determinadas a resistir a maior apreciação do real. À tarde, mantinha-se o aumento ocorrido no período da manhã (de 20% para 40%) da chance de um corte de 0,75 pp na próxima semana.

Mais um passo do BC reforça esta ideia hoje, aponta um analista, que cita a circular divulgada pelo Banco Central, na noite de ontem, mudando o funcionamento das operações de uma das operações de financiamento às exportações, o chamado Pagamento Antecipado (PA). A alteração tem por objetivo impedir excesso no fluxo de capitais estrangeiros para o Brasil.

A Nomura Securities revisou sua expectativa para a política monetária, citando que espera agora dois cortes de 0,75 ponto porcentual nas reuniões de março e abril e uma última queda de 0,50 ponto no encontro de maio. Anteriormente, a instituição previa reduções de 0,50 ponto em cada um dos próximos encontros do Comitê até julho. A Icap Brasil revisou a previsão para queda de 1 ponto porcentual, de 0,50 pp antes. 

Fonte: Estadão

Estácio registra lucro líquido de R$ 2,4 mi no 4º trimestre de 2011, uma queda de 89%


A Estácio Participações (ESTC4) registrou lucro líquido de R$ 2,4 milhões no quarto trimestre de 2011, uma queda de 89% frente ao que havia sido registrado no quarto trimestre de 2010, quando a empresa lucrou R$ 21,8 milhões. Excluindo as aquisições realizadas pela companhia durante o ano, a Estácio teria tido um prejuízo de R$ 400 mil entre outubro e dezembro.

No acumulado do ano a queda dos ganhos foi de 13%, atingindo R$ 70,2 milhões. Sem contar as aquisições, a empresa registrou queda de 19,2% no lucro líquido, atingindo R$ 65,2 milhões. As receitas se elevaram em 16,6% no último trimestre de 2011, para R$ 294,4 milhões. No ano a alta das receitas foi de 13% no ano, para R$ 1,14 bilhão.

Já o Ebitda (geração operacional de caixa) teve alta de 24,1% entre outubro e dezembro de 2011, para R$ 26,8 milhões. No acumulado do ano, o Ebitda alcançou R$ 140,5 milhões, uma alta de 32,3%. Isso levou a margem Ebitda (relação percentual entre geração operacional de caixa) para 9,1% no último de trimestre 2011, uma alta de 0,5 pontos percentuais. No ano, essa mesma margem alcançou 12,2%, uma alta de 1,7 p.p.

Empresa quer continuar crescendo em 2012
A companhia destacou que sua estratégia em 2011 foi retomar as aquisições, adquirindo quatro empresas distintas, e acelerar a expansão orgânica. "Sabemos que nossas ações terão efeito no médio prazo, e confiamos que a nossa disciplina na execução desses drivers fará com que 2012 traga uma geração de caixa bem mais favorável que 2011", afirmou a companhia em comunicado. 

Fonte: Infomoney

Fundos de ações brasileiros têm 4ª semana seguida de resgates, mostra EPFR


Os fundos de ações da América Latina tiveram a sequência de seis semanas de captação positiva encerrada no final de fevereiro. Devido à postura mais cautelosa, os investidores optaram por uma exposição mais diversificada ao invés de alocar em fundos regionais ou nacionais entre os emergentes, segundo relatório divulgado pela EPFR Global nesta sexta-feira (2).

Colaborando para o saldo negativo dos latino-americanos, os fundos de ações brasileiros chegaram à sua quarta semana de resgate líquido entre os dias 23 e 29 de fevereiro. O México, por sua vez, viu seus fundos de ações registrarem a maior entrada líquida de investimentos desde o início do terceiro trimestre do ano passado.

Ganhando a preferência dos investidores na semana, os fundos GEM (Global Emerging Markets) apontaram captação líquida acima de US$ 1 bilhão pela sétima vez no ano. Outro grupo que foi bem foi o de fundos de ações EMEA (Leste Europeu, Oriente Médio e Ásia), novamente impulsionado pelos fundos russos, que tiveram a entrada superior a US$ 100 milhões pela quinta semana seguida.

Fonte: Infomoney