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"...É muito melhor arriscar coisas grandiosas, alcançar triunfos e glórias, mesmo expondo-se a Fracassos e Derrotas, do que formar fila com os pobres de espírito que nem gozam muito nem sofrem muito, pois vivem em uma penumbra cinzenta tão grande que não conhece vitória nem derrota...."

(..Theodore Roosevelt..)

Que Deus nos abençoe!

“A maior habilidade de um líder é desenvolver habilidades extraordinárias em pessoas comuns.”

(Abraham Lincoln)

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Inflação pelo IGP-DI voltou a crescer em janeiro, diz FGV


Índice aumentou 0,30% no mês e acumula 4,29% em 12 meses

O Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) voltou a subir em janeiro, revertendo a deflação vista em dezembro, com todos os subíndices registrando alta nos preços. O IGP-DI subiu 0,30% em janeiro, ante queda de 0,16% em dezembro, informou a Fundação Getulio Vargas (FGV) nesta quarta-feira. Nos últimos 12 meses até janeiro, o índice acumulou alta de 4,29%.
Analistas consultados pela Reuters previam inflação de 0,32%, segundo a mediana de 16 previsões. Em janeiro de 2011, o IGP-DI tinha avançado 0,98%.
O Índice de Preços por Atacado-Disponibilidade Interna (IPA-DI) -que calcula os preços de bens agropecuários e industriais nas transações comerciais de produtores e responde por 60% do IGP-DI- teve variação positiva de 0,01%, ante queda de 0,55% em dezembro. Destaque para o salto de 8,88% nos preços do milho em grão, após recuo de 4,90% em dezembro. Os custos da soja em grão subiram 3,74% em janeiro, revertendo a deflação de 1,88% no mês anterior.
O Índice de Preços ao Consumidor-Disponibilidade Interna (IPC-DI) -que mede a evolução dos preços às famílias com renda entre 1 e 30 salários mínimos mensais e que corresponde a 30% do IGP-DI- acelerou a alta em janeiro a 0,81%, frente à taxa de 0,79% no mês anterior. Nesse subíndice, os preços de curso de ensino superior saltaram 6,70%, ante estabilidade em dezembro. A tarifa de ônibus urbano também pesou, com alta de 2,60%, contra variação positiva de 0,02%.O núcleo do IPC-DI, no entanto, desacelerou a alta, registrando inflação de 0,37% em dezembro, ante 0,62%.
Representando 10% do IGP-DI, o Índice Nacional de Custo da Construção-Disponibilidade Interna (INCC-DI) avançou 0,89% em janeiro, acelerando em relação à alta de 0,11% de dezembro.O movimento foi puxado principalmente pelo aumento nos custos com ajudante especializado (+1,32% em janeiro, ante estabilidade em dezembro) e servente, com avanço de 1,35%, contra estabilidade em dezembro. O INCC-DI é um indicador econômico que mede a evolução de custos na construção civil.
O IGP-DI é usado como referência para correções de preços e valores contratuais, sendo o indexador das dívidas dos Estados com a União. O índice também é diretamente empregado no cálculo do Produto Interno Bruto (PIB) e das contas nacionais em geral.

Fonte: O Globo

Número de empresas estreantes na Bolsa deve triplicar este ano


Especialistas esperam que, ao menos, 35 companhias ofertem ações contra 11 de 2011.

O efeito Facebook já começa a contagiar empresas que adiaram seus planos de estrear na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), no ano passado, quando a crise europeia se aprofundou. Estimuladas pela notícia da abertura de capital da rede social no mercado americano, que pode captar até US$ 5 bilhões em maio, e por uma valorização de 11,1% do Ibovespa em janeiro, as companhias já começam a se mexer para buscar capital na Bolsa. Em três grandes escritórios de advocacia que trabalham em operações deste tipo, consultados pelo GLOBO, há pelo menos 35 IPOs (do inglês Initial Public Offering, oferta pública inicial) em gestação.
O diretor-presidente da Bovespa, Edemir Pinto, disse que existem entre 40 e 45 empresas com planos de abertura de capital represados e esperam uma “janela de oportunidade”. Se isso se confirmar, será o maior movimento de estreantes na Bolsa desde 2007, ano em que 64 empresas foram, pela primeira vez, vender ações no pregão brasileiro, captando R$ 55 bilhões. Logo depois, em 2008, veio a crise dos bancos nos Estados Unidos, que desencadeou a crise global e reduziu o ritmo dessas operações. No ano passado, com o foco dos problemas na Europa, a Bovespa registrou apenas 11 IPOs, com captação de pouco mais de R$ 7,1 bilhões, queda de 35% em relação a 2010. Outras 11 empresas que lançariam ações no pregão adiaram as operações.
— Esperamos a retomada desse mercado em 2012, em face das soluções que os europeus estão encontrando. O potencial é muito grande — afirma Edemir Pinto.
Na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), órgão do mercado de capitais onde as companhias são obrigadas registrar a operação, existem até agora três pedidos formais de oferta pública de ações para este ano. Eles são da Brasil Travel Turismo e Participações, Seabras Serviços de Petróleo e da Isolux Infrastructure. São empresas que oficializaram seus IPOs ano passado e que já estão na reta final do processo. A Seabras, por exemplo, que planejava a operação para o início deste ano, acabou adiando o IPO para abril para revisar sua estrutura corporativa. A expectativa da empresa é captar até R$ 1,7 bilhão na Bovespa.
— No melhor cenário, se a crise europeia caminhar para uma solução, os IPOs de empresas que se interessaram pela operação neste início de ano devem ser realizados entre maio e junho. As companhias estão animadas com o capital estrangeiro que está vindo para a Bovespa. Temos pelo menos 20 operações em estoque, entre empresas novas e outras que já tinham começado o processo ano passado, mas adiaram — diz Eliana Chimenti, sócia do escritório Machado, Meyer e uma especialista em mercado de capitais.
O advogado Robert Ellison, do escritório americano Shearman & Sterling, que auxilia empresas brasileiras a fazer IPOs no mercado americano, além de emissão de títulos no mercado de dívida, avalia que a abertura de capital do Facebook é uma espécie de sinalizador para o mercado.
— O anúncio da abertura de capital do Facebook sinaliza que os Estados Unidos têm mercado para novos IPOs e também significa a volta das ofertas de ações de empresas de internet. É difícil avaliar o que vai acontecer, mas a decisão do Facebook é um indicador de que há dinheiro buscando novas oportunidades de ganhos — afirma Ellison, que trabalha com cerca de 15 empresas brasileiras neste momento, entre IPOs e emissão de bônus.
Saldo de capital estrangeiro em janeiro na Bovespa foi o maior desde a implantação do Plano Real
Em janeiro deste ano, na Bolsa de Valores, o saldo de capital estrangeiro ficou positivo em R$ 7 bilhões, o maior valor desde a implantação do Plano Real. E na primeira semana de fevereiro, o saldo já está positivo em R$ 1 bilhão.
A advogada Eliana Chimenti diz que a maioria das operações envolve empresas dos setores de varejo e infraestrutura, que se beneficiam com o aquecimento do mercado interno.
— Como o governo brasileiro anunciou que está “perseguindo” um crescimento econômico este ano entre 4% e 5%, e deve reduzir juro e estimular crédito para atingir este objetivo, isso encoraja muitas empresas voltadas ao mercado interno a ir buscar capital na Bolsa — diz o vice-presidente de Tesouraria do banco WestLB, Ures Folchini.
O advogado Jean Arakawa, do escritório Mattos Filho, lembra também que há empresas que já estão listadas em Bolsa e preparam uma segunda oferta de ações, aproveitando a abertura da “janela de oportunidade”:
— Neste momento, existe o sentimento de que o problema na Europa é grave, mas não se tornará uma crise aguda.
Arakawa, cujo escritório trabalha em pelo menos 11 operações de lançamento de ações, cinco delas de empresas “novas”, que procuraram auxílio jurídico este ano. O escritório trabalha inclusive no IPO da Isolux, uma empresa de origem espanhola, que opera com transmissão de energia em 15 países, geração de energia solar e já tem concessão de uma rodovia na Bahia.
Um levantamento feito pela corretora Cruzeiro do Sul mostra que pelo menos 230 IPOs podem acontecer no mercado americano este ano, o que demonstra a confiança das companhias na recuperação da economia dos EUA.
O economista da corretora Souza Barros, Clodoir Vieira, avalia que mesmo que na crise europeia não piore e os Estados Unidos mantenham o ritmo de crescimento econômico, ainda que lento, o mercado atual não é comparável ao de 2007.
— É preciso levar em conta que os investidores não devem pagar o valor máximo calculado para as ações de novas empresas que entrarem na Bolsa. De qualquer forma, a Bovespa tornou-se uma das maiores do mundo. Com a decisão do Banco Central americano de manter a taxa de juro entre zero e 0,25% até 2014, o capital estrangeiro está procurando boas oportunidades de ganho. E o Brasil está na mira — afirma o economista.
Para o pequeno investidor que se interessar pelas novas ofertas de ações, vale o mesmo raciocínio do economista Clodoir Vieira. O cenário atual ainda é de cautela, diferente do período 2004/2007, quando tinha-se a impressão de que um ganho de pelo menos 10% nos primeiros dias após o IPO era garantido. Hoje, os investidores estão mais seletivos e criteriosos, portanto, cautela é a palavra de ordem. A crise ainda sem solução na Europa também deixa mais evidentes os riscos de investir no mercado de renda variável e, especialmente, nos IPOs.

Fonte: O Globo

quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Previdência diz que rombo com servidor irá a R$ 60 bilhões


Enquanto o déficit do INSS, que atende a mais de 20 milhões de aposentados da iniciativa privada, registrou queda em 2011, continuou crescendo o rombo na Previdência do setor público, com um milhão de servidores aposentados. Ao anunciar nesta quarta-feira que o déficit no regime do funcionalismo foi de R$ 56 bilhões em 2011, incluindo civis e militares, o ministro da Previdência, Garibaldi Alves, estimou que, mantido o comportamento dos últimos anos, ele deve superar R$ 60 bilhões em 2012.
O governo estabeleceu como prioridade máxima, na volta do Congresso em fevereiro, a aprovação do projeto que cria o Regime de Previdência Complementar do Servidor Público da União (Funpresp). Mas o projeto acaba só com o déficit do servidor civil, que responde por R$ 25 bilhões a R$ 28 bilhões do rombo - a proposta não mexe ainda com a aposentadoria dos militares. Além disso, a criação da previdência complementar não reduz o déficit de imediato.
A estimativa de déficit de R$ 60 bilhões este ano considera projeção de elevação anual de 10% no déficit - em 2010, o dado consolidado mostrou déficit de R$ 51,2 bilhões, indo em 2011 a R$ 56 bilhões, embora o dado oficial do ano passado ainda não tenha saído. Para Garibaldi, a aprovação do Funpresp é importante para tornar o sistema "sustentável para o futuro":
- É o maior déficit. Se o Congresso não chegasse a aprovar (o projeto do Funpresp), que vai, iria crescendo 10% ano a ano.
O secretário de Políticas de Previdência Complementar do Ministério da Previdência, Jaime Mariz de Faria Júnior, confirmou ao GLOBO que os dados oficiais apontam para déficit de R$ 56 bilhões em 2011 e que há curva de crescimento de 10% a cada ano:
- Mantendo, pode passar de R$ 60 bilhões este ano.
Mas a mensagem enviada pela presidente Dilma Rousseff com a proposta orçamentária, em agosto do ano passado, apontava montante bem inferior para cobrir o déficit da Previdência do servidor em 2012, na ordem dos R$ 50 bilhões.
Em 2010, a despesa total com o regime previdenciário de servidores civis e militares da União foi de R$ 73,9 bilhões (R$ 52,5 bilhões dos civis, R$ 21,4 bilhões dos militares), com arrecadação de só R$ 22,7 bilhões (R$ 12,2 bilhões da contribuição patronal e mais R$ 10,5 bilhões da dos servidores) - o que gerou a diferença de R$ 51,2 bilhões.
A pressa do governo em aprovar o Funpresp é porque a situação pode piorar: técnicos calculam que, em quatro ou cinco anos, haverá "boom" de aposentadorias, com 40% da atual força com condições de se aposentar. Mantidas as atuais regras, o déficit só aumentará. Hoje, são cerca de 955 mil aposentados para 1,1 milhão de ativos. Para o sistema não ser deficitário, o ideal eram quatro ativos (que contribuem com alíquota de 11%) para cada aposentado. Os militares são regidos por outro artigo da Constituição e não há intenção de mexer na questão agora.
Para os técnicos, mesmo com o Funpresp a curva do déficit só passa a cair em 12 anos, com efeito positivo em 20 a 30 anos. Segundo a Fazenda, a economia será de R$ 20 bilhões em 2070.
Em dezembro, foi feito na Câmara texto de consenso ao projeto que cria os fundos de Previdência Complementar do Servidor, mas acordo entre os líderes pôs a votação para fevereiro.

Fonte: O Globo

OGX encontra petróleo na Bacia de Santos


A OGX, empresa de petróleo do grupo EBX do empresário Eike Batista, comunicou, nesta segunda-feira, em fato relevante à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), ter feito uma importante descoberta de petróleo e gás natural no bloco BM-S-57 no pós-sal na Bacia de Santos. A descoberta foi feita com a perfuração de um poço situado a 102 quilômetros da costa do Estado do Rio de Janeiro e em águas rasas de 155 metros de distância do nível do mar ao solo marinho. Essa é a primeira descoberta comercial no bloco, que tem um outro poço não comercial.
Nota na coluna Ancelmo Gois, publicada nesta segunda-feira, afirmara que as estimativas de reservas no campo seriam de três bilhões de barris de petróleo leve. Ainda segundo o colunista, Eike Batista já teria comunicado a descoberta à presidente Dilma Rousseff e ao ministro de Minas e Energias, Edison Lobão.
Sem confirmar o volume das reservas estimadas, em nota, a companhia destacou que esta é uma importante descoberta pela grande coluna (de mil metros) com hidrocarbonetos (petróleo e gás). A forte presença de gás natural gerou um "kick" (um evento que ocorre quando a pressão seja do óleo ou do gás é maior do que o peso da lama injetada durante a perfuração do poço ), o que segundo a empresa, está sendo controlado.
O vazamento da Chevron, no início de novembro, durante perfuração de um poço no Campo de Frade, na Bacia de Campos, teve início exatamente por um "kick", o peso da lama não foi suficiente para conter a forte pressão do petróleo e gás no reservatório, que acabou vazando para as rochas provocando grandes fissuras no solo marinho por onde vazou cerca de 2,4 mil barris de petróleo.
A OGX está se preparando para iniciar a produção de petróleo no próximo dia 28 em outro de seus campos na Bacia de Campos.

Fonte: O Globo

Japão oferece ajuda ao FMI para apoiar UE


O Japão está pronto para fornecer financiamentos bilaterais ao Fundo Monetário Internacional (FMI) para apoiar as manobras da União Europeia (UE) em conter sua crise de dívida, mas espera ver fortes esforços por parte dos países europeus para solucionar o problema, afirmou um representante sênior do governo.
- Estamos começando a discutir os recursos ao FMI junto ao conselho do fundo e nas reuniões do G20... claro que o Japão não firmou qualquer compromisso quanto a uma contribuição ao FMI - disse a fonte quando questionada sobre o plano do FMI de levantar fundos para driblar os efeitos da crise de dívida na zona do euro.
- Estamos preparados para apoiar os esforços da Europa em estabilizar os mercados, inclusive por meio de empréstimos bilaterais ao FMI, com base em fortes esforços dos países europeus, via EFSF e ESM, e em colaboração com outros países membros do G20, além de outros países - acrescentou.
A fonte se referiu ao Fundo Europeu de Estabilização Financeira (EFSF, na sigla em inglês) e ao sucessor ESM (Mecanismo Europeu de Estabilidade), que será introduzido um ano antes do previsto, em meados deste ano.
O FMI está buscando mais que dobrar sua munição, levantando US$ 600 bilhões em novos recursos para ajudar os países a lidar com a crise de dívida na Europa, mas o plano enfrenta resistência dos EUA e de outros países.

Fonte: O Globo

Governo pode reduzir IOF para estimular consumo


O governo federal pode reduzir o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) cobrado em empréstimos para pessoas física, diz reportagem do jornal “Valor Econômico” publicada nesta quinta-feira. Hoje, o IOF recolhe 2,5% do valor do empréstimo por ano. A equipe econômica estuda reduzir para 2% ao ano, caso “considere necessário adicionar estímulos” ao consumo brasileiro, em especial das famílias.
O objetivo da desoneração, aliviando o peso dos impostos nos empréstimos, seria garantir um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB, valor total de bens e serviços produzidos no país) mais próximo de 4% em 2012 do que de 3%. O mercado prevê 3,27% de expansão neste ano, segundo a mediana das previsões do boletim Focus do Banco Central.
Ainda não há decisão sobre o corte. Em abril de 2011, o governo dobrou a alíquota do IOF de 1,5% para 3%, como uma das medidas de contenção do crédito e, consequentemente, do crescimento econômico. Em novembro, quando o BC começou a relaxar uma parte das medidas, técnicos da Fazenda passaram a trabalhar com a volta do IOF ao nível pré-abril, de 1,5%.
Se o ritmo do crescimento econômico for considerado adequado, conforme indicadores de dezembro de 2011 e janeiro sejam divulgados, o IOF fica como está.

Fonte: O Globo

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Um ano melhor, somos capazes de viver!!!


Sabe-se que de uns tempos para cá, tudo o que se ouve falar é que não se tem tempo para isso, tempo para aquilo, e com isso muito tempo se perde! 

Hoje vivemos a era da informação e rapidez de contato, tudo vem sendo otimizado afim de ajudar as pessoas a terem mais tempo para fazerem tudo o que for possível em pouquíssimo tempo. Celulares que enviam/recebem e-mail, acessam banco de dados, conta corrente, material de estudo, plano de curso, aplicações financeiras, tudo isso é muito mais na palma da mão, que poderá ser acessado de dentro do ônibus, carro, na praia, no shopping, na rua, na fila de algum caixa de loja ou supermercado. E o mais fantástico de tudo isso é que um professor pode dar aula sem precisar estar dentro de sala de aula, e sim através de uma vídeo aula! Da mesma forma que um aluno pode ter um professor sem conhecê-lo! Realmente, vivemos no futuro, só faltam os carros voando pelo centro da cidade, as viagens no tempo, o tele transporte... é fantástico!!!

Mas apesar de todo este aparato tecnológico, nada substitui e nunca substituirá o contato entre as pessoas e a presença de um professor em sala de aula, repassando o maravilhoso conhecimento que nos faz sonhar com um ano melhor, cheio de desafios e conquistas a serem realizadas, certa vez li um livro em que o autor disse:"experiência não é o que acontece com você, e sim o que você faz com o que lhe acontece". achei isso fascinante.

E deixarei a seguinte mensagem de ano novo a você, 2012 não será fácil, e nem difícil isso dependerá de como iremos encará-lo. Não deixemos que a era da informação e facilidade roubem o nosso contato, um almoço, um lanche, um café, ou simplesmente uma troca de ideias entre nós pode fazer toda a diferença para vivermos um ano ainda melhor do que foi 2011 e termos mais tempo para as coisas mais bacanas e simples da vida.

FELIZ 2012 A VOCÊ E A TODA A FAMÍLIA!!!

"Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra."

Telmo C. de Oliveira Junior